Caso Márcio Aranha
Corpo tem 99% de chance de ser do desaparecido
Edinaldo Sousa
Restos mortais encontrados no mês de agosto e sepultados no município de Novo Repartimento, sudeste do Pará, podem pertencer ao executivo Márcio Venício Aranha.
A suspeita das autoridades aumenta tendo em vista que um exame de DNA entregue recentemente ao delegado Renato Lopes Tarallo apontou como positivo quando comparado com sangue e mucosa oral de dois filhos menores do executivo.
Márcio Aranha desapareceu no dia 27 de julho deste ano. Ele trafegava numa camionete dele, de Itupiranga em direção a Marabá, segundo informou uma conhecida dele para a polícia.
A Polícia Federal investigava se o desaparecido tinha, ou não envolvimento com a máfia do Pronaf em Itupiranga. Ele pode ter sido morto por conta dessas ligações perigosas. A investigação corre em sigilo.
No âmbito da Polícia Civil, o caso está sendo investigado pelo delegado Renato Tarallo. Ele disse que não poderia comentar nada a respeito do caso.
Fonte segura, porém, adiantou que o delegado deve requerer a exumação dos restos mortais a fim de tentar descobrir o que de fato aconteceu com o executivo.
Mulher morre quase 10 meses depois de atentado
Entre os 10 corpos que foram necropsiados neste final de semana no IML de Marabá consta o da dona de casa Maria Raimunda Cristina Dourado, de 61 anos. Ela faleceu no sábado, na casa dela, na Avenida Boa Esperança, 479, Bairro das Laranjeiras.
Para quem não se lembra, a vítima, até então, sobrevivia a um espancamento que sofreu no dia 14 de fevereiro do ano passado, ocasião em que retornava de uma festa no bairro Laranjeiras, distante poucos metros da casa dela.
Naquele fatídico dia, faleceu a amiga e vizinha Raimunda Cardoso de Miranda, com a qual tinha ido para esse clube e retornava de madrugada, quase o dia amanhecendo para a casa de ambas, que ficam localizadas na Avenida Boa Esperança.
O lavador de carros Michael de Sousa Pinto, 19 anos, réu confesso de ter matado a Raimunda de Miranda, na época, disse ter sido induzido por uma voz que lhe dizia para matar as duas mulheres.
A quando da prisão dele, no mesmo dia em que matou Raimunda de Miranda, contou que estava no clube e que a vítima lhe chamou de ladrão, motivo pelo qual ficou com raiva e seguiu ambas até desferir os golpes nas cabeças das duas mulheres.
Sem o menor constrangimento, o acusado contou para a imprensa local que efetuou o primeiro golpe em Raimunda de Miranda a quem chamava de loira e posteriormente em Maria Dourado.
Para atacar as mulheres o acusado um broklete que encontrou na própria Avenida Boa Esperança. Depois de matar a “loira”, o acusado arrastou o corpo até uma construção onde pode ter cometido mais um crime, a necrofilia.
Desde que sofreu a agressão na cabeça, Maria Dourado convalescia em casa e por diversas vezes ficou internada. Ela chegou a receber uma prótese, tendo em vista que perdeu parte do crânio, porém houve rejeição e o objeto acabou sendo retirado.
No último dia 1º de outubro ela recebeu alta médica onde foi para a casa dela. Parentes e amigos cuidavam dela, uma vez que a paciente não tinha arquivo memorial e poderia se acidentar caso efetuasse alguma atividade doméstica, literalmente estava vegetando.
No sábado passado, porém a situação clínica dela piorou. Maria Dourado chegou a ser levada para o Hospital Municipal de Marabá, mas não resistiu.
Resta saber agora se esta morte deve ser acrescida ao processo do acusado, uma vez que Maria Dourado faleceu por conta da pancada que recebeu na cabeça no mesmo dia em que a amiga Raimunda de Miranda faleceu. (E. S.)
Braçal flagrado tentando furtar relógio na feira
Alegando estar desempregado, o braçal Jairo Rodrigues Silva, de 30 anos, que disse morar na Rua São João Del Rey, 230, Liberdade, tentou, na manhã de domingo, furtar um relógio numa barraca da Feira Dionor Maranhão, Bairro das Laranjeiras.
Porém a dona da banca, Maria Vanicielan Gomes, percebeu a estratégia do malandro e gritou “pega ladrão”. Pronto, foi o suficiente para populares prenderem o suspeito e darem uma surra nele. A Polícia Militar que faz rondas naquela área foi chamada e prendeu o acusado.
Conduzido até a Delegacia Distrital da Cidade Nova o acusado foi autuado por tentativa de furto pelo delegado Victor Costa Lima Leal, já que não conseguiu furtar o relógio.
Para a Imprensa, porém, o acusado negou o crime. Mesmo assim ficou preso para refletir melhor a respeito do crime que tentou cometer. (E. S.)
Vigilante é vítima de latrocínio
Final de semana bastante movimentado no Instituto Médico Legal de Marabá (IML). Ao todo foram dez corpos necropsiados. Uma das vítimas foi o vigilante Deusimar Lopes da Silva, 42 anos. No sábado à tarde, por volta das 16h30, ele foi baleado, na Travessa Carajás, Bairro Cidade Nova, durante tentativa de assalto.
Deusimar da Silva pilotava uma moto Bros e carregava na garupa uma filha menor de 17 anos. Ele foi abordado na Travessa Carajás, por uma pessoa que estava armada com um revólver calibre 38.
De acordo com a menor, o assaltante também estava numa moto Bros e encostou próximo de ambos e mandou que Deusimar entregasse a moto. “Entrega a moto, vagabundo”, teria dito o assaltante, para em seguida efetuar um único disparo na vítima.
