segunda-feira, 14 de maio de 2018
Preso ao tentar sacar seguro desemprego em Marabá
Acusado mora em São Luis, no Maranhão, mas se deslocou até Marabá, no final da semana passada, para tentar sacar uma parcela do seguro desemprego na agência da Caixa Econômica Federal (CEF) da avenida 7 de Junho, na Marabá Pioneira, onde foi preso por agentes da Polícia Federal.
Trata-se de Kayque Benati Silva e Silva. Ele pode integrar uma quadrilha especializada em fraudar o seguro desemprego em vários estados brasileiros. A quadrilha, cooptou funcionários do Sine de Marabá e Redenção, onde tinha acesso ao sistema do Ministério do Trabalho e a partir daí, desenrolaram o golpe.
De acordo com levantamentos realizados pelo Ministério do Trabalho, o prejuízo causado pelas fraudes investigadas, de agosto de 2016 até março de 2018, foi de R$ 4.630 milhões. O rombo poderia ter sido maior, de aproximadamente R$ 26.886 milhões, mas o sistema antifraude do ministério bloqueou os pagamentos. Os hackers sacaram os valores nos estados de São Paulo (SP), Aparecida de Goiânia (GO), Belém (PA) e São Luís (MA).
Basicamente, os ladrões acessavam os dados, cujos servidores públicos permitiam, uma vez que deixavam logados os computadores onde trabalhavam o tempo necessário para que os ladrões cibernéticos agissem e realizassem a fraude. Por conta desta colaboração os servidores recebiam uma parte do dinheiro desviado na fraude.
Pra se ter uma idéia do quanto o golpe estava sendo vantajoso, um dos investigados, o Charlisson Aladin Braga, que inclusive foi preso na semana passada a quando da deflagração da operação Entice (seduzir), ostentava nas redes sociais os mais variados roteiros turísticos por onde viajou por conta do dinheiro fácil que aparentemente granjeou com o golpe.
Estava tão fácil, que o jovem de apenas 25 anos, comprou um carro, cujo valor de mercado orbita em torno de R$ 75 mil, à vista numa concessionária de Marabá. Além do carro, o jovem tinha uma coleção de perfumes importados e jóias diversas. Ele foi preso temporariamente e já está solto por força de ordem judicial.
Além do jovem, outras duas servidoras do Sine de Marabá, Sara Mendes da Silva e Jacirene Amaral Pinto foram ouvidas formalmente pela Polícia Federal e foram liberadas. Os três estão afastados das respectivas funções, ou cargos no Sine de Marabá.
Em relação ao Kayque Benati, ele foi autuado em flagrante por uso de documento falso e aguarda preso na Central de Triagem de Marabá à disposição da Justiça.
Para a Polícia Federal os três acusados têm participação direta e indireta na fraude do Seguro Desemprego e podem sofrer novas sanções penais caso a Justiça Federal decrete as respectivas prisões preventivas deles, o que deve acontecer em breve.
A reportagem tentou, sem sucesso, conversar com o delegado chefe da PF em Marabá, Ricardo Viana, mas o policial adiantou que não poderia repassar mais detalhes acerca deste caso além do que já foi veiculado oficialmente sob pretexto de atrapalhar o trabalho policial e que assim que tiver fatos novos, deve tornar públicos.
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Laudo e GPS dizem que aeronave não pulverizou herbicida em acampamento do MST
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Conflitos Agrários
de Marabá (Deca), ainda não divulgou o resultado de um laudo emitido pela aeronáutica
dando conta que a aeronave da Agropecuária Santa Bárbara (Agrosb) não
pulverizou herbiciada em acampamento do MST, na fazenda Fortaleza, vizinha à
fazenda Cedro, zona rural de Marabá.
A reportagem teve acesso ao resultado do laudo por meio de
fonte segura, onde, entre outras informações, atesta que o avião pulverizou o
herbicida a uma distância mínima de 1,5 mil metros do acampamento Helenira
Rezende.
O MST denunciou o caso em março deste ano, ocasião em que os
sem terra disseram que o avião pulverizou o herbicida no acampamento,
inclusive, várias matérias postadas em redes sociais há depoimentos de sem
terra que dizem ter passado mal após a pulverização do herbicida Glifosato
Potássico, o agrotóxico com maior volume de vendas no Brasil.
