sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Motoqueiro ostenta chifre

Ele não está nem ai colocou dois chifres no capacete. Alguém tem inveja?

Alheio aos comentários, o motoqueiro ai, ostenta um belo par de chifres na cabeça. Ele foi flagrado por esse post quando passava em frente à praça São Francisco, Cidade Nova, tira um fino

Espalhando terra

Caçamba por anda passa joga piçarra em condutores


 


Uma caçamba do Exercito Brasileiro (EB), trafegando pela VP-8, à altura de um grande supermercado espalhava um rastro de piçarra por onde passava.
Por um único motivo a caçamba espalhava as pedras: não tinha cobertura de uma lona e quem vinha atrás tinha de livrar dos pedregulhos: belo exemplo.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Semma fecha curtume da JBS Couros

Curtume exala mau cheiro e efluentes são jogados no Itacaiúnas






Final de semana passado a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) resolveu interditar o curtume da JBS Couros, no Distrito Industrial de Marabá (DIM).

A medida foi precedida de duas notificações, porém, segundo o secretário interino da Semma, Antonio Karth informou que a empresa enviou documentos incompletos acerca da operação do Curtume.

Não é de hoje que a comunidade à jusante do Bertin reclama do mau cheiro exalado pela chaminé do curtume até que a Semma interveio.

A empresa foi multada em R$ 5 milhões e mais R$ 10 mil por cada dia que o Curtume continuar em operação. Em nota (publicada a baixo) a empresa se explica a respeito do caso.

COMUNICADO

A JBS, ciente de suas obrigações sociais e ambientais, bem como de sua importância econômica para a região de Marabá, informa que tem tomado todas as medidas necessárias para minimizar os impactos gerados por suas atividades nas regiões em que atua.
Em Marabá, onde possui um curtume com capacidade para curtir 3.000 peles por dia e uma unidade com capacidade para abater diariamente 1.500 cabeças de gado, a companhia gera mais de 1.000 empregos diretos.
 A companhia informa que concluiu no início deste mês um investimento de R$ 3,1 milhões. Os recursos permitiram a construção de um novo Sistema de Tratamento de Efluentes, composto por um complexo sistema de filtragem de resíduos e quatro lagoas de estabilização.
A partir de setembro, será colocada em prática uma segunda etapa do plano de investimentos em sustentabilidade em Marabá, em que outros R$ 400 mil serão aplicados em melhorias na graxaria da companhia.
Paralelamente às medidas industriais já tomadas, a JBS já iniciou o plantio de uma cortina arbórea ao redor de seu complexo industrial, formada por eucaliptos, bambus e citronelas. Essa medida tem por objetivo conter os odores emitidos pelo processo industrial de curtimento e tratamento do couro, reduzindo assim o incômodo gerado à população.
A JBS ressalta seu total interesse em manter as conversações com a sociedade e órgãos públicos, no sentido de ouvir sugestões da população em geral. A empresa lembra que todas as suas ações são voltadas para uma produção sustentável e que está sempre disponível para atender as demandas da sociedade.




Pagamento por Wx0






Rapaz é cada coisa que acontece neste meu Marabá, que contando ninguém acredita. Uma fonte segura me informou que um conhecido desportista do bairro Liberdade, pasme, cobra R$ 40,00 para o time que ganhar por Wx0 ficar com os pontos.

Quem é desportista sabe que nesse caso, obrigatoriamente o time que não comparece para jogar uma partida, automaticamente o outro time fica com os pontos, sem contar também que este mesmo desportista, promete determinada quantia para a premiação e no final do campeonato paga a menos, hein, tira um fino.  

sábado, 6 de agosto de 2011

DHM e Deca investigam suposto cemitério


Sem terra tentam encontrar restos mortais na Mutamba

Corpos, segundo denuncia de antiga trabalhadora, estão na fazenda

Delmar: "Moro há 19 anos nesse lugar e não ouvi falar de corpos"

Delegado Victor Leal da Divisão de Homicídios ...