O projétil acertou as costas do vigilante que ainda foi socorrido e lavado para o Hospital Regional em Marabá, porém faleceu por volta das 22 horas.
O corpo do vigilante foi velado na casa do pai dele, no bairro Novo Horizonte, e sepultado no final da tarde de domingo. A família não quis aproximação com a Imprensa.
“Caiu”
Acusado foi preso horas após o crime
Logo após o baleamento do vigilante, policiais militares da 26ª Zona de Policiamento, comandados pelo major Denner Eudes da Rocha Favacho fizeram um cerco e conseguiram prender o acusado Walysson Gomes de Matos, de 18 anos.
Walysson de Matos foi apanhado quando chegava a casa dele, na Rua 7, Quadra 56, Lote 27, Conjunto Itacaiúnas, por volta das 19 horas do último sábado.
Assim que viu os policiais militares, o suspeito disse que não tinha cometido crime algum e que não sabia de nada, conforme informou o cabo Francisco Carlos Miranda.
Porém, minutos mais tarde, os policiais militares, de acordo com o sargento Aldir Santos, um revólver calibre 38 foi localizado na casa de um vizinho do acusado.
Esta pessoa não teve o nome divulgado, mas confirmou que Walysson da Silva entrou pelo quintal da casa dele e deixou a arma escondida dentro da casa.
Preso, o acusado não só negou que tivesse atirado no vigilante como disse que estava jogando vídeo game num cyber café do Bairro Liberdade.
A mesma história foi confirmada pelo pai da vítima, José Pessoa de Matos, mas estranhamente, assim que soube que o revólver havia sido localizado, o acusado urinou nas próprias mãos, provavelmente numa tentativa de se livrar de vestígios de pólvora.
A estratégia, na verdade não passa de mito, pois quando alguém atira, os vestígios de pólvora ficam no corpo por vários dias, daí o motivo pelo qual se faz o exame de pólvora combusta, conforme informou um perito criminal.
Por sua vez, o delegado Vinicius Cardoso das Neves autuou o acusado por latrocínio com base no Artigo 157, Parágrafo Terceiro, do Código Penal Brasileiro (CPB), e requisitou coleta de material sob as unhas do acusado a fim de que seja submetido a exame de pólvora combusta.
Outra medida tomada pelo delegado foi a requisição de exame de micro comparação balística entre o projétil retirado do corpo da vítima e arma encontrada a fim de detectar ou descartar se o revólver apreendido foi usado neste crime. (E. S.)
Filha da vítima reconhece acusado
Nesta tentativa de assalto, que evoluiu para latrocínio (roubo seguido de morte), a filha do vigilante, Deusimar Lopes da Silva, uma menor de 17 anos, teve a calma necessária para repassar as características do acusado aos policiais, o que permitiu a identificação e prisão de Walysson Gomes de Matos, de 18 anos.
Outro detalhe não menos importante foi o fato de a menor ter percebido que estava sendo seguida, desde quando saíram da casa dela, no Bairro Vale do Itacaíunas.
Quando chegaram à Avenida 2000, bairro Belo Horizonte, a menor disse ter visto quando outra pessoa numa moto Bros se aproximou da moto onde estava na garupa.
Contou aos policiais militares que viu os dizeres na frente da moto: “Que Deus te dê em dobro tudo aquilo que me desejares”.
Até então o acusado Walysson Matos negava peremptoriamente o crime, porém a moto, que pertence ao pai dele, José Matos, foi apreendida, uma vez que supostamente fez parte do crime.
Num primeiro momento, o pai do acusado, José Pessoa, chegou a ameaçar processar alguns profissionais de Imprensa que estavam trabalhando na cobertura jornalística do assassinato.
Mais calmo, ele disse para a Imprensa que o filho não tem nada a ver com o crime e no momento em que aconteceu o baleamento, Walysson estava num cyber café, além de ter comentado que a menor estaria nervosa, e poderia ter se confundido.
Esta, porém, não é a primeira vez que Walysson de Matos tem problemas com a Justiça. Ano passado ele foi preso acusado de ter cometido crimes na modalidade “saidinha”.
“Ele nega, mas foi reconhecido, por isso foi autuado em flagrante e deve responder na Justiça por latrocínio”, confirma o delegado Vinicius Cardoso. (E. S.)
Apenas 4 anos
Criança morre afogada no Rio Tocantins
Fatalidade ou imprudência. São as duas hipóteses prováveis para um afogamento que aconteceu na tarde de domingo, no Rio Tocantins. O menor Artur Costa e Silva, de apenas 4 anos morreu.
Ele navegava dentro de uma canoa, conhecida por rabeta, quando o pequeno barco resvalou na hélice do cabo de aço que serve de sustentação de uma draga que fica estacionada no Rio Tocantins.
De acordo com a avó da criança, Maria José da Costa Martins, de 61 anos, o barco seguia com cinco pessoas e ela e o neto pretendiam ir até uma terra dela na localidade “Carrapato”, mas a viagem foi interrompida pelo acidente.
Militares do Corpo de Bombeiros fizeram as primeiras buscas no local, ainda na tarde de domingo, porém somente na manhã de ontem é que populares localizaram o corpo da criança.
Inconformada, a avó indagava o porquê de Deus ter permitido que o neto morresse. “Preferia eu ter morrido no lugar dele, porque Deus levou o meu filho”, dizia em prantos.
Por outro, lado o acidente reascende uma antiga discussão em torno da presença das dragas, que ficam localizadas no delta (encontro dos rios Itacaiúnas e Tocantins) há bastante tempo.
“Elas ficam ai sugando material porque aqui só mora pobre”, conta a dona de casa Alexandra Magalhães Teixeira. A mulher conta que praticamente todo o aterro de sustentação das casas do bairro Francisco Coelho, popularmente conhecido por “Cabelo Seco” foi tirado colocando em risco algumas destas casas.
