Assaltantes dinamitam caixas eletrônicos de Eldorado dos Carajás, mas não levam o dinheiro.
Na madrugada desta terça-feira, por volta das 4 horas, assaltantes de banco invadiram a área dos caixas eletrônico do Banco Banpará de Eldorado dos Carajás e explodiram um dos caixas.
Ocorre, que por conta da carga de dinamite, aparentemente ter sido pouca, ou pequena, o caixa ficou apenas retorcido e os assaltantes não levaram o dinheiro.
“Até pra roubar, os assaltantes são burros”, comentou o delegado Bruno Fernandes de Lima que investiga a tentativa de roubo.
Na fuga, os assaltantes abandonaram um carro Pálio, que deve periciado. As imagens do circuito interno de segurança devem ajudar a Polícia a identificar os assaltantes, que já estão sendo chamados de novatos, pois não conseguiram explodir o caixa eletrônico e podem ser presos a qualquer momento.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Assaltantes dinamitam caixas eletrônicos de Eldorado dos Carajás, mas não levam o dinheiro.
Na madrugada desta terça-feira, por volta das 4 horas, assaltantes de banco invadiram a área dos caixas eletrônico do Banco Banpará de Eldorado dos Carajás e explodiram um dos caixas.
Ocorre, que por conta da carga de dinamite, aparentemente ter sido pouca, ou pequena, o caixa ficou apenas retorcido e os assaltantes não levaram o dinheiro.
“Até pra roubar, os assaltantes são burros”, comentou o delegado Bruno Fernandes de Lima que investiga a tentativa de roubo.
Na fuga, os assaltantes abandonaram um carro Pálio, que deve periciado. As imagens do circuito interno de segurança devem ajudar a Polícia a identificar os assaltantes, que já estão sendo chamados de novatos, pois não conseguiram explodir o caixa eletrônico e podem ser presos a qualquer momento.
Na madrugada desta terça-feira, por volta das 4 horas, assaltantes de banco invadiram a área dos caixas eletrônico do Banco Banpará de Eldorado dos Carajás e explodiram um dos caixas.
Ocorre, que por conta da carga de dinamite, aparentemente ter sido pouca, ou pequena, o caixa ficou apenas retorcido e os assaltantes não levaram o dinheiro.
“Até pra roubar, os assaltantes são burros”, comentou o delegado Bruno Fernandes de Lima que investiga a tentativa de roubo.
Na fuga, os assaltantes abandonaram um carro Pálio, que deve periciado. As imagens do circuito interno de segurança devem ajudar a Polícia a identificar os assaltantes, que já estão sendo chamados de novatos, pois não conseguiram explodir o caixa eletrônico e podem ser presos a qualquer momento.
Assaltantes dinamitam caixas eletrônicos de Eldorado dos Carajás, mas não levam o dinheiro.
Na madrugada desta terça-feira, por volta das 4 horas, assaltantes de banco invadiram a área dos caixas eletrônico do Banco Banpará de Eldorado dos Carajás e explodiram um dos caixas.
Ocorre, que por conta da carga de dinamite, aparentemente ter sido pouca, ou pequena, o caixa ficou apenas retorcido e os assaltantes não levaram o dinheiro.
“Até pra roubar, os assaltantes são burros”, comentou o delegado Bruno Fernandes de Lima que investiga a tentativa de roubo.
Na fuga, os assaltantes abandonaram um carro Pálio, que deve periciado. As imagens do circuito interno de segurança devem ajudar a Polícia a identificar os assaltantes, que já estão sendo chamados de novatos, pois não conseguiram explodir o caixa eletrônico e podem ser presos a qualquer momento.
Na madrugada desta terça-feira, por volta das 4 horas, assaltantes de banco invadiram a área dos caixas eletrônico do Banco Banpará de Eldorado dos Carajás e explodiram um dos caixas.
Ocorre, que por conta da carga de dinamite, aparentemente ter sido pouca, ou pequena, o caixa ficou apenas retorcido e os assaltantes não levaram o dinheiro.
“Até pra roubar, os assaltantes são burros”, comentou o delegado Bruno Fernandes de Lima que investiga a tentativa de roubo.
Na fuga, os assaltantes abandonaram um carro Pálio, que deve periciado. As imagens do circuito interno de segurança devem ajudar a Polícia a identificar os assaltantes, que já estão sendo chamados de novatos, pois não conseguiram explodir o caixa eletrônico e podem ser presos a qualquer momento.
