quarta-feira, 18 de abril de 2012

Sema faz jardinagem em Igreja


Quem passou em frente à Igreja Adventista do Novo Horizonte nesta terça-feira, percebeu uma movimentação de pessoas vestidas de camisetas verdes.
Era a turma do paisagismo (nove pessoas) da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema) que se desdobrava para aprontar o jardim da igreja.

Sem dúvida alguma a equipe faz um bom trabalho, contudo resta saber até que ponto a presença dos “verdinhos” é legal, tira um fino.
Sem dúvida alguma equipe faz um bom trabalho em jardim da Igreja

terça-feira, 17 de abril de 2012

Ano após ano e cadê a Justiça?

Joao Stédile (C) condena morosidade da Justiça brasileira 



No dia 17 de abril de 1996, sendo presidente Fernando Henrique Cardoso, as tropas da policia militar autorizadas pelo Governador Almir Gabriel (PSDB-PA), e financiadas pela empresa VALE DO RIO DOCE  (como denunciou mais tarde no processo o advogado dos policiais..), atacaram uma marcha pacífica de mais de mil famílias de sem terras que saíram de Eldorado dos Carajás rumo a Belém.
O resultado do massacre todos sabem, até as pedras.  19 sem-terras assassinados, alguns com requintes de crueldade, depois de algemados, foram mortos a coronhadas.  Outros dois morreram alguns meses depois, e mais de 60 sofreram seqüelas até hoje, impossibilitados para o trabalho agrícola.
A sociedade brasileira ficou estarrecida.  A ONU, os bispos, o Papa e os orixás clamaram por justiça.  Os movimentos camponeses de todo mundo escolheram então o dia 17 de abril, como dia mundial da luta camponesa, em homenagem àqueles mártires.

Seguiu-se um lento processo na Justiça paraense, que chegou a um Júri Popular, que condenou os dois principais comandantes militares a penas de mais de 200 anos de cadeia.    Os comandantes recorreram.  O poder judiciário os acolheu. E silenciou.  Passados 16 anos do massacre, nenhum responsável direta ou indiretamente foi preso, punido ou sofreu qualquer restrição por parte da “justiça”  brasileira ! 
 
Por essas e outras é que o povo brasileiro, de longe, considera o poder judiciário, o mais injusto, o mais anti-democratico, o mais corporativo, o mais servil aos interesses da burguesia.   Como diz o ditado popular, cadeia no Brasil, é feita para pobres e pretos!
Mas algum dia teremos uma reforma do poder judiciário, para estancar a vergonha das injustiças, dos salários imorais, das vantagens e das infiltrações denunciadas até pelo Conselho Nacional de Justiça.

Felizmente, os sobreviventes foram assentados no latinfudio que antes o Incra dizia ser “produtiva” e hoje se constituem na  mais produtiva e  progressista comunidade do município de Eldorado dos Carajás.

Enquanto isso, cadê a reforma agrária?
O capital agrário e as corporações transnacionais estão “nadando de braçada” na agricultura brasileira.   Depois da crise do capitalismo internacional, os preços médios das commodities agrícolas dobraram.  Isso representou uma enorme aumento na taxa de lucro, e uma corrida dos capitalistas de todo mundo, para comprar terras no Brasil, América Latina  e controlar a produção das mercadorias agrícolas.
Resultado: O Brasil sofreu nos últimos anos, o maior índice de concentração de terras de todos os tempos.  Está em curso uma enorme concentração da produção agrícola, que destina 85% de todas as terras agrícolas apenas para quatro produtos: soja, milho, cana e pecuária de corte.    A economia brasileira de volta aos tempos coloniais, virou agro-exportadora, enquanto a industria caiu para apenas 15% do PIB.
O agronegocio concentra terras e produção.  Aumenta sua dependência dos fertilizantes importados que esse ano atingiu a marca de 28 milhões de toneladas.  Transforma o Brasil no maior consumidor mundial de venenos agrícolas, que contamina o solo, as águas, e até a atmosfera, matam seres vegetais, animais, e proliferam o câncer em mais de um milhão de brasileiros por ano.  Sendo que segundo O instituto nacional do câncer, somente 40% vão se salvar!