A denúncia é reforçada pelo ancião Tertuliano Dias Aragão, 72 anos. “A vida toda nós reclamamos porque estas dragas ficam próximas às nossas casas, mas ninguém faz nada”, conta.
“Estamos abandonados, ninguém olha por nós”, reforça, lembrando que o Bairro Cabelo Seco é o primeiro do município, mas é o ultimo a ser lembrando pelo poder público. (E. S.)
Colono estava armado até os dentes
O colono Antonio Maciel Silva Filho, de 19 anos, preso no último domingo em Marabá, a julgar pela quantidade de armas que portava, provavelmente esperava um conflito de grandes proporções.
Policiais militares do Grupo Tático Operacional (GTO) prenderam o acusado quando este circulava pela Rodovia Transamazônica, zona rural de Marabá, e portava três espingardas cartucheiras e mais uma “garrucha”, arma artesanal.
Alguns cartuchos, balins e pólvora foram apreendidos em poder do acusado. O delegado Victor Costa Lima Leal autuou o colono por porte ilegal de armas com base no Estatuto do Desarmamento.
Antonio Filho negou, porém, que as armas seriam usadas em alguma contenda, ou defesa pessoal, mas usava as cartucheiras para caçar e que as armas pertencem à fazenda onde trabalha. Mas independentemente das alegações ele ficou preso e só deve sair quando um juiz arbitrar fiança.
Outro - O notívago Emanuel Maravilha Santis foi preso na madrugada de sábado, na Nova Marabá. Ele estava nas proximidades de uma boate e dava tiros pra cima.
Policiais militares do GTO foram acionados e prenderam o acusado que estava portando uma pistola calibre 7.65.
Conduzido até a 21ª Seccional Urbana da Nova Marabá, e diante do delegado Temmer da Cunha Kaiath, disse que usava a arma para se proteger, mas acabou sendo autuado por porte ilegal de armas com base no Estatuto do Desarmamento. (E. S.)
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Mandato, ou mandado
“Mandato”
Admito que não seja expert quando o assunto é a Língua Portuguesa, ou gramática, porém retine nos meus ouvidos quando ouço alguém da imprensa falar: o fulano estava com “mandato” de prisão decretada.
Na verdade o correto seria dizer: o fulano estava com mandado de prisão decretada, pois mandato é algo relacionado período em que uma pessoa está investida, ou seja, um vereador, presidente, deputado, sindicalistas e afins, certo.
Admito que não seja expert quando o assunto é a Língua Portuguesa, ou gramática, porém retine nos meus ouvidos quando ouço alguém da imprensa falar: o fulano estava com “mandato” de prisão decretada.
Na verdade o correto seria dizer: o fulano estava com mandado de prisão decretada, pois mandato é algo relacionado período em que uma pessoa está investida, ou seja, um vereador, presidente, deputado, sindicalistas e afins, certo.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Judiciário colocou Brejo do Meio no centro
Brejo do Meio
Ação de Cidadania encerra Semana da Conciliação
Edinaldo Sousa
Uma ação de cidadania, promovida pelos juízes de Marabá, ocorrida na Vila Brejo do Meio, zona rural do município, marcou o encerramento do evento promovido pelo Conselho Nacional de Justiça.
Participaram dessa ação, diversas entidades, dentre eles, árias o Ministério Público Estadual, Defensoria Pública, Cartório de Registro Civil do 2º Ofício de Marabá, Unimed Sul do Pará, Exército Brasileiro, Prefeitura Municipal, Fundação Zoobotânica, Sest-Senat e OAB- Subseção Marabá.
A escolha da Vila Brejo do Meio para encerrar o evento se deu, de acordo com a juíza Cláudia Regina Moreira Favacho Moura em função da necessidade dessa localidade em ter acesso a serviços básicos de cidadania.
Distante cerca 60 Km da sede da sede do município a Vila Brejo do Mio conta com uma população estimada em cerca de 3,5 mil habitantes.
Essa população tem dificuldade para se locomover até a cidade de Marabá para garantir acesso à Justiça e demais serviços de cidadania, principalmente pela dificuldade da estrada não pavimentada e não contar com transporte regular.
Cientes dessas dificuldades, os juízes Claudia Moura, Cristiano Magalhães Gomes, Danielle Karen Leite, Jonas da Conceição Silva, Eduardo Teixeira e Elaine Neves, levaram toda a estrutura do fórum para atender a população na própria vila.
Dentre os serviços prestados, houve o casamento comunitário e resolução de vários tipos de demandas judiciais, entre elas registro civil, pensão alimentícia, divórcio, reconhecimento de paternidade, entre outras.
Além do atendimento judicial, a população também teve acesso a diversos serviços como atendimento médico e odontológico, prestados pelo Exército, Sest-Senat, Unimed-Sul do Pará e Secretaria Municipal de Saúde, expedição de documentos (RG, CPF, CTPS) providenciados pelo SACI, orientação jurídica prestada pela Defensoria Pública e OAB-Subseção Marabá, corte de cabelo, orientação para benefícios prestados pela Secretaria de Assistência Social do Município, garantindo, assim, um leque de oportunidades para os moradores resolverem muitas necessidades.
Ação de Cidadania encerra Semana da Conciliação
Edinaldo Sousa
Uma ação de cidadania, promovida pelos juízes de Marabá, ocorrida na Vila Brejo do Meio, zona rural do município, marcou o encerramento do evento promovido pelo Conselho Nacional de Justiça.
Participaram dessa ação, diversas entidades, dentre eles, árias o Ministério Público Estadual, Defensoria Pública, Cartório de Registro Civil do 2º Ofício de Marabá, Unimed Sul do Pará, Exército Brasileiro, Prefeitura Municipal, Fundação Zoobotânica, Sest-Senat e OAB- Subseção Marabá.
