segunda-feira, 31 de março de 2014

Marceneiro morto com doze facadas




Neste final de semana em Marabá, o marceneiro Raimundo Rodrigues Silva, 34 anos foi morto com vários golpes de arma branca, na Folha 6, Nova Marabá.

Ele foi morto com pelo menos doze golpes de arma branca em crime que aconteceu na madrugada do último sábado (29), em uma rua da Folha 6, Nova Marabá. Os golpes atingiram a vítima no pescoço, costas e tórax.

Os matadores, a Polícia, acredita se tratar de mais de uma pessoa, provavelmente pertenciam ao círculo de amizade da vítima.

Acidente – Também em Marabá, morreu o pedreiro idoso João Rodrigues da Silva, 58 anos. O acidente aconteceu na rua 31 de março, com a rua Orlando Solino, bairro Liberdade.  

Um motoqueiro, Pedro da Silva Mourão, atropelou o idoso, quando este tentava atravessar a rua 31 de março. A vítima morreu na hora, enquanto o motoqueiro sofreu lesões corporais leves e aparentemente não corre risco de morte.

Já na BR-230, o jovem Mateus Lopes Cabral morreu em acidente de trânsito que aconteceu próximo à Associação Atlética Banco do Brasil (AABB).

Também em Marabá, morreu o pequeno Felipe Lacerda Costa de apenas um ano e três meses, após sofrer um choque elétrico. 

Após ser medicado no Hospital Municipal de Marabá, tendo em vista que foi esfaqueado, morreu Gerinaldo Araújo Fidelis, 35 anos.

Outros – Outros quatro corpos foram necropsiados no IML de Marabá. Entre eles, Edevaldo Silva Souza, vítima de acidente de trânsito em Parauapebas.

Também no município de Parauapebas, foram mortos a tiros os jovens Luciano de Sousa Farias 18, bem como Flavio Bezerra Silva, 20 anos.

Lourival Duarte de Menezes, morto a tiros em Jacundá. Edivan Silva e Silva, morto em acidente de trânsito em Palestina do Pará.




Pirateiro mirim apreendido 




Operação ‘caolho’, comandada pelo delegado municipal Carlos Eduardo Vieira Matos, desencadeada neste final de semana em vários pontos de Marabá, resultou na apreensão de pelo menos seis mil mídias piratas e um adolescente, de 17 anos apreendido.


Em verdade, está se tornando rotina da Polícia Civil de Marabá, sobretudo nos final de semana, realiza operação de combate à pirataria. Desde que o delegado municipal Carlos Eduardo chegou em Marabá, no início do mês de fevereiro que este combate foi intensificado.

Com a operação ‘caolho’ deste final de semana, somam pelo menos vinte mil mídias piratas apreendidas e cinco pessoas indiciadas por violação de direito autoral previsto no artigo 184 do Código Penal Brasileiro (CPB).



Idoso contra ataca e se livra de ladra



Quando dormia tranquilamente na casa dele, na travessa Boa Esperança, bairro Nossa Senhora Aparecida, conhecido por Invasão da Coca, o pequeno comerciante Julião Fernandes da Conceição, 52 anos, sofreu uma tentativa de furto, seguida de tentativa de homicídio.

Era por volta das 3 horas da madrugada desta segunda-feira (31), quando ele se atracou com uma acusada de ser ladra e homossexual de prenome Rose. A mulher invadiu o imóvel dele, onde funciona uma pequena “quitanda” de onde provavelmente pretendia furtar algumas mercadorias.

Para a imprensa, a vítima, contou que percebeu uma movimentação estranha dentro da casa e se levantou. Viu a mulher dentro da casa armada com duas facas.

Incontinenti, ele se atracou com a suspeita, que tentou de todas as formas lhe atingir com golpes de faca, mas num ato de bravura, Julião da Conceição segurou na lâmina de uma das facas a ponto de cortar a palma da mão esquerda dele.



Adolescentes apreendidos 





Neste final de semana, a Polícia Militar, apreendeu dois adolescentes que estavam portando drogas e um revólver calibre 38, municiado com quatro projéteis.

A apreensão aconteceu na última rua, paralela ao rio Itacaiúnas, na folha 33, Nova Marabá, onde moradores denunciavam que havia uma grande incidência de traficantes.

Os militares deram o que chamam de incerta e durante a investida, conseguiram perceber que duas pessoas tentaram se livrar da droga e da arma.