A reportagem manteve contato breve com o titular da Deca, Waney
Alexandre, entretanto o policial não quis adiantar o resultado do laudo, mas
confirmou que o inquérito policial está bastante adiantado e que deve enviar o
relatório ao juiz titular da Vara Agrária Regional, Amarildo José Mazutti, na
próxima semana.
De fato, a peça deve confirmar o que a reportagem apurou, a pulverização
aconteceu, mas somente na área de pasto da fazenda e não no acampamento. A intenção
da Agrosb é preparar o solo para cultivo de soja e milho, tanto que máquinas e
implementos estão de prontidão.
Inclusive, parte do rebanho bovino foi remanejado da Cedro e
tão logo cessarem os conflitos agrários a atividade agrícola começa e deve
movimentar e aquecer a economia local.
sexta-feira, 4 de maio de 2018
Policiais militares de Itupiranga seguem presos
Decisão recente da juíza Alessandra Rocha da Silva Sousa
manteve os nove acusados de homicídios diversos em Itupiranga e região, presos.
Os policiais militares presos são os soldados: Railson Oliveira
da Luz, Allan Douglas Branco Rodrigues, Welbertt Santana Silva e Elvis
Fernandes da Silva.
Os cabos: Jonas Cardoso Farias, este da reserva remunerada,
Josafá Pinheiro da Silva e Rony Marcelo Alves Paiva, além dos sargentos: João
Oliveira dos Santos Junior e Francisco Santos.
Para quem não se lembra os militares foram presos em novembro
do ano passado em Marabá e Itupiranga e são acusados de diversos homicídios.
Entre eles, as mortes do conselheiro tutelar de Itupiranga,
Rondinele Vagner Salomão Maracaípe, assassinado no dia 11 de janeiro de 2017 e do
advogado Danilo Sandes, morto dia 25 de julho daquele mesmo ano, no estado do
Tocantins. Todos acusados negam os crimes a quando da prisão deles.
De forma genérica, a magistrada Alessandra Rocha, disse na
sentença que negou a liberdade provisória deles que não houve nenhum fato novo
que justificasse a soltura e que o processo está em fase de instrução, e,
portanto, sendo montado.
Assim, os nove seguem custodiados no presídio Anastácio das
Neves à disposição da Justiça.
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Foragido passa menos de 60h livre
Ele fugiu no domingo pela manhã, mas foi recapturado nesta quarta-feira pela manhã. Trata-se do detento Matheus Ferreira de Almeida.
Detalhe, o “esperto” fugiu do Centro de Recuperação Agrícola
Mariano Antunes (Crama), porém ficou passeando pelas ruas de Marabá como se não
devesse nada para a Justiça.
Enquanto passeava pela praça São Francisco, bairro Cidade Nova
foi reconhecido por uma guarnição da Polícia Militar, comandada pelo soldado Ricardo
Pereira Izoton e evidentemente, preso.
Assim, o foragido Mateus Ferreira de Almeida foi conduzido
até a Seccional Urbana da Nova Marabá e de lá, deve retornar até o Crama, de
onde fugiu.
Lei Seca – Por sua vez, agentes da Polícia Rodoviária Federal
(PRF) prenderam Luelson Silva Feitosa.
Ele foi preso quando trafegava pela rodovia Transamazônica e
ao ser abordado, os agentes perceberam que ele estava visivelmente embriagado.
Por esse motivo foi conduzido até a Seccional Urbana da Nova
Marabá onde ficou de ser autuado com base na Lei Seca e também por violência
doméstica, já que a esposa dele, nome não fornecido para a imprensa, o
denunciou à Polícia.
segunda-feira, 30 de abril de 2018
Parceiros do crime presos
A
guarnição da Polícia Militar composta pelo cabo Neves, sargento Koute e comandada
pela tenente Gabriele, prendeu dois acusados de tráfico e de posse ilegal de
armas, na tarde desta segunda-feira (30) em Marabá.
Os dois acusados são: Luís Fernando Rodrigues Gomes e Oziel de Sousa
Simão. este foi preso primeiro, no bairro Liberdade. Já Luís Fernando foi preso
na Folha 11, Nova Marabá.