A escolha da Vila Brejo do Meio para encerrar o evento se deu, de acordo com a juíza Cláudia Regina Moreira Favacho Moura em função da necessidade dessa localidade em ter acesso a serviços básicos de cidadania.
Distante cerca 60 Km da sede da sede do município a Vila Brejo do Mio conta com uma população estimada em cerca de 3,5 mil habitantes.
Essa população tem dificuldade para se locomover até a cidade de Marabá para garantir acesso à Justiça e demais serviços de cidadania, principalmente pela dificuldade da estrada não pavimentada e não contar com transporte regular.
Cientes dessas dificuldades, os juízes Claudia Moura, Cristiano Magalhães Gomes, Danielle Karen Leite, Jonas da Conceição Silva, Eduardo Teixeira e Elaine Neves, levaram toda a estrutura do fórum para atender a população na própria vila.
Dentre os serviços prestados, houve o casamento comunitário e resolução de vários tipos de demandas judiciais, entre elas registro civil, pensão alimentícia, divórcio, reconhecimento de paternidade, entre outras.
Além do atendimento judicial, a população também teve acesso a diversos serviços como atendimento médico e odontológico, prestados pelo Exército, Sest-Senat, Unimed-Sul do Pará e Secretaria Municipal de Saúde, expedição de documentos (RG, CPF, CTPS) providenciados pelo SACI, orientação jurídica prestada pela Defensoria Pública e OAB-Subseção Marabá, corte de cabelo, orientação para benefícios prestados pela Secretaria de Assistência Social do Município, garantindo, assim, um leque de oportunidades para os moradores resolverem muitas necessidades.
XVII Ficam promete movimentar a cidade
A grande estrutura montada no Ginásio Poliesportivo Renato Veloso, na Folha 16, já antecipa o que será a XVII Feira da Indústria, Comércio, Cultura e Artes de Marabá. Neste ano de 2010, os cinco dias terão intensa programação, abrangendo os mais diversos segmentos,com rodadas de negociações, palestras, shows e fechamento de inúmeros negócios.
Para este ano, a Ficam tem novo e moderno layout, desde a proposta de distribuição dos stands ao formato da feira, que visa ter público recorde, com participação maciça de empresários, da população e em especial de acadêmicos. Segundo Gilberto Leite, presidente da Associação Comercial e Industrial de Marabá, esta será a maior feira de todos os tempos, não apenas na circulação de valores e fechamento de negócios, mas na troca de experiências e transferência de informações.
“No ano passado tivemos uma circulação média de R$ 10 milhões durante o evento.Este ano, com a participação da Alpa, será possível chegarmos à casa do bilhão, uma vez que as obras da Alpa estão saindo da etapa de terraplanagem e passando para a de obras civis e metal-mecânico. Muitos negócios que já estão pré-estabelecidos podem ser fechados durante a feira”, antecipa Gilberto.
A abertura oficial acontece no dia 8 às 21 horas. A partir do dia 9 até 11, durante todo o dia, acontecem palestras. Uma das mais aguardadas nesta edição de 2010 é a do jornalista Luís Nassif que falará sobre “A Nova Etapa do Desenvolvimento Brasileiro”.Luís Nassif é jornalista especializado no noticiário econômico, introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país e vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008.
O auditório onde acontecerão as palestras tem capacidade para 600 pessoas e está montado dentro da feira. De acordo com Gilberto a prioridade neste evento é a participação do empresariado local que tem interesse em entender e participar de forma ativa no desenvolvimento que vive o município de Marabá. “Essa feira é para os grandes empresários, mas é também para os pequenos e microempresários, que terão a oportunidade de aprender como se portar diante dos grandes investimentos que estão sendo implantados na região”, orienta Leite.
Estão sendo preparados cerca de 190 stands, o túnel de exposição de veículos está maior e foi montado do lado de fora do ginásio. O espaço para os shows, que este ano traz atrações a nível nacional, regional e local, também ganhou novo local, bem como a praça de alimentação. “Essa é uma feira diferente de todas as anteriores, ela com certeza ficará na história da Ficam”, conclui Gilberto Leite.
Acompanhe a programação de palestras e cultural:
Dia 08 -21h - Abertura Oficial da XVII FICAM - Atração local
Dia 09 - 10h - Feirão da Caixa Econômica Federal
14h- Palestra: Marabá Oportunidades de Negócios
Palestrante: Consultor Durval Vieira de Freitas
15h- Palestra: Empreendedorismo Comunitário
Palestrante: Joaquim de Melo
16h- Debates mesa redonda «Durval e Joaquim de melo»
17h - Palestra: A Nova Etapa do Desenvolvimento Brasileiro
Palestrante: Economista Luís Nassif
18h - Encontro das Micro e Pequenas Empresas do Sul e Sudeste do Pará
19h30 - Lei Geral e o Desenvolvimento Municipal
23h - Show Artístico – Aviões do Forró
Dia 10 - 08h - Municipalização da Política Pública dos Incentivos à MPE - avanços e desafios da Lei Geral no Brasil e Pará
Palestrante: André Spínola - Unidade de Políticas Públicas doSEBRAE Nacional
09h30 - Os Desafios da MPE - Inovação, Gestão e Sustentabilidade.
Sua empresa já desenvolveu a visão 2020?
Palestrante: Ricardo Neves - ITC Consultoria
11h15 -Os Pequenos Negócios e as Perspectivas no Cenário Nacional.
- Tendências de Mercado e Oportunidades para as MPE.
Palestrante: Antônio Batista - SEBRAE/PA
14h30 -Construção da Agenda Positiva para os Pequenos Negócios.