Desequilibra o meio ambiente com seus desmatamentos e destruição da biodiversidade. Altera o clima.  Mas segue ganhando muito dinheiro.

Tudo isso é noticiado pela imprensa burguesa como o sucesso do progresso!

E o governo ? 
Bem, o governo ainda não tomou posse na área agrária, e quando se manifesta é para dizer besteira, como essa repetição burra, de que reforma agrária não é distribuir terras, que primeiro temos que melhorar a qualidade dos assentamentos.

Seria a mesma coisa de dizer  aos 10 milhões de famílias brasileiras que vivem em moradias precárias, que o governo não vai mais construir casas, que antes prefere  reformar as casas dos que já tem.

Senhores governantes : procurem no dicionário da educação do campo, recém editado pela Fiocruz,  ou no Aurélio.  Reforma agrária é um programa governamental, em que o estado desapropria as grandes propriedades, os latifundios e os distribui entre os agricultores sem- terra,  promovendo a democratização da propriedade rural no país.

Todos os países do hemisfério norte,  todas as democracias contemporâneas realizaram reformas agrárias, democratizaram o acesso a terra, como base para construção de sociedades mais democráticas.  Afinal, a terra é um bem da natureza, e todos os cidadãos tem os mesmos direitos sobre elas, assim como tem direito a alimentação, a emprego,  moradia digna e a educação.
 
Como não querem fazer uma verdadeira reforma agrária , ficam inventando subterfúgios de ocasião.  Sejam mais sinceros, pelo menos!    E menos burros, porque os grandes proprietários de terra, as empresas transnacionais e o agronegocio sempre fizeram campanha e financiaram os candidatos neoliberais e contrários ao governo Lula e Dilma. 

João Pedro Stedile, da coordenação Nacional do MST e da via Campesina Brasil




Poucos avanços após o Massacre de Eldorado de Carajás

Colonos têm dificuldades em se manter nos lotes por falta de estrutura









Dezesseis anos após o evento que projetou negativamente o Pará, o Massacre de Eldorado de Carajás, em 17 de abril de 1996, os avanços são pífios.
Quem afirma é o coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT), José Batista Gonçalves Afonso. Para ele a atual conjuntura política é totalmente desfavorável aos movimentos sociais.

Por décadas, a reforça agrária foi feita a fórceps e por conta dos vários problemas estruturais que terminam provocando um êxodo rural.

“Muitos assentados têm dificuldades em permanecer no campo por conta destes problemas”, garante.
A luta pela reforma agrária é feita de suor, sangue e lágrimas. Desde o Massacre, pelo menos 200 pessoas foram assassinadas e outras 809 lideranças camponesas estão ameaçadas de morte e pelo menos 463 fazendas foram ocupadas.

De outra parte, José Batista lembra que o agronegócio ganha cada vez mais força e tentáculos políticos em detrimento da agricultura familiar que está cada vez mais capenga.
Para ele, os avanços na agricultura familiar estão diretamente ligados à capacidade de mobilização dos movimentos sociais, contudo o momento para estas entidades é desfavorável.

Um dos reflexos é a completa falta de estrutura financeira, tanto que este ano o MST não realizou nenhum ato em Belém.
A manifestação mais contundente acontece na Curva do S, distante cerca de 3 quilômetros de Eldorado do Carajás, onde aconteceu o Massacre. Um culto ecumênico marcou o ato, que foi precedido de diversas manifestações culturais e de políticos regionais.

Vermifugação eficiente e sem período de carência


Pecuária brasileira cada vez mais fortalecida com novos produtos




O pecuarista brasileiro (corte e leite) ganhou uma tecnologia de última geração para o controle das principais verminoses que afetam o sistema gastrintestinal e pulmonar dos bovinos.



Trata-se da molécula endectocida “eprinomectina”, que é o princípio ativo de Eprinex® Pour On, da Merial Saúde Animal. Comprovadamente eficaz, mostrando eficácia e alta persistência no controle das principais verminoses dos bovinos, a solução não determina descarte do leite nem é necessário período de carência ou retirada para o abate dos animais tratados.



Desenvolvido por pesquisadores da Merial, a eprinomectina surgiu após intenso trabalho em busca de um antiparasitário de ação realmente inovadora.