Ex-prefeito de Eldorado dos Carajás preso
Prisão é fruto de uma cobrança indevida acaba e culminou com a prisão do ex-prefeito de Eldorado dos Carajás, Jair da Campo e outros quatro fazendeiros e pistoleiros.
A prisão aconteceu na tarde da última sexta-feira (11), o grupo, liderado por Jair da Campo, saiu do centro da cidade e foi até a fazenda Iguaçu para realizar uma cobrança ao também ex-prefeito, Vicente Correa Neto, o Vicentinho.
Este, por sua vez, comprou a fazenda Iguaçu, cujo dono seria Jair da Campo e há uma parcela de R$ 200 mil atrasada há dois meses, sendo que Jair da Campo tentou receber o dinheiro na marra.
A fazenda, na verdade, teria sido comprada por Vicente Neto do pecuarista Barreto, e este, estaria devendo dinheiro a Jair da Campo, que descontente tentou receber o dinheiro a todo custo.
Os pecuaristas foram até a fazenda Iguaçu e teriam apontado armas de fogo para Vicente Neto, a família dele, bem como ameaçado matar a todos caso não pagasse a conta.
Não satisfeitos, o grupo liderado por Jair da Campo, ameaçou expulsar todas as pessoas da fazenda, bem como levar bois a título de quitação da dívida.
O grupo não conseguiu receber a conta e por conta desta cobrança atabalhoada, cinco pessoas foram presas e ficaram de ser autuadas por diversos crimes, segundo informou o delegado Bruno Fernandes de Lima, titular da Delegacia de Eldorado do Carajás.
Por telefone, o policial informou que Jair da Campo liderava o grupo e que outros cinco pessoas conseguiram fugir ao cerco policial.
A prisão, contudo, só foi possível graças à delegada superintendente regional, Bruna Paollucci Tarallo, que determinou ao delegado Bruno de lima formatasse o flagrante.
Desta forma, os acusados ficaram de ser autuados por formação de bando, ou quadrilha, invasão de domicílio, lesão corporal, ameaça e exercício arbitrário das próprias razões já que se excederam ao cobrar a dívida e agora terão de gastar dinheiro para ser libertados.
O flagrante deve ser remetido ao juiz Danilo Alves Fernandes, titular da Comarca de Curionópolis, que só deve apreciar um pedido de relaxamento de flagrante no início da próxima semana.
Até, lá, Jair da Campo, o irmão dele, Valtemir da Campo, Bruno de Oliveira Silva, Erinaldo Araújo Bispo e uma pessoa de prenome Paulinho, seguem presos enquanto aguardam decisão judicial e devem refletir, que nos dias de hoje, toda e qualquer cobrança deve ser feita de forma educada e cortês em detrimento da truculência e o uso de armas e ameaças.
A Vale vale a pena?
A Vale se espalha pelo país, e sua propaganda é associada a um discurso que gosta de afirmar que o Brasil está inserido num modelo de crescimento afeito às nações mais ricas do mundo. É aí que vem o contraste. Diante de tanta propaganda na TV, na mídia imprensa, outdoors, o universo real dos atingidos pela Vale não tem a dimensão à altura do sofrimento das populações que têm suas vidas remexidas pela atividade mineradora.
Guilherme Zagallo, advogado da Campanha Justiça nos Trilhos e vice-presidente da OAB do Maranhão, diz que, se o número de atingidos pela Vale S/A fosse calculado com seriedade, deveria levar em conta diferentes fatores da atuação da maior mineradora do Brasil.
Nesta entrevista à Rogério Daflon do Canal Ibase, Zagallo dá visibilidade a dados que a megaempresa evita debater.
Eis a entrevista.
Como calcular o número de atingidos pela Vale?
Nem a empresa nem a legislação reconhecem, por exemplo, as atividades ferroviária e portuária quando se trata de atingidos. Há que se lembrar que 306 milhões de toneladas em 2012 escoam pelas ferrovias e portos, e muitas populações são sacrificadas com essas operações. Então, o cálculo já fica distorcido por essa questão. Comunidades sofreram remoções nesse contexto. Muitas delas inclusive já tinham sido assentadas pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). E não há interesse também em se calcular os atingidos pela poluição. No Rio de Janeiro, a CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico), que foi recusada em São Luís, no Maranhão e da qual a Vale tem 26% das ações, traz intensa poluição ao ar da cidade.