Com
estes dois acusados, os militares localizaram 26 pacotes de maconha, um
revólver calibre 38, com seis projéteis e um simulacro de pistola, além de dois
celulares.
As
prisões aconteceram apos uma sucessão de eventos, que em verdade, começaram ainda
no domingo, ocasião em que o Luis Fernando teve um desentendimento com o sogro
dele, nome não divulgado, ocasião em que prometeu atirar no idoso.
Nesta
segunda-feira, novas ameças aconteceram até que a Polícia foi acionada. Oziel e
Luís, segundo o cabo Neves, são parceiros de crime, e, aparentemente, além do
tráfico de drogas, os dois estariam envolvidos em vários roubos.
Por
conta desta situação flagrancial, os dois ficaram de ser autuados por posse
ilegal de armas, no caso o Luís Fernando, já o Oziel Simão deve ser autuado por
tráfico de drogas, já que a droga lhe pertencia. O caso foi apresentado ao
delegado plantonista Timóteo Oliveira.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Feminicida matou esposa e desdenhava de parentes
Um dos crimes que ganhou ampla repercussão na mídia local
aconteceu no dia 1º de janeiro de 2.016, ocasião em que a dona de casa, Maria
Celina Alves de Moraes foi assassinada pelo próprio marido, o Valdemir Santos
de Souza.
O crime aconteceu após uma noitada de bebedeira, ocasião em
que o casal comemorava o réveillon, no assentamento Patauá, zona rural de
Marabá.
Os motivos deste crime ainda não estão devidamente
esclarecidos, porém parentes da vítima, contaram em juízo que após a morte o
acusado seguiu livre por alguns meses e durante este período desdenhavam deles
a ponto de dizer que nunca iria ser preso.
Valdemir de Souza, porém, não esperava que sofresse algum
tipo de sanção, mas acabou tendo a prisão preventiva decretada no dia 2 de
junho de 2017 e logo em seguida foi preso.
Nesta quarta-feira aconteceu a audiência de instrução e
julgamento deste crime, ocasião em que o acusado negou que tivesse matado a mulher,
tampouco debochado dos parentes dele.
Entretanto não conseguiu convencer o juiz Alexandre Hiroshi
Arakaki, que manteve a prisão preventiva contra o acusado e encaminhou o
processo para as alegações finais, tanto para a defesa quanto para o Ministério
Público.
Tão logo as duas partes se pronunciarem, o juiz deve agendar
o julgamento o que deve acontecer ainda este ano.
Outro – Quem
também está às voltas com a Justiça é o braçal José de Arimatéia. Ele, na tarde
desta terça-feira, agrediu com socos e pontapés a esposa dele, nome não
divulgado.
A agressão ocorreu na Folha 20, Nova Marabá. José de Arimatéia,
por motivos não explicáveis, ou plausíveis, agrediu a esposa, que inclusive
está grávida de sete meses.
Analisando o caso, o juiz Alexandre Hiroshi Arakaki não tomou
conhecimento dos argumentos do acusado e incontinenti, decretou a prisão
preventiva dele.
Vale lembrar que a mulher informou ao magistrado que José de
Arimatéia é o pai do filho que carrega no ventre e que este não foi a primeira
vez que ele é agredida fisicamente. Pelo menos por enquanto as agressões
cessaram uma vez que ele segue preso à disposição da Justiça.
Assaltante e traficante condenados
Bruno Ferreira Moreira é o mais recente condenado por roubo
em Marabá. Ele foi sentenciado em 13 anos, 4 meses e 280 dia/multa pelo juiz
titular da 3ª Vara Criminal de Marabá, Alexandre Hiroshi Arakaki.
A condenação se deu após análise do processo por roubo, já
que consta nos autos, que o acusado atacou algumas pessoas que estavam em um
bar no bairro São Felix no dia 5 de outubro de 2017.
Pelo menos duas vítimas reconheceram o acusado e por este
motivo ele acabou sendo condenado.
Outro – Quem também
teve o mesmo fim, foi o acusado de ser traficante Josiel Alves Paixão.
Ele foi preso no dia 5 de novembro do ano passado e portava
pelo menos 18 pedras de crack.
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