 Segundo Paulo Colla, gerente de produtos da Merial, a chegada de Eprinex® ao mercado brasileiro representa um benefício sem precedentes para a pecuária bovina de corte e leiteira, num momento em que a carne bovina brasileira é um dos maiores destaques do agronegócio. Nos últimos anos, o Brasil é o maior exportador de carne bovina em todo o mundo e o produto chega à mesa tanto de consumidores brasileiros, quanto de vários países do mundo, inclusive de mercados extremamente exigentes como o norte-americano e europeu, sem apresentar riscos à saúde dos consumidores quando a questão é presença de resíduos penalizáveis nos alimentos,



“Com a eprinomectina, o controle de importantes parasitos no gado de corte no período pré abate, deixou de ser uma preocupação ao pecuarista, que pode fazer o manejo de vermifugação atendendo as regras IN48 com total segurança e produzir alimento de alta qualidade”, explica Colla. “O mesmo ocorre com as fazendas de produção leiteira em relação à ordenha”, complementa.



 Eprinex® Pour On tem presença mundial, já sendo destaque nos Estados Unidos – mercado muito exigente em relação à presença de resíduos penalizáveis e contaminantes nos alimentos de origem animal.



 Sobre a Merial - Merial é uma empresa do grupo Sanofi, líder mundial em saúde animal voltada para a inovação, fornecendo uma gama completa de produtos para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de várias espécies de animais.



A Merial emprega aproximadamente 5.600 pessoas e opera em mais de 150 países ao redor do mundo. Seu faturamento em 2010 ultrapassou US$ 2,6 bilhões. Para mais informações, consulte www.merial.com.br

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Blogueiro condenado por ofender delegado

O juiz Cristiano Magalhães Gomes, titular do juizado especial civil, condenou, no início do mês de abril, o jornalista e blogueiro Hiroshi Bogea a pagar R$ 3 mil a título de indenização por danos morais ao delegado Reinaldo Marques Júnior, atualmente lotado em Itupiranga.
O dano moral, segundo o delegado aconteceu no mês de agosto de 2009, ocasião em que a honra a imagem e intimidade do requerente foi atingida.  Na época, Hiroshi Bogea teria postado no blog dele, que um traficante fora preso em Marabá e para se livrar da Justiça teria pagado R$ 10 mil ao delegado.
Na sentença, o magistrado avoca a Constituição Federal e cita a liberdade de pensamento e de expressão da atividade de comunicação (arts.5º, IV, IX e XIV; e 220), mas para o magistrado, tais direitos devem ser exercidos sem lesionar outros de igual importância, sob pena de cometer ato ilícito.
“O ato ilícito se configura diante do abuso no exercício da liberdade de imprensa e o reclamado deve zelar pelas matérias publicadas em seu teor para que não haja o abuso no exercício da liberdade de imprensa, deste modo, julgo parcialmente procedente a presente demanda para condenar o reclamado (Hiroshi Bogea) a pagar ao reclamante (Reinaldo Júnior), a quantia de R$ 3.000,00(três mil reais) a títulos de danos morais, atualizado monetariamente pelo INPC, a partir da sentença; e juros de mora, fixados em 1% (um por cento) ao mês e devidos a partir do evento danoso, conforme a súmula 54 do STJ”, relata o magistrado.
Em seguida o juiz alerta, “caso o devedor não efetue o pagamento no prazo de 15 (quinze) dias, contados do trânsito em julgado, independentemente de nova intimação, o montante da condenação será acrescido de multa no percentual de 10%, conforme o Enunciado 105 do Fonaje”, observa.

Recurso - O  jornalista Hiroshi Bogea informou que pretende recorrer da sentença por julgar que o delegado não tem razão em lhe processar.

Ele argumentou o direito de liberdade de imprensa e postou a notícia com base em informações publicadas na imprensa marabaense.