Aliás, como a cidade de São Luís conseguiu que a CSA não fosse ali instalada?
Os movimentos sociais, na verdade, foram conseguindo adiar o empreendimento. Pela pressão da sociedade civil, foi liberada uma área para a empresa de 1.063 hectares, e a CSA queria 2.477. O negócio, com as mudanças da economia, passou a não interessar. Assim, viu-se que ganhar tempo é uma estratégia importante dos movimentos sociais. No caso de a Vale querer fazer mineração da Serra do Gandarela, ganhar tempo é algo fundamental. Ali, em vez disso, os movimentos sociais querem criar uma área de proteção ambiental, pois se trata de uma das maiores reservas naturais de Minas Gerais.
O que representa a atividade mineral para a economia do Brasil?
Ela é importante para a balança comercial do país, mas tem impactos ambiental e social enormes. Na questão do transporte, por exemplo, as quatro ferrovias da Vale causam transtornos graves ao ir e vir nas cidades cortadas pela linha férrea. Em 2010, só para ilustrar, houve 175 atropelamentos nas linhas férreas da Vale, com boa parte deles resultando em óbitos. Seriam necessários túneis e viadutos para que essa interferência não fosse tão sentida. Ocorre que os royalties são distribuídos somente nas cidades onde há minas. E, assim, os municípios que têm portos e ferrovias para a escoamento da produção não recebem nada. Tem ônus sem bônus.
O que acha do projeto de lei do novo código de mineração?
Para mim, do jeito que está, é um código minimalista, sem controle social, ambiental e das próprias reservas
A Vale se espalha pelo país, e sua propaganda é associada a um discurso que gosta de afirmar que o Brasil está inserido num modelo de crescimento afeito às nações mais ricas do mundo. É aí que vem o contraste. Diante de tanta propaganda na TV, na mídia imprensa, outdoors, o universo real dos atingidos pela Vale não tem a dimensão à altura do sofrimento das populações que têm suas vidas remexidas pela atividade mineradora.
Guilherme Zagallo, advogado da Campanha Justiça nos Trilhos e vice-presidente da OAB do Maranhão, diz que, se o número de atingidos pela Vale S/A fosse calculado com seriedade, deveria levar em conta diferentes fatores da atuação da maior mineradora do Brasil.
Nesta entrevista à Rogério Daflon do Canal Ibase, Zagallo dá visibilidade a dados que a megaempresa evita debater.
Eis a entrevista.
Como calcular o número de atingidos pela Vale?
Nem a empresa nem a legislação reconhecem, por exemplo, as atividades ferroviária e portuária quando se trata de atingidos. Há que se lembrar que 306 milhões de toneladas em 2012 escoam pelas ferrovias e portos, e muitas populações são sacrificadas com essas operações. Então, o cálculo já fica distorcido por essa questão. Comunidades sofreram remoções nesse contexto. Muitas delas inclusive já tinham sido assentadas pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). E não há interesse também em se calcular os atingidos pela poluição. No Rio de Janeiro, a CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico), que foi recusada em São Luís, no Maranhão e da qual a Vale tem 26% das ações, traz intensa poluição ao ar da cidade.
Aliás, como a cidade de São Luís conseguiu que a CSA não fosse ali instalada?
Os movimentos sociais, na verdade, foram conseguindo adiar o empreendimento. Pela pressão da sociedade civil, foi liberada uma área para a empresa de 1.063 hectares, e a CSA queria 2.477. O negócio, com as mudanças da economia, passou a não interessar. Assim, viu-se que ganhar tempo é uma estratégia importante dos movimentos sociais. No caso de a Vale querer fazer mineração da Serra do Gandarela, ganhar tempo é algo fundamental. Ali, em vez disso, os movimentos sociais querem criar uma área de proteção ambiental, pois se trata de uma das maiores reservas naturais de Minas Gerais.
O que representa a atividade mineral para a economia do Brasil?