Como não tinham pra onde fugir os adolescentes de 17 anos acabaram sendo apreendidos e os militares localizaram com ambos, 13 pedras de crack e um revólver calibre 38.



O rei da Vila do Rato: “De Menor”





Na semana passada, o rei da Vila do Rato, acusado de ser traficantes, Fagner Vanzeler Barra, o Maluco, acabou sendo preso.

Ele agia naquela via, que na verdade é o prolongamento da avenida Getúlio Vargas, Marabá Pioneira e seria o maior traficante em atuação.

Com a prisão dele, realizada por militares do Grupo Tático Operacional (GTO), assumiu o controle do tráfico naquela área, um acusado identificado pela alcunha “De Menor”, ou “Rato”, cujo apelido alude à pequena compleição física dele.

Uma coisa é certa, porém fontes seguras revelam: não é prudente se enganar com o tamanho do acusado, pois o que lhe falta em musculatura, sobre em truculência.

No último sábado, por exemplo, o “De Menor”, ou “Rato”, protagonizou um episódio bastante violento e audacioso.

Por simplesmente ter desconfiado de um adolescente de 17 anos, que foi até a Vila do Rato para visitar uma namorada, o acusado, juntamente com outros comparsas, espancou, atirou em uma das mãos do jovem e não satisfeito, jogou uma moto do adolescente no esgoto que corta a Vila do Rato.

Para resgatar a moto foi preciso um morador mergulhar na água fétida, amarrar a moto, que posteriormente foi içada. Enquanto a moto estava sendo resgatada, o acusado fugiu da Vila e está sendo caçado pela Polícia.

Caso seja apreendido, deve acontecer o mesmo que em outros casos, ou seja, ele deve ser ouvido e em seguida liberado. 


Três acusados presos por furtar mala




Uma mala furtada de um caminhoneiro levou três acusados para cadeia. O caso aconteceu neste final de semana em Marabá, mas apesar de todos os esforços da Polícia Militar, nenhum dos acusados ficou preso.

A vítima deste furto com o caminhoneiro Ismael Honório Cardoso. O furto aconteceu neste final de semana quando ele estava estacionado com o “brutão” dele, no pátio de um Posto de Combustíveis do Quilômetro Seis, Nova Marabá.

Após constatar o furto, o caminhoneiro denunciou o caso ao Núcleo Integrado de Operações Policiais (NIOP), que por sua vez, repassou as informações à guarnição comandada pelo sargento Morais.

De posse das informações, a guarnição levantou que pelo menos três pessoas participaram deste furto. Entre elas o homossexual Natanael Costa Gaucho, a Natany, 18, o usuário de drogas, Anderson Pereira da Silva, 25 e o idoso, Luís Portilho Pereira, 63 anos.

Pela ordem, o sargento informou que o furto fora cometido por um acusado de alcunha “Gordinho” e que costuma agir no pátio do Posto de Combustíveis.

O “Gordinho”, teria vendido a mala com algumas roupas para a “Natany”. A outra parte dos objetos teria sido entregue ao acusado Anderson, que por sua vez, vendeu algumas destas roupas para o idoso Luís Pereira.

A “Natany” foi presa ainda no pátio do posto de combustíveis, enquanto os dois últimos acusados foram presos em um hotel popular da Folha 34, Nova Marabá.

Todos os acusados trataram de dizer que não furtaram a mala e atribuíram o crime ao acusado “Gordinho”. 

Desta forma conseguiram se livrar do crime de furto e foram autuados apenas por receptação culposa, motivo pelo qual foram liberados.

Furto de moto – Outro furto que aconteceu neste final de semana, os ladrões usaram um ardil nada convencional.

A vítima, na verdade, o motoqueiro Francisco Sérgio da Silva da Cruz, relatou no plantão da Seccional Urbana da Cidade Nova que sofreu um acidente às proximidades da Praça da Criança, Nova Marabá.

Ele pilotava uma moto biz, vermelha, placa MWD-1979 e quando estava caído no chão, três homes se aproximaram dele e se fizeram passar por solidários, contudo um destes ‘bons samaritanos’, na verdade era ladrão, pois furtou a moto da vítima.

Botijão – Outro furto que aconteceu na madrugada desta segunda-feira (31) aconteceu no bairro Liberdade, ocasião em que um gatuno arrombou uma lanchonete.

Deste imóvel os ladrões furtaram um botijão de duas bicicletas. Ocorre que quando um suspeito estava transitando pela rua Antonio Vilhena, com a rua Ademir Martins, policiais militares interceptaram o suspeito.