Por fim o jornalista informou que o delegado foi condenado em âmbito de Corregedoria da Polícia Civil por conta desse caso, e, portanto ele fez apenas o papel de informar a sociedade.







quinta-feira, 12 de abril de 2012

Caso extrativistas: diálogos comprometem acusados

Previsto para acontecer ainda este ano o julgamento dos três acusados de matar o casal de extrativistas, José Claudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo, mortos no dia 24 de maio do ano passado na vicinal Maçaranduba, no assentamento Praialta Piranheira, em Nova Ipixuna.
Os acusados, José Rodrigues Moreira (mandante), o irmão dele, Lindonjhonson Silva Rocha e Alberto Lopes Teixeira do Nascimento, o “Neguinho” (pistoleiros) negam o crime, porém com absoluta exclusividade, a reportagem teve acesso a interceptações telefônicas dos irmãos onde conversam sobre o crime.

José Rodrigues, por exemplo, um dia após o duplo assassinato, pergunta para o irmão dele, Lindonjhonson Rocha onde este teria escondido a arma do crime, sendo que este retruca informando que jogou numa lagoa no assentamento Tuerê em Novo Repartimento.
Ambos foram presos neste assentamento no dia 21 de setembro do ano passado e de fato, três revólveres e mais uma espingarda cartucheira foram localizados na lagoa indicada por Lindonjhonson Rocha.

Outra constatação da investigação seria que o alvo, na verdade, seria apenas o extrativista José Claudio, porém a esposa dele, Maria do Espírito trafegava na moto e recebeu uma descarga de balins.
O crime, segundo a investigação foi meticulosamente planejado, inclusive os dois acusados de ter matado o casal, estiveram dias antes no assentamento e levantaram qual seria a melhor rota de fuga, que aconteceu via rio Tocantins.

Quando estiveram em um bar próximo de onde montariam a campana, Lindonjhonson Rocha em determinado trecho de um diálogo, deixou escapar que sofreu um acidente de trânsito numa moto Bros vermelha, a mesma que teria sido usada no crime.
De posse desse detalhe, a Polícia montou um quebra cabeça, já que testemunhas descreveram os dois suspeitos, até que descobriram quem seria esse irmão de José Rodrigues, que àquela altura da investigação era suspeito e estava sendo investigado.

José Rodrigues e José Claudio se estranhavam por conta da compra de três lotes rurais no assentamento, sendo que o extrativista teria mandado três famílias morar nos lotes, pois discordava da venda das terras, acedendo assim o estopim de uma contenda que terminaria em morte.
 

Outros indícios apontam para acusados

Além das interceptações telefônicas, diversos outros indícios apontam para o provável envolvimento dos acusados.
Um deles diz respeito a uma mascara de mergulhador que foi encontrado às proximidades da ponte onde serviu de tocaia, uma vez que um equipamento de mergulho foi encontrado na casa do José Rodrigues.

A abrupto desaparecimento dos irmãos do Projeto de Assentamento Praialta Piranheira despertou a curiosidade dos policiais que participaram da investigação.

José Rodrigues, contudo, foi visto dois dias após o crime, inclusive passou no mesmo local onde aconteceu a tocaia e foi apontado por moradores como sendo um dos suspeitos do duplo homicídio.
A tocaia – Os dois acusados, segundo a Polícia, levantaram todo o itinerário que José Claudio deveria passar e por volta das 7h30 da manhã, de fato o casal passou numa precária ponte, onde José Claudio, praticamente teve de parar para ultrapassar a ponte.

Ele não sabia, contudo que seria a última parada dele, pois logo em seguida recebeu uma descarga de chumbo que lhe atingiu o tórax e causou 43 perfurações e 17 em Maria do Espírito. José Claudio teve a orelha direita cortada como se fosse uma prova que o acusado estaria morto.
Tais indícios serviram para auxiliar no convencimento do juiz Murilo Lemos Simão Santos que assim decretou a prisão preventiva dos acusados.

A prisão – Para prendê-los, a Polícia usou de diversos recursos, sobretudo a infiltração. Porem a presença dos policiais em Novo Repartimento não passou desapercebida aos olhos dos parentes dos acusados, que a todo instante diziam que havia movimentação suspeita e excessiva de camionetes rondando a cidade.
Os parentes mantinham contato com os dois irmãos, José e Rodrigues e Lindonjhonson Rocha via telefone celular e a Polícia, em tempo real monitoravam tais diálogos.