Ela é importante para a balança comercial do país, mas tem impactos ambiental e social enormes. Na questão do transporte, por exemplo, as quatro ferrovias da Vale causam transtornos graves ao ir e vir nas cidades cortadas pela linha férrea. Em 2010, só para ilustrar, houve 175 atropelamentos nas linhas férreas da Vale, com boa parte deles resultando em óbitos. Seriam necessários túneis e viadutos para que essa interferência não fosse tão sentida. Ocorre que os royalties são distribuídos somente nas cidades onde há minas. E, assim, os municípios que têm portos e ferrovias para a escoamento da produção não recebem nada. Tem ônus sem bônus.
O que acha do projeto de lei do novo código de mineração?
Para mim, do jeito que está, é um código minimalista, sem controle social, ambiental e das próprias reservas
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Mais de 150 quilos de droga apreendida
Na semana passada, a Polícia Civil de Marabá prendeu cinco traficantes de grande porte e apreendeu mais de 150 quilos de droga, entre maconha, crack e cocaína. Em seis meses de administração da delegada Bruna Paollucci Tarallo a PC aprendeu quase 170 quilos de drogas e prendeu pelo menos dez traficantes de grande porte.
Em Eldorado dos Carajás a PC prendeu a dupla Romislei Gonçalves da Silva e João Gabriel Pereira dos Santos. Ambos foram capturados numa casa situada na avenida Guajajara, 129, Centro.
Nesta casa foi localizada uma S-10, preta placa JYK-7210, Várzea Grande-MT que estava recheada de droga. Nas portas do veículo, os policiais localizaram pelo menos oito tabletes que continham 8,3 quilos de crack.
Na sexta-feira, pela manhã, a PC prendeu outros três acusados de tráfico de drogas: Cledison Pereira da Rosa, Fábio Ribeiro dos Santos, o Fabinho e Francisco Lima Sales, estes foragidos da Comarca de Paragominas.
O trio foi capturado dentro de uma fazenda em São Domingos do Araguaia. Uma pistola 0.40, uma espingarda calibre 20 e um revólver calibre 38 e mais munições foram apreendidos.
Nesta fazenda os policiais localizaram uma considerável quantidade de droga, sendo 130 quilos de maconha, 20,6 quilos de pasta base de cocaína e mais 26 quilos de um pó que seria adicionado à cocaína.
Cledison da Rosa tinha como atividade lícita a corretagem de móveis, mas segundo a Polícia, migrou para o tráfico de drogas e pelo menos duas vezes por mês viajava para o Mato Grosso para transportar droga. Cada viagem lhe rendia pelo menos R$ 100 mil.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Leilão Virtual Agro CFM fatura R$ 1,8 milhão
Exibido ao vivo para todo o Brasil pelo Canal do Boi - Sistema Brasileiro do Agronegócio (SBA), na tarde do último sábado (05), o Leilão Virtual de Touros Nelore da Agro-Pecuária CFM atingiu efetiva liquidez com a venda de 405 animais ofertados, faturamento consolidado de R$ 1,814 milhão.
Neste remate sob o comando da Central Leilões, foi oferecida como opção a ferramenta BullTrade para pagamento futuro indexado em arrobas, que representou a metade dos touros comercializados na oportunidade, mostrando realmente que este novo e inovador sistema de venda da CFM teve sucesso e papel primordial para o sucesso do remate que atraiu interessados de dez estados do País e, entre os quais: de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Rondônia, Tocantins, Pará, Rio Grande do Norte e Bahia.
Segundo Luis Adriano Teixeira, coordenador de pecuária da Agro-Pecuária CFM, o sucesso do leilão virtual de touros, realizado dois meses após o Megaleilão reflete o reconhecimento do produtor em torno do trabalho realizado pelo programa de melhoramento genético da CFM, que mesmo em um cenário de mercado em ligeira retração, comparece e participa com entusiasmo.
“Identificamos nos lances muitos clientes antigos, produtores que já conhecem a qualidade dos produtos da CFM, mas também é empolgante conferir a presença também de novos clientes que efetuaram suas primeiras compras” ressalta.
As vendas feitas pela equipe CFM na Fazenda São Francisco, em Magda (SP), continuam normalmente e, caso algum pecuarista efetue sua compra ainda nos próximos dias, contará com a facilidade do esquema de entrepostos da CFM em Aquidauana (MS), Cuiabá (MT), Goianésia (GO), Correntina (BA), Pimenta Bueno (RO) ou Araguaína (TO) preparados especialmente para dinamizar as rotas de entregas dos animais adquiridos.
Mais informações: Telefone 0800 127 111 ou e-mail: faleconosco@agrocfm.com.br
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