Acesso à Crédito; Capacitação; Tecnologia e Inovação; Mercado; Municipalização da Lei Geral – Desafios e Oportunidades.
Palestrante: Antônio Batista - SEBRAE/PA.
16h15 - Os Desafios da MPE- Inovação, Sustentabilidade e Gestão.
- Designer, Emoção e Memória Coletiva: Um Novo Olhar no Mercado
Palestrante: Marcelo Rosenbaum - Designer responsável pelo quadro « Lar, Doce Lar» do programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo.
18h -Sinobras - Oportunidades de Negócios
18h50 - (Portal de Compras) Quadrem - Como se cadastrar e vender para a Vale
19h10 - FIEPA - Lançamento das Câmaras Setoriais Estratégicas
19h30 - Encontro de Negócios entre Fornecedores Locais - Odebrech, Sinobras, U&M e Vale
23h - Show Artístico - Menina Assanhada
Dia 11 - 14h - Palestra: O Papel das Entidades Públicas Frente aos Desafios do 1º Emprego.
Palestrantes: Luana Bastos - Sine/ Marabá e Hugo Suenaga - FIEPA
14h40 -Palestra: Aspectos Legais da Aprendizagem Profissional.
Palestrante: Rafael Dias Marques - Procurador do Trabalho e Coordenador Nacional de Combate à Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes - Sup. Reg. Trab.
15h30 - Palestra: Indicativos Norteadores para as Atividades Profissionais da Região Norte.
Palestrante: Everton Costa - DIEESE
16h20- Lançamento do Projeto Balcão de Estágio
18h - Solenidade de entrega de Crédito do Programa Cred Pará
23h - Show Artístico – Léo Magalhães
Dia 12 -21h - Encerramento XVII FICAM
22h - Show Artístico – Cheiro Verde
Assessoria de Imprensa – www.ficam2010.com.br
Para este ano, a Ficam tem novo e moderno layout, desde a proposta de distribuição dos stands ao formato da feira, que visa ter público recorde, com participação maciça de empresários, da população e em especial de acadêmicos. Segundo Gilberto Leite, presidente da Associação Comercial e Industrial de Marabá, esta será a maior feira de todos os tempos, não apenas na circulação de valores e fechamento de negócios, mas na troca de experiências e transferência de informações.
“No ano passado tivemos uma circulação média de R$ 10 milhões durante o evento.Este ano, com a participação da Alpa, será possível chegarmos à casa do bilhão, uma vez que as obras da Alpa estão saindo da etapa de terraplanagem e passando para a de obras civis e metal-mecânico. Muitos negócios que já estão pré-estabelecidos podem ser fechados durante a feira”, antecipa Gilberto.
A abertura oficial acontece no dia 8 às 21 horas. A partir do dia 9 até 11, durante todo o dia, acontecem palestras. Uma das mais aguardadas nesta edição de 2010 é a do jornalista Luís Nassif que falará sobre “A Nova Etapa do Desenvolvimento Brasileiro”.Luís Nassif é jornalista especializado no noticiário econômico, introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país e vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008.
O auditório onde acontecerão as palestras tem capacidade para 600 pessoas e está montado dentro da feira. De acordo com Gilberto a prioridade neste evento é a participação do empresariado local que tem interesse em entender e participar de forma ativa no desenvolvimento que vive o município de Marabá. “Essa feira é para os grandes empresários, mas é também para os pequenos e microempresários, que terão a oportunidade de aprender como se portar diante dos grandes investimentos que estão sendo implantados na região”, orienta Leite.
Estão sendo preparados cerca de 190 stands, o túnel de exposição de veículos está maior e foi montado do lado de fora do ginásio. O espaço para os shows, que este ano traz atrações a nível nacional, regional e local, também ganhou novo local, bem como a praça de alimentação. “Essa é uma feira diferente de todas as anteriores, ela com certeza ficará na história da Ficam”, conclui Gilberto Leite.
Acompanhe a programação de palestras e cultural:
Dia 08 -21h - Abertura Oficial da XVII FICAM - Atração local
Dia 09 - 10h - Feirão da Caixa Econômica Federal
14h- Palestra: Marabá Oportunidades de Negócios
Palestrante: Consultor Durval Vieira de Freitas
15h- Palestra: Empreendedorismo Comunitário
Palestrante: Joaquim de Melo
16h- Debates mesa redonda «Durval e Joaquim de melo»
17h - Palestra: A Nova Etapa do Desenvolvimento Brasileiro
Palestrante: Economista Luís Nassif
18h - Encontro das Micro e Pequenas Empresas do Sul e Sudeste do Pará
19h30 - Lei Geral e o Desenvolvimento Municipal
23h - Show Artístico – Aviões do Forró
Dia 10 - 08h - Municipalização da Política Pública dos Incentivos à MPE - avanços e desafios da Lei Geral no Brasil e Pará
Palestrante: André Spínola - Unidade de Políticas Públicas doSEBRAE Nacional
09h30 - Os Desafios da MPE - Inovação, Gestão e Sustentabilidade.
Sua empresa já desenvolveu a visão 2020?
Palestrante: Ricardo Neves - ITC Consultoria
11h15 -Os Pequenos Negócios e as Perspectivas no Cenário Nacional.
- Tendências de Mercado e Oportunidades para as MPE.
Palestrante: Antônio Batista - SEBRAE/PA
14h30 -Construção da Agenda Positiva para os Pequenos Negócios.
Acesso à Crédito; Capacitação; Tecnologia e Inovação; Mercado; Municipalização da Lei Geral – Desafios e Oportunidades.
Palestrante: Antônio Batista - SEBRAE/PA.
16h15 - Os Desafios da MPE- Inovação, Sustentabilidade e Gestão.
- Designer, Emoção e Memória Coletiva: Um Novo Olhar no Mercado
Palestrante: Marcelo Rosenbaum - Designer responsável pelo quadro « Lar, Doce Lar» do programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo.