Como os acusados sabiam da presença da Polícia na região, os delegados envolvidos na missão orquestraram uma estratégia de infiltração e se passaram por compradores de gado até que conseguiram se aproximar do lote onde os dois acusados estavam.
Quando pensaram em fugir era tarde, pois todo o perímetro estava cercado. Pelo menos 60 policiais ajudaram no cerco e evitaram que os acusados fugissem.

Os delegados, investigadores e escrivães que participaram dessa investigação complexa, foram condecorados com a “Medalha Evanovich de Investigação Policial”, considerada a Top da Polícia Civil em solenidade realizada na terça-feira, na Delegacia Geral em Belém, por ocasião do dia do Policial Civil.

Abaixo a relação dos homenageados

Medalha do Mérito Policial Civil
Vice-Governador do Estado, Helenilson Cunha Pontes
Juiz de Direito da Comarca de Rondon do Pará, Gabriel Costa Ribeiro
Comandante-Geral da Polícia Militar do Pará, Coronel QOPM Daniel Mendes Borges
Delegada da Polícia Civil, Maria do Perpétuo Socorro do Amaral Maciel
Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Pará, Coronel QOBM Hegésipo Donato Teixeira Júnior
Diretor-Geral do Departamento de Trânsito do Pará, Álvaro Ayres de Oliveira Júnior
Superintendente do Sistema Penitenciário do Pará, Tenente Coronel André de Almeida e Cunha
Comandante do 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Ademir Sobrinho
Comandante da 8ª Região Militar e 8ª Divisão do Estado, General de Divisão Carlos Roberto de Sousa Peixoto
Comandante do I Comando Aéreo Regional, Major-Brigadeiro do Ar Odil Martuchelli Ferreira

- Medalha Evanovich de Investigação Policial
Delegado de Polícia Civil Luiz Guilherme Navarro Xavier
Escrivão de Polícia Civil Amarildo Leite dos Santos
Investigador de Polícia Civil Herlon Wiveens Pereira Gomes
Investigador de Polícia Civil Domingos Gonzaga Costa
Investigador de Polícia Civil Antônio Carlos da Silva Monteiro
Delegado de Polícia Civil José Humberto de Melo Júnior
Delegado de Polícia Civil Álvaro Luís Beltrão Ikeda
Escrivão de Polícia Civil Marco Antônio de Melo Barroso
Investigador de Polícia Civil Lucey Lima Costa Barros
Investigador de Polícia Civil Roberto Carlos Pimenta de Sousa
Investigador de Polícia Civil Marcelo Araújo Malato

- Diploma Amigo da Polícia
Desembargador do Tribunal de Justiça do Pará, Roberto Gonçalves de Moura
Juíza Titular da Vara do Juizado Especial Criminal do Meio Ambiente, Maria Vitória Torres do Carmo
Deputado Estado – Líder do PSDB – José Megale Filho
Diretor do Instituto de Ensino de Segurança do Pará (IESP), Tenente Coronel QOPM Carlos Emílio de Sousa Ferreira
Juiz de Direito da Comarca de Maracanã, Francisco Roberto Macedo de Souza
Juiz de Direito da Vara Distrital de Mosqueiro, José Torquato Araújo de Alencar
Secretário Adjunto de Gestão Administrativa da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Cláudio Jorge da Costa Lima
Secretário Adjunto de Inteligência e Análise Criminal da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Antônio Cláudio Fernandes Farias
Proprietário do Centro Recreativo e Esportivo “Campo do Kasa”, Satoshi Sato
Empresária do Município de Cachoeira do Piriá, Maria Bernadete do Nascimento.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Mudanças no MPF e MPE



Desde a última quarta-feira, dia 4, o Ministério Público Federal no Pará tem nova chefia administrativa. O Procurador-Chefe passou a ser Bruno Araújo Soares Valente, tendo como seu substituto Daniel César Azeredo Avelino.

O Procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Alan Rogério Mansur Silva, fica na função por mais um biênio, assim como seu substituto, Bruno Araújo Soares Valente.

O comando da área eleitoral também mudou. Agora o Procurador Regional Eleitoral é Igor Nery Figueiredo, que tem como substituto André Sampaio Viana.