Quando o suspeito percebeu a presença dos policiais, segundo o segundo o sargento Edimar Ribeiro de Souza, correu em desabalada carreira e deixou pra trás os objetos.

Como os militares saíram de serviço na manhã desta segunda-feira, os objetos foram apresentados ao delegado Jorge Gilson Carneiro, plantonista, que ficou de identificar o dono e devolver tais objetos. 

Hemopa e Hospital Regional: uma corrente pela vida




Termina na sexta-feira (28) a “21ª Campanha de Doação de Sangue” do Hemocentro Regional de Marabá (HRM), em parceria com o Hospital Regional Público do Sudeste do Pará "Dr. Geraldo Veloso" (HRSP), sob gestão da Pró-Saúde ABASH.

O objetivo da ação é difundir entre o corpo clínico do hospital, familiares, amigos de pacientes e a comunidade em geral, a importância da doação de sangue para repor o estoque técnico do Hemocentro Regional, com meta de coletar 120 bolsas/dia.

Segundo Maria do Socorro Leão de Almeida, coordenadora da Agência Transfusional do Hospital Regional, todas as campanhas realizadas pela parceria entre Hemopa e HRSP, por meio do grupo “Amigos de Sangue”, têm alcançado os objetivos.

“O que a gente pretende é elevar o estoque de sangue do Hemocentro, já que sangue não se fabrica; sangue tem que ser doado por pessoas solidárias e isso a gente encontra aqui no Hospital Regional. Há uma prevalência de doações muito grande por parte dos próprios colaboradores, que são incentivados durante a campanha e durante toda a rotina de trabalho dele”, explica.

Entre os doadores desta terça-feira (25), estava Roseli Scheidegger Oliveira, residente no Núcleo Cidade Nova. Ela escolheu o dia do seu aniversário para dar um presente a outros.

“Estou completando ano hoje e estou doando sangue. O meu presente é salvar uma vida. É muito importante cada um ter a consciência de poder ajudar o próximo, seja quem for”, comenta a doadora.

Para se ter uma ideia da importância da campanha entre Hemopa e Hospital Regional, que vem sendo feita desde a inauguração da unidade hospitalar, há sete anos, essa iniciativa acabou servindo de modelo para outros hospitais, inclusive na capital, segundo Socorro Leão.

“Nós levantamentos a bandeira inicial e podemos perceber agora recentemente no Metropolitano (em Belém), conseguiram formar um grupo, fizeram a oitava campanha. A gente plantou essa semente e vários municípios estão comprando essa ideia e estão formando seus grupos de mobilização de doadores”, relata.

O Hemocentro Regional de Marabá, que atende 38 municípios da região sudeste do Estado, tem uma média mensal de 600 doações.

No caso específico do Hospital Regional, existe uma grande quantidade de pacientes vítimas de politraumatismos, que precisam ser submetidos a várias cirurgias, portanto necessitam de mais uma transfusão de sangue.



Serviço:

O Hemocentro Regional de Marabá (HRM) fica na Rod. Transamazônica, Quadra 12, S/N, entre Av. Hiléia e Av. Amazônia. Bairro Amapá. Marabá-PA. Horário de funcionamento para coleta de 7h30 às 12h30. Fone: (94) 3312-9150/9155. Alô Hemopa: 08002808118.

O Hospital Regional Público do Sudeste do Pará fica na Rodovia PA 150, S/N (altura do Km 7), Nova Marabá. Marabá-PA. Fone: (94) 3323-3588.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Cochilo ao volante causa prejuízo de R$ 150 mil



 
Caminhão ficou bastante avariado e carga espalhada


O motorista caminhoneiro verdureiro Riochi de Godói Pinto, o “Zé do Caixão”, 58 anos é a vitima mais recente de acidente rodoviária em São João do Araguaia.

Ele dirigia um caminhão verdureiro, placa NVW-5603, Anapolis-GO, cochilou ao volante e acabou derrapando na pista. O caminhão capotou várias vezes, mas milagrosamente o caminhoneiro sofreu apenas lesões leves, no cotovelo do braço esquerdo.

Era por volta das 5 horas da madrugada da última quarta-feira (26), quando aconteceu o acidente, à altura da Vila 1º de Março, onde moram vários colonos e que terminaram se beneficiando do acidente, uma vez que parte da carga foi liberada para que eles aproveitassem, já que frutas e verduras foram derramadas na pista e na grama.