18h -Sinobras - Oportunidades de Negócios
18h50 - (Portal de Compras) Quadrem - Como se cadastrar e vender para a Vale
19h10 - FIEPA - Lançamento das Câmaras Setoriais Estratégicas
19h30 - Encontro de Negócios entre Fornecedores Locais - Odebrech, Sinobras, U&M e Vale
23h - Show Artístico - Menina Assanhada
Dia 11 - 14h - Palestra: O Papel das Entidades Públicas Frente aos Desafios do 1º Emprego.
Palestrantes: Luana Bastos - Sine/ Marabá e Hugo Suenaga - FIEPA
14h40 -Palestra: Aspectos Legais da Aprendizagem Profissional.
Palestrante: Rafael Dias Marques - Procurador do Trabalho e Coordenador Nacional de Combate à Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes - Sup. Reg. Trab.
15h30 - Palestra: Indicativos Norteadores para as Atividades Profissionais da Região Norte.
Palestrante: Everton Costa - DIEESE
16h20- Lançamento do Projeto Balcão de Estágio
18h - Solenidade de entrega de Crédito do Programa Cred Pará
23h - Show Artístico – Léo Magalhães
Dia 12 -21h - Encerramento XVII FICAM
22h - Show Artístico – Cheiro Verde
Assessoria de Imprensa – www.ficam2010.com.br
domingo, 5 de dezembro de 2010
Moradores interditam Transamazônica
Sistema de abastecimento não atende toda a comunidade; problema se agravou nas últimas três semanas; Transamazônica ficou interditada por três horas
Marabá, novamente ganhou espaço na mídia estadual esta semana. Mais uma vez de forma pejorativa. Tudo por conta do protesto de moradores da Vila São José, localidade encravada na BR-230, distante oito quilômetros do centro urbano de Marabá.
Eles interditaram a BR-230 e exigiam que a Prefeitura restabelecesse o sistema de abastecimento de água. Uma única bomba que suga a água de um poço artesiano estaria quebrada há quase um mês.
Por diversas vezes eles avisaram a Prefeitura do problema, porém não encontraram eco e somente após mais de três horas de protesto é que conseguiram a promessa de que o problema seria resolvido esta semana. Resta saber se não será mais uma promessa não cumprida da administração “O povo governando”, do ainda prefeito Maurino Magalhães.
Marabá, novamente ganhou espaço na mídia estadual esta semana. Mais uma vez de forma pejorativa. Tudo por conta do protesto de moradores da Vila São José, localidade encravada na BR-230, distante oito quilômetros do centro urbano de Marabá.
Eles interditaram a BR-230 e exigiam que a Prefeitura restabelecesse o sistema de abastecimento de água. Uma única bomba que suga a água de um poço artesiano estaria quebrada há quase um mês.
Por diversas vezes eles avisaram a Prefeitura do problema, porém não encontraram eco e somente após mais de três horas de protesto é que conseguiram a promessa de que o problema seria resolvido esta semana. Resta saber se não será mais uma promessa não cumprida da administração “O povo governando”, do ainda prefeito Maurino Magalhães.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Polícia detona assaltante em fuga
Vítima roubou uma farmácia na Folha 32 e tentou fugir atirando em mmilitares, mas levou a pior
Edinaldo Sousa - Um assaltante morto e outro preso. Este o saldo de uma refrega que aconteceu na tarde da última terça-feira em Marabá. O confronto aconteceu num terreno às proximidades da Transvila, estrada que dá acesso às Vilas Castelo Branco e Costa e Silva, do Exército Brasileiro, Nova Marabá.
O assaltante foi identificado por Manasses Santana da Silva 18 anos, que aparentemente morava na rua Mato Grosso, 75, bairro da Paz em Parauapebas, enquanto o acusado de ser assaltante preso foi Fábio Alves de Souza 32 anos, que disse morar na Folha 33, Quadra 15, Lote 16, Nova Marabá.
De acordo com o comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, Raimundo Cardoso de Sousa Júnior Manasses da Silva integrou uma quadrilha de quatro assaltantes que naquela mesma tarde roubou uma farmácia na Folha 32, Nova Marabá.
Era por volta das 15h30 quando quatro pessoas chegaram nesta farmácia e realizaram o roubo. Pessoas ligadas à farmácia perceberam que estava acontecendo um assalto e denunciaram à Polícia Militar.
Estas mesmas pessoas efetuaram uma perseguição ao bando. Policiais militares da 27ª Zona de Policiamento Militar, comandados pelo sargento Wellington Ferreira Lopes, fizeram um cerco em diversas frentes, até que deram de frente com quatro suspeitos sob uma árvore.
“Eles estavam dividindo o roubo”, contou o sargento Wellington Lopes para em seguida dizer que os policiais militares efetuaram alguns disparos de alerta e deram voz de prisão aos acusados, porém os quatro fugiram se embrenhando numa invasão conhecida por “Cavalo morto”, atrás da Folha 26 e às proximidades da Transvila.
Neste momento, conta o militar, os policiais se dividiram e fizeram várias buscas, tanto na Fola 26, quanto na invasão “Cavalo Morto”. Parte dos assaltantes seguiu para uma área de pântano na invasão.
Neste ínterim o cerco estava se fechando. Os militares continuaram em busca dos assaltantes e “vararam” na Transvila e se depararam com quatro suspeitos.
Neste momento, conta o sargento Wellington Lopes, houve novos disparos de alerta, sendo que três assaltantes se embrenharam no mato, sendo que Manasses da Silva entrou num terreno que estava murado em três laterais e assim não teve como fugir.