... e delegado José Humberto dizem que investigação continua





A Divisão de Homicídios de Marabá (DHM) e a Delegacia de Conflitos Agrários (Deca) investigam para tentar levantar se há algum fundo de verdade numa denúncia de sem terra dando conta de um suposto cemitério clandestino dentro da fazenda Mutamba, distante cerca de 30 quilômetros do centro de Marabá.

O suposto cemitério estaria localizado próximo a um barracão da “Mutamba Velha”, sede antiga da fazenda, localizada às margens do rio Tauarizinho.

A informação deste suposto cemitério clandestino partiu de uma ex-funcionária da fazenda “Mutamba” identificada pelo prenome Francisca.

Ela contou a sem terra que estão acampados nos fundos da fazenda “Mutamba”, no retiro “João Lobo”. Neste cemitério estariam sepultadas pelo menos cinco pessoas.

Segundo o sem terra Wilson Antonio Pereira, o Irmão Baiano 61, a mulher contou em alto e bom som para os acampados que havia um cemitério nesse retiro, inclusive citou algumas árvores onde os corpos estariam sepultados.

Assim, os delegados José Humberto de Melo Júnior (Deca) e Victor Costa Leal (DHM), montaram duas equipes e se deslocaram até o acampamento e posteriormente até o terreno indicado pelos sem terra.

Após escavacarem em alguns pontos indicados pelos sem terra, nenhum resto humano foi localizado, apenas vestígios de terra fofa.

Os dois delegados informaram que devem intimar funcionários da fazenda a fim de informarem se no local, há, ou não o suposto cemitério.

Um destes funcionários pode ser um antigo morador do retiro “Mutamba Velha”, Delmar Lopes Nascimento, que há 19 anos mora naquele local.

De antemão, porém ele informou que não tem nenhum conhecimento de que haja alguém sepultado no local.

O gerente dessa fazenda, Arthur Benedito Costa Machado 69 negou radicalmente que houvesse cemitério clandestino na fazenda. “Nunca ouvi falar é a primeira vez que ouço essa conversa”, afirma.

A fazenda pertence ao pecuarista Aziz Mutran Neto, porém quem administra o complexo de mais ou menos 2,6 mil alqueires é o filho dele, Mauro Mutran.

Indignado o pecuarista comentou por telefone que “o único cemitério clandestino que poderia existir na fazenda seria se eles (sem terra) se matassem e enterrassem os corpos na fazenda”, desabafa Mauro Mutran.

“Somos pessoas de bem, mas eles estão roubando e destruindo a mata que demorou 200 anos para se formar”, denuncia.

Por fim o pecuarista informou que diversas vezes denunciou o desmatamento na fazenda Mutamba, porém até então nenhuma providência foi tomada.

A fazenda Mutamba, há quatro anos está ocupada. Há três acampamentos de sem terra. Sendo os retiros Balão II, III e “João Lobo”.

“Eles atormentam, atrapalham o funcionamento da fazenda e a Justiça não toma providência”, desabafa.


quinta-feira, 4 de agosto de 2011






Clauber Martins: exaltação à natureza lhe deu rendeu o primeiro lugar



Dançarinos do Stúdio Flavio Fernandes valorizaram apresentação
Olivar Barreto, de Belém, ficou em terceio lugar no Fecam


Nilva Burjack enfrenta novo desafio



A cantora e compositora marabaense Nilva Burjack após terminar o XVI Festival da Canção de Marabá (Fecam) em segundo lugar com a música “O canto do barqueiro” e como melhor intérprete marabaense, agora tem pela frente um novo desafio.

Ela participa do III Festival de Música Popular Paraense que acontece no próximo dia 27 de agosto. O evento é promovido pela Rede Brasil Amazônia de Comunicação (RBA) em parceria com a Vale. A final acontece no dia 15 de setembro, em Belém.

Em respeito ao regulamento do Concurso o nome da música não pode ser revelado, mas de antemão é algo bastante atual e que a sociedade convive diariamente.