Em mais de 20 anos de carreira, este foi o primeiro acidente que o caminhoneiro se envolveu e contou que praticamente não viu nada e só percebeu o que tinha ocorrido quando estava sendo resgatado por populares.

Boa parte da carga foi recuperada e transportada para outros dois caminhões. O prejuízo ele calculou em pelo menos R$ 50 mil, mas dos males o menor se considerar que o motorista sofreu escoriações leves.

Na manhã desta terça-feira o acidente foi registrado na Seccional Urbana da Cidade Nova, enquanto que o caminhão já estava acondicionado em cima de outro caminhão para ser transportado até Anápolis onde deve ser consertado para em breve retornar à estrada.


sexta-feira, 14 de março de 2014

Polícia frustra assalto a banco

Agência foi cercada por policiais que evitaram roubo ao banco





Policiais civis e militares de Marabá agiram rápido e evitaram aquele que seria mais um assalto na modalidade sapatinho, onde os ladrões sequestram parentes, ou os executivos dos banco e roubam o dinheiro sem disparar um único tiro.

O banco onde os ladrões pretendiam agir seria o Bradesco do bairro Cidade Nova. Logo pela manhã a cidade foi sacudida com a informação de que ocorria o assalto e vários clientes estavam feitos reféns.

Somente por volta das 9 horas da manhã se descobriu tratar-se de um crime na modalidade sapatinho e o refém seria o gerente deste banco, nome não fornecido para a reportagem quem entrou na agência vestindo uma jaqueta.

Debaixo desta vestimenta, o executivo estaria portando dinamite, sendo que um dos assaltantes aguardava próximo à agência e ameaçava detonar o executivo caso não retornasse da agência com o dinheiro.

O gerente não conseguiu sacar o dinheiro e neste ínterim a Polícia foi acionada a ponto de conseguir chegar ao banco quanto o gerente ainda estava na agência e percebeu-se que a suposta dinamite não passava de um simulacro.

Diante da possibilidade real de se tratar de dinamite a equipe de investigadores, chefiada pelo delegado superintendente regional, Ricardo Oliveira do Rosário requereu o apoio do Grupo Anti Bombas, de Belém, que por celular, orientou os policiais quanto ao desarmamento do artefato.

Após alguns minutos de muita tensão, os policiais conseguiram detectar que na verdade, tudo não passava de um simulacro e que na verdade os assaltantes usaram velas para simular as dinamites e os fios não tinham nenhuma conexão.

Superada esta fase de tensão, deu-se início a uma grande caçada humana. Vários policiais civis e militares realizaram várias buscas no intuito de prender os assaltantes, mas até o fechamento desta matéria nenhum deles foi preso, ou identificado.
Sequestro – O assalto foi frustrado, mas fatalmente, deve render um trauma considerável às vítimas. Uma delas, a esposa do gerente, que ficou refém do bando por mais de doze horas.

Sabidamente, esse tipo de roubo, segue um roteiro. Os assaltantes invadem as casas dos executivos dos bancos na noite anterior e pela manhã seguem com um deles para o banco e realizam o roubo.

Na manhã de ontem não foi diferente. Contudo, o roubo na deu certo, mas a mulher foi levada com alguns assaltantes e foi abandona numa região, que não soube informar precisamente e somente no final da manhã é que conseguiu fazer contatos com parentes e amigos.

Alguns parentes das vítimas foram ouvidas a respeito do roubo. O gerente e esposa devem ser ouvidos formalmente nesta sexta-feira em inquérito que deve ser presidido pelo delegado municipal, Carlos Eduardo Vieira.

terça-feira, 11 de março de 2014

Justiça mantém assaltantes de banco presos







O juiz titular da 5ª Vara Penal de Marabá, Marcelo Andrei Simão Santos manteve a prisão dos dois acusados de ser assaltantes de bancos, os irmãos Hannyere de Lucena Lima, 32 e Takaracha  de Lucena Lima 28 anos, presos em Marabá e Parauapebas, respectivamente no início do mês de março.

Os dois acusados respondem por assalto a banco em Tucuruí e contra eles havia dois mandados de prisões preventivas expedidos pela juíza daquela Comarca Cíntia Walker Beltrão Gomes, uma vez que eles teriam roubado o Banco do Brasil daquele município.

A prisão dos acusados foi precedida de intensa investigação que envolveu os Núcleos de Inteligência das Polícias Civis do Pará e do Maranhão, uma vez que ambos integram uma numerosa quadrilha  de assaltantes de banco e de camionetes que agem em vários estados do Brasil.