Ainda de acordo com o militar, o assaltante portava uma pistola calibre 380, usada no assalto e tentou fugir abrindo fogo contra a guarnição, que por sua vez revidou vindo a efetuar alguns disparos na vítima.
Neste mesmo momento estava sendo preso o acusado de ser assaltante, Fábio de Souza estava sendo preso nos fundos da Folha 26, Nova Marabá. Ele nega que seja assaltante e que tinha ido até essa folha para fazer a mudança de uma pessoa que identificou pelo prenome Rafael.
Entretanto o sargento Wellington Lopes afirma categoricamente que avistou o acusado juntamente com outros três dividindo os produtos roubados da farmácia. “É mentira dele, não tem nada de mudança e esse Rafael não mora onde ele falou”, desmascarou.
O acusado ficou se de ser autuado por roubo qualificado, tendo em vista que foi reconhecido pelo militar.
A mulher dele, que não quis se identificar, comentou em frente à delegacia que um interlocutor ligava a todo instante para Fábio e o convidava a fazer uma parada. “Ele disse que saiu para fazer uma mudança”, comenta dizendo que tem cinco filhos menores para criar e está desempregada.
Assaltantes pretendiam roubar caixa eletrônico
A reportagem levantou que os quatro assaltantes pretendiam roubar um caixa eletrônico do Banco do Brasil, que fica localizado dentro dessa farmácia na Folha 32, Nova Marabá.
Como o plano não deu certo por conta de uma falha no sistema, optaram em roubar o caixa da farmácia e alguns clientes que estavam no prédio. Este ano é o quarto roubo que aconteceu nessa farmácia este ano.
Assim que realizaram o roubo os quatro assaltante fugiram em três motos e rumaram em direção à Folha 23, de onde migraram para a invasão do Cavalo Morto e posteriormente para a Folha 26, Nova Marabá.
Imagens – O circuito interno de televisão deve ajudar a Polícia a tentar identificar o restante do bando, segundo informou o coronel Cardoso.
“Vamos intensificar o nosso trabalho e sempre que os bandidos enfrentarem a Polícia vão levar a pior”, adianta o militar.
“Eles podem até roubar, mas cedo ou tarde vão ser apanhados, vamos continuar nas ruas por conta do aumento do fluxo de dinheiro em Marabá”, conclui. (E.S.)
Objetos apreendidos
Moto Fan, azul, placa JUV-3647
Moto 150, preta, placa JUY-5337
Moto Biz vermelha, placa NSH-2365
Pistola 380, com um carregador e oito projéteis
Edinaldo Sousa - Um assaltante morto e outro preso. Este o saldo de uma refrega que aconteceu na tarde da última terça-feira em Marabá. O confronto aconteceu num terreno às proximidades da Transvila, estrada que dá acesso às Vilas Castelo Branco e Costa e Silva, do Exército Brasileiro, Nova Marabá.
O assaltante foi identificado por Manasses Santana da Silva 18 anos, que aparentemente morava na rua Mato Grosso, 75, bairro da Paz em Parauapebas, enquanto o acusado de ser assaltante preso foi Fábio Alves de Souza 32 anos, que disse morar na Folha 33, Quadra 15, Lote 16, Nova Marabá.
De acordo com o comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, Raimundo Cardoso de Sousa Júnior Manasses da Silva integrou uma quadrilha de quatro assaltantes que naquela mesma tarde roubou uma farmácia na Folha 32, Nova Marabá.
Era por volta das 15h30 quando quatro pessoas chegaram nesta farmácia e realizaram o roubo. Pessoas ligadas à farmácia perceberam que estava acontecendo um assalto e denunciaram à Polícia Militar.
Estas mesmas pessoas efetuaram uma perseguição ao bando. Policiais militares da 27ª Zona de Policiamento Militar, comandados pelo sargento Wellington Ferreira Lopes, fizeram um cerco em diversas frentes, até que deram de frente com quatro suspeitos sob uma árvore.
“Eles estavam dividindo o roubo”, contou o sargento Wellington Lopes para em seguida dizer que os policiais militares efetuaram alguns disparos de alerta e deram voz de prisão aos acusados, porém os quatro fugiram se embrenhando numa invasão conhecida por “Cavalo morto”, atrás da Folha 26 e às proximidades da Transvila.
Neste momento, conta o militar, os policiais se dividiram e fizeram várias buscas, tanto na Fola 26, quanto na invasão “Cavalo Morto”. Parte dos assaltantes seguiu para uma área de pântano na invasão.
Neste ínterim o cerco estava se fechando. Os militares continuaram em busca dos assaltantes e “vararam” na Transvila e se depararam com quatro suspeitos.
Neste momento, conta o sargento Wellington Lopes, houve novos disparos de alerta, sendo que três assaltantes se embrenharam no mato, sendo que Manasses da Silva entrou num terreno que estava murado em três laterais e assim não teve como fugir.
Ainda de acordo com o militar, o assaltante portava uma pistola calibre 380, usada no assalto e tentou fugir abrindo fogo contra a guarnição, que por sua vez revidou vindo a efetuar alguns disparos na vítima.
Neste mesmo momento estava sendo preso o acusado de ser assaltante, Fábio de Souza estava sendo preso nos fundos da Folha 26, Nova Marabá. Ele nega que seja assaltante e que tinha ido até essa folha para fazer a mudança de uma pessoa que identificou pelo prenome Rafael.
Entretanto o sargento Wellington Lopes afirma categoricamente que avistou o acusado juntamente com outros três dividindo os produtos roubados da farmácia. “É mentira dele, não tem nada de mudança e esse Rafael não mora onde ele falou”, desmascarou.
O acusado ficou se de ser autuado por roubo qualificado, tendo em vista que foi reconhecido pelo militar.
