quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Equipe "tempo ruim" sufoca bandidagem


Traficantes, homicidas e assaltantes presos


Equipe da superintendência regional do sudeste paraense sob o comando dos delegados Alberto Henrique Teixeira de Barros e Bismarck Borges, prenderam, na manhã de hoje, três pessoas acusadas de tráfico, homicídio e assaltos em Marabá. 
Teugênio Coutinho Marinho 25 anos, Walisson Jansen da Silva e um irmão deste, um adolescente de 17 anos foram apanhados na Folha 6, que atualmente está sendo conhecida por nova Cracolândia de Marabá.
Um dos acusados, o adolescente, quando estava sendo apresentado para a imprensa foi reconhecido por uma repórter da RBATV que teria sido roubada por ele recentemente. Os três ficaram de ser atuado pelos respectivos crimes. 

terça-feira, 16 de agosto de 2011


Curtume fechado gera prejuízo diário de cerca de R$ 200 mil/dia

Carlos Obregon diz que ações devem minimizar impactos


Curtume da JBS volta a funcionar em setembro



Em parecer emitido no último final de semana a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) liberou o embargo ao Curtume da JBS Couros que já durava uma semana de interdição.

As medidas apresentadas pela empresa, um dia anterior à liberação convenceram ao corpo técnico da Semma que são suficientes para mitigar os efeitos dos odores do mau cheiro exalado pelo curtume.

O embargo causou um grande rebuliço na empresa a ponto de um dos diretores da JBS, Carlos Obregon ter se deslocado de São Paulo à Marabá.

Na manhã de quinta-feira, Obregon falou à imprensa marabaense e, entre outras coisas pontuou que a empresa deve adotar 15 ações que visam minimizar o problema dos odores.

Prejuízo – Por conta da interdição do Curtume a empresa JBS amarga prejuízo uma vez que por dia são deixados de faturar pelo menos R$ 200 mil, considerando que o faturamento mensal fica na casa dos R$ 5 milhões.

Mas independentemente do prejuízo, desde 2009, quando o Curtume entrou em operação em Marabá, praticamente toda a comunidade à jusante da planta industrial reclamava dos fortes odores dessa atividade.

Ontem mesmo uma moradora da folha 35, vizinha ao Curtume e que preferiu o anonimato, contou que desde o fechamento do Curtume há uma tranqüilidade e as pessoas dormem sem o incômodo do mau cheiro.

Por conta do fechamento do Curtume, os funcionários desta unidade, cerca de 150, estão em férias coletivas, porém a unidade deve operar no início do mês de setembro deste ano.

A empresa vai começar a colocar em prática o plano que apresentou antes de voltar efetivamente às atividades.

Grandeza – Este episódio envolvendo o fechamento do Curtume da JBS revela várias nuanças em torno do assunto. Uma delas diz respeito ao fato de a empresa, presente em mais de cem países, é líder mundial de mercado em alimentos e operava com um sistema que exalava mau cheiro na atmosfera.

Outro ponto pode ser percebido quanto à licença de operação expedida pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente, uma vez que todos os requisitos envolvendo o controle de odores, aparentemente não tinham sido cumpridos.

Exportação – Durante a coletiva concedida por Carlos Obregon, outro detalhe não menos importante veio à tona, que diz respeito à manufatura do couro.

Em Marabá, a JBS Couros beneficia cerca de dois mil couros por dia, sendo boa oriunda da matança de bois no frigorífico da empresa e o excedente de outros frigoríficos.

Toda essa produção é exportada para países da Ásia, sobretudo a China, Europa e EUA. De toda a produção brasileira, entre 10 a 15% é manufaturada no Brasil.

Diante de tais números, uma pergunta recorrente entre alguns profissionais de imprensa de Marabá diz respeito à verticalização do couro no município.

Obregon, entre outras explicações, informou que para se alcançar tal nível de produção é preciso reunir uma seqüência de eventos a fim de viabilizar o negócio. “Não é tão simples assim é preciso reunir todos os atores juntos a fim de que no final o negócio seja implementado”, explica.


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

BR-222: um perigo a cada curva

Cortina de poeira aumenta risco de acidente na rodovia

Equipe da RBATV ficou no "prego" duas vezes na rodovia



 



Quem se arrisca a trafegar pela rodovia BR-222, no trecho mais conhecido como “Estrada do Rio Preto”, corre o risco diariamente de ter o mesmo fim que o sargento Wilson de Melo 46, morto em acidente no dia 15 de julho deste ano.