Pra se ter uma ideia do quanto os acusados são ousados e perigosos nos últimos cinco anos, atacaram em estados do Maranhão, Goiás, Pará, Brasília, Tocantins e Piauí. São, segundo informações da Polícia, especialistas em roubar bancos e camionetes.

Sobretudo no Pará, roubavam as camionetes e as levavam para Imperatriz, no Maranhão. Naquela cidade, os veículos são “desmanchados” e as peças vendidas para terceiros.

Conhecidos – Na verdade, as prisões não aconteceram por acaso, uma vez que ambos estavam sendo monitorados há um bom tempo. O Takaracha foi preso quando se preparava para embarcar em um ônibus em direção a Goiânia.

Com este acusado, os policiais localizaram dois RG´s em nome de Felipe de Lucena Lima e Felipe Dourado Lima, documentos que ele usava para despistar a Polícia.

O segundo acusado, o Hannyere de Lucena Lima foi preso em um prédio na rua do Comércio, centro de Parauapebas. Ele também usava RG em nome de Paulo Henrique Araújo.

Em princípio os dois foram autuados por uso de documento falso e também pelas acusações de roubo a banco e camionetes uma vez que havia os mandados de prisões preventivas deferidos pela juíza titular da Comarca de Tucuruí, Cíntia Walker Beltrão Gomes.

As prisões foram realizadas por policiais civis de Marabá, coordenados pelo delegado superintendente do sudeste paraense, Ricardo Oliveira do Rosário, além do delegado municipal, Carlos Eduardo Viera. Em Parauapebas coordenaram a prisão os delegados Rodrigo Paggi e Nelson Alves Júnior.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Empresa de pesca condenada



Ação pedia a condenação da Sigel pela pesca predatória e cruel de tubarões, mas Justiça Federal considerou não haver provas da irregularidade

A Justiça Federal condenou a empresa Sigel do Brasil Comércio, Importação e Exportação ao pagamento de R$ 176 mil em indenização por danos ambientais pelo processamento não autorizado de 5.593 quilos de barbatanas e bexigas natatórias de tubarão. A decisão, do juiz federal Arthur Pinheiro Chaves, foi comunicada ao Ministério Público Federal no último dia 26. 
A ação, de julho de 2010, pedia a condenação da empresa pela atividade ilegal denominada finning, ou seja, a pesca de tubarões apenas para a retirada das barbatanas e nadadeiras. A empresa alegou que fazia apenas o beneficiamento das barbatanas e bexigas natatórias, e não a pesca. A Justiça considerou que não há provas de que a Siegel foi responsável pela pesca. 
Segundo dados registrados na decisão judicial a partir de inspeção feita pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), apesar de ser de uma tonelada a produção mensal autorizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), na Sigel foram encontrados 3.388 quilos de barbatanas secas de tubarão e 2.205 quilos de bexigas natatórias secas.
“Ainda que posteriormente o órgão estadual tenha se manifestado no sentido da capacidade de produção da ré ser de dez toneladas por dia, uma vez que se enquadra no porte A-II, nos termos da Resolução Coema [Conselho Estadual de Meio Ambiente] nº 062/2008, é bem verdade que por ocasião da fiscalização do Ibama a autorização legal era apenas a de uma tonelada mensal, configurando-se a infração. Ademais, só houve a preocupação de solucionar o suposto equívoco após a autuação do Ibama, o que lança dúvidas sobre a real boa-fé da empresa, a qual já poderia ter requerido, se fosse de seu interesse, a correção na quantidade de produto beneficiado”, diz trecho da decisão judicial. 
O MPF substituiu no processo a organização não governamental Instituto Justiça Ambiental (IJA). A ação inicial, do IJA, pedia a condenação da Sigel a multa de R$ 1,3 bilhão por danos ambientais irreversíveis provocados pelo finning e dizia que a quantidade de barbatanas e bexigas natatórias apreendidas pelo Ibama teria sido de 23,3 toneladas, correspondente a um abate de 276 mil tubarões. Segundo a Justiça, esses dados não foram provados.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Ex-presidiários assassinados em Marabá



Quadra momesca em Marabá foi considerada tranquila pelas autoridades locais, contudo houve o registro de pelo menos 16 ocorrências, sendo boa parte delas envolvendo confusões diversas, embriaguês ao volante e violência doméstica.

Seguramente as duas ocorrências de maior relevância ocorreram na Folha 11, Nova Marabá e na rua Pará, bairro Liberdade ocasião em que foram assassinados dois ex-presidiários.