A mulher dele, que não quis se identificar, comentou em frente à delegacia que um interlocutor ligava a todo instante para Fábio e o convidava a fazer uma parada. “Ele disse que saiu para fazer uma mudança”, comenta dizendo que tem cinco filhos menores para criar e está desempregada.
Assaltantes pretendiam roubar caixa eletrônico
A reportagem levantou que os quatro assaltantes pretendiam roubar um caixa eletrônico do Banco do Brasil, que fica localizado dentro dessa farmácia na Folha 32, Nova Marabá.
Como o plano não deu certo por conta de uma falha no sistema, optaram em roubar o caixa da farmácia e alguns clientes que estavam no prédio. Este ano é o quarto roubo que aconteceu nessa farmácia este ano.
Assim que realizaram o roubo os quatro assaltante fugiram em três motos e rumaram em direção à Folha 23, de onde migraram para a invasão do Cavalo Morto e posteriormente para a Folha 26, Nova Marabá.
Imagens – O circuito interno de televisão deve ajudar a Polícia a tentar identificar o restante do bando, segundo informou o coronel Cardoso.
“Vamos intensificar o nosso trabalho e sempre que os bandidos enfrentarem a Polícia vão levar a pior”, adianta o militar.
“Eles podem até roubar, mas cedo ou tarde vão ser apanhados, vamos continuar nas ruas por conta do aumento do fluxo de dinheiro em Marabá”, conclui. (E.S.)
Objetos apreendidos
Moto Fan, azul, placa JUV-3647
Moto 150, preta, placa JUY-5337
Moto Biz vermelha, placa NSH-2365
Pistola 380, com um carregador e oito projéteis
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Ibama desmonta serrarias em terra indígena
O Ibama fechou e desmontou seis serrarias em Cumaru do Norte, Bannach e Pau D’Arco, no sul do Pará. A ação aconteceu durante a Operação Ocara, realizada em conjunto com a Polícia Federal e Fundação Nacional do Índio (Funai), entre os dias 22 e 28/11.
Instaladas no entorno da Terra Indígena Kayapó, as empresas madeireiras vinham funcionando irregularmente, sem a licença ambiental e a aprovação da Funai.
Todas ainda são acusadas de financiar a exploração ilegal de madeira dentro da área protegida. Além de multadas em R$540 mil, as serrarias tiveram apreendidos 1,3 mil m3 de madeira (cerca de 52 caminhões cheios), 65 motores elétricos, um caminhão, além de dezenas de equipamentos como destopadeiras, serras-fitas, serras-circulares e amoladores, entre outros.
Na terça-feira (23/11), a Operação Ocara (oca central de uma aldeia) chegou a Cumaru do Norte, onde se concentrou grande parte da ação. Além de Ibama, PF e Funai, havia no comboio cerca de 15 homens contratados para fazer o desmonte das serrarias ilegais.
Ao perceber o objetivo dos agentes federais, os madeireiros abandonaram boa parte das toras retiradas da terra indígena pelas ruas, lixões e fazendas do município, numa tentativa de dificultar a fiscalização. Os donos das serrarias também fugiram, deixando para trás seus negócios fechados.
Apesar da resistência, todas as serrarias denunciadas foram abertas e fiscalizadas. Durou cinco dias a operação de desmonte daquelas em que se confirmou o funcionamento clandestino.
A madeira apreendida nos pátios das empresas, as abandonadas pela cidade e o maquinário foram depositados aos cuidados das prefeituras de Cumaru do Norte e Redenção, até que sejam doados a obras sociais na região. Além das sanções do Ibama, os donos da serrarias vão responder criminalmente pelos ilícitos ambientais.
A Terra Indígena Kayapó foi alvo em outubro de outra grande operação envolvendo Ibama, Polícia Federal e Funai, a Operação Bateia.
Na ocasião, os agentes federais destruíram um garimpo ilegal de ouro e retiraram cerca de 300 pessoas da área protegida.
Instaladas no entorno da Terra Indígena Kayapó, as empresas madeireiras vinham funcionando irregularmente, sem a licença ambiental e a aprovação da Funai.
Todas ainda são acusadas de financiar a exploração ilegal de madeira dentro da área protegida. Além de multadas em R$540 mil, as serrarias tiveram apreendidos 1,3 mil m3 de madeira (cerca de 52 caminhões cheios), 65 motores elétricos, um caminhão, além de dezenas de equipamentos como destopadeiras, serras-fitas, serras-circulares e amoladores, entre outros.
Na terça-feira (23/11), a Operação Ocara (oca central de uma aldeia) chegou a Cumaru do Norte, onde se concentrou grande parte da ação. Além de Ibama, PF e Funai, havia no comboio cerca de 15 homens contratados para fazer o desmonte das serrarias ilegais.
Ao perceber o objetivo dos agentes federais, os madeireiros abandonaram boa parte das toras retiradas da terra indígena pelas ruas, lixões e fazendas do município, numa tentativa de dificultar a fiscalização. Os donos das serrarias também fugiram, deixando para trás seus negócios fechados.
Apesar da resistência, todas as serrarias denunciadas foram abertas e fiscalizadas. Durou cinco dias a operação de desmonte daquelas em que se confirmou o funcionamento clandestino.
A madeira apreendida nos pátios das empresas, as abandonadas pela cidade e o maquinário foram depositados aos cuidados das prefeituras de Cumaru do Norte e Redenção, até que sejam doados a obras sociais na região. Além das sanções do Ibama, os donos da serrarias vão responder criminalmente pelos ilícitos ambientais.
A Terra Indígena Kayapó foi alvo em outubro de outra grande operação envolvendo Ibama, Polícia Federal e Funai, a Operação Bateia.
Na ocasião, os agentes federais destruíram um garimpo ilegal de ouro e retiraram cerca de 300 pessoas da área protegida.
Assinar:
Postagens (Atom)