O militar foi literalmente esmagado por três carros, sendo uma carreta bi-trem, um caminhão boiadeiro e uma camionete. O corpo dele ficou irreconhecível.

Este acidente aconteceu em função da grande cortina de poeira que se forma nesta rodovia a cada vez que um veículo passa e quando se cruzam a visibilidade é quase zero o que aumenta ainda mais o perigo.

Não bastasse a poeira, a estrada, apesar de estar razoavelmente conservada, tem vários pedregulhos soltos e que vez por outra causa prejuízos.

Nesta segunda-feira, uma equipe de jornalistas de Marabá do Opinião, Diário do Pará e da RBATV ficou no “prego” nessa estrada por quase cinco horas. Tudo por conta de dois pneus furados do carro.

Praticamente todos os moradores das vilas, no trecho até a Vila União, reclamam da poeira provocada pelo grande fluxo de caminhões.

De outra parte cresce naquela região o desejo de ver a rodovia pavimentada, para tanto há quem pensa em organizar um grande ato reivindicando tal pavimentação. É esperar pra ver.


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Motoqueiro ostenta chifre

Ele não está nem ai colocou dois chifres no capacete. Alguém tem inveja?

Alheio aos comentários, o motoqueiro ai, ostenta um belo par de chifres na cabeça. Ele foi flagrado por esse post quando passava em frente à praça São Francisco, Cidade Nova, tira um fino

Espalhando terra

Caçamba por anda passa joga piçarra em condutores


 


Uma caçamba do Exercito Brasileiro (EB), trafegando pela VP-8, à altura de um grande supermercado espalhava um rastro de piçarra por onde passava.
Por um único motivo a caçamba espalhava as pedras: não tinha cobertura de uma lona e quem vinha atrás tinha de livrar dos pedregulhos: belo exemplo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Semma fecha curtume da JBS Couros

Curtume exala mau cheiro e efluentes são jogados no Itacaiúnas






Final de semana passado a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) resolveu interditar o curtume da JBS Couros, no Distrito Industrial de Marabá (DIM).

A medida foi precedida de duas notificações, porém, segundo o secretário interino da Semma, Antonio Karth informou que a empresa enviou documentos incompletos acerca da operação do Curtume.

Não é de hoje que a comunidade à jusante do Bertin reclama do mau cheiro exalado pela chaminé do curtume até que a Semma interveio.

A empresa foi multada em R$ 5 milhões e mais R$ 10 mil por cada dia que o Curtume continuar em operação. Em nota (publicada a baixo) a empresa se explica a respeito do caso.

COMUNICADO

A JBS, ciente de suas obrigações sociais e ambientais, bem como de sua importância econômica para a região de Marabá, informa que tem tomado todas as medidas necessárias para minimizar os impactos gerados por suas atividades nas regiões em que atua.
Em Marabá, onde possui um curtume com capacidade para curtir 3.000 peles por dia e uma unidade com capacidade para abater diariamente 1.500 cabeças de gado, a companhia gera mais de 1.000 empregos diretos.
 A companhia informa que concluiu no início deste mês um investimento de R$ 3,1 milhões. Os recursos permitiram a construção de um novo Sistema de Tratamento de Efluentes, composto por um complexo sistema de filtragem de resíduos e quatro lagoas de estabilização.
A partir de setembro, será colocada em prática uma segunda etapa do plano de investimentos em sustentabilidade em Marabá, em que outros R$ 400 mil serão aplicados em melhorias na graxaria da companhia.
Paralelamente às medidas industriais já tomadas, a JBS já iniciou o plantio de uma cortina arbórea ao redor de seu complexo industrial, formada por eucaliptos, bambus e citronelas. Essa medida tem por objetivo conter os odores emitidos pelo processo industrial de curtimento e tratamento do couro, reduzindo assim o incômodo gerado à população.
A JBS ressalta seu total interesse em manter as conversações com a sociedade e órgãos públicos, no sentido de ouvir sugestões da população em geral. A empresa lembra que todas as suas ações são voltadas para uma produção sustentável e que está sempre disponível para atender as demandas da sociedade.




Pagamento por Wx0






Rapaz é cada coisa que acontece neste meu Marabá, que contando ninguém acredita. Uma fonte segura me informou que um conhecido desportista do bairro Liberdade, pasme, cobra R$ 40,00 para o time que ganhar por Wx0 ficar com os pontos.

Quem é desportista sabe que nesse caso, obrigatoriamente o time que não comparece para jogar uma partida, automaticamente o outro time fica com os pontos, sem contar também que este mesmo desportista, promete determinada quantia para a premiação e no final do campeonato paga a menos, hein, tira um fino.