Homenagem - A canção o “Canto do barqueiro”, Nilva Burjack homenageou o canoeiro Domingos Saraiva dos Santos (In memorian), pai do nosso glorioso Xavier de Ma-y-ra-bá.

"Seu Domingos" era pessoa muito carismática atravessava as pessoas no porto das Canoinhas, bairro Amapá, até a Marabá Pioneira.

Entre os passageiros, evidentemente muitos alunos, que moravam na Marabá Pioneira e atravessam para o bairro Amapá para estudar no Colégio Santa Teresinha.

Entre eles Nilva Burjack, que nem sempre tinha o dinheiro da passagem. "O futuro do Brasil não pode ficar pra trás", dizia "Seu Domingos" e atravessava os alunos. Durante a premiação do Fecam, Nilva Burjack revelou a homenagem e se emocionou.
Baixas – Indubitavelmente a realização do Fecam é uma tentativa de resgatar àquele que já foi o maior Festival da Canção do Norte, atualmente é considerado o maior do Pará.

As baixas ficaram por conta da desistência do cantor marabaense Marcelo Morhy, a desclassificação do cantor Alfredo Reis e pelo desabafo desprovido da cantoria Alba Maria.

Entre os impropérios que ele destilou constava uma suposta trama para beneficiar os candidatos marabaenses, porém todo o corpo de jurados era de Belém.

Ela comentou ainda que houve uma tentativa de usar o Fecam como ferramente de campanha da criação dos estados de Carajás e do Tapajós. As reclamações dela soaram como choro de perdedor.
    

Resultado do Fecam



O cantador maranhense, radicado em Marabá Clauber Martins faturou o primeiro lugar do Fecam coma música “Ventania”.
A canção alerta para o desmatamento da Amazônia exalta a floresta, condena a ganância e convoca a humanidade para a sustentabilidade. “Ventania” rendeu quatro premiações à Clauber Martins: melhor canção, melhor canção marabaense, melhor letra e aclamação popular.
A canção “O canto do barqueiro” ficou com a segunda colocação e deu à marabaense Nilva Burjack o título de melhor intérprete.
Em terceiro lugar ficou com o cantor belenense Olivar Barreto, que defendeu a canção “Um e outro”. O quarto lugar ficou para o também cantor belenense Floriano Santos, com a música Jardim de Miró.




Prêmios individuais

Melhor Letra: Ventania, de Clauber Martins
Melhor Arranjo: Cegos pela própria luz, de Sergio Leite - Belém.
Melhor Intérprete: Jota Pê, com a música Luzia - Castanhal.
Melhor Música por Aclamação Popular: Clauber Martins.
Melhor Música Marabaense: Ventania.
Melhor Intérprete Marabaense: Nilva Burjack.




quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Quadrilha de traficantes enjaulada





Cumprindo vinte mandados de prisão, busca e apreensão, expedidos pelo Líbio Araújo Moura, policiais civis prenderam seis pessoas ontem pela manhã em Parauapebas.

Os acusados, segundo o delegado Antonio Gomes de Miranda foram autuados por tráfico e associação ao tráfico.

Um deles, Vanderlei Barros de Alencar, o Beleza, além do tráfico é acusado de matar a tiros Leonardo da Silva Ribeiro, crime que aconteceu no dia 1º de junho de 2001, no bairro Rio Verde.

De Marabá seguiram as equipes da superintendência regional e da Delegacia de Conflitos Agrários (Deca). Participaram policiais de Parauapebas e Curionópolis. (Ver Box)

Por sua vez o delegado Miranda informou que a operação foi bastante produtiva, uma vez que dos dez mandados de prisão, seis acusados foram capturados.

“Vamos continuar intensificando o nosso trabalho a fim de colocarmos mais traficantes presos”, adianta o delegado.


Presos


Irizelton Rodrigues da Silva, o Marabá
Natanael Ferreira Correia, o Natan
Joas Ribeiro da Silva
Elisângela de Sousa Canela
Maria Silvana Alves dos Reis
Vanderlei Barros de Alencar, o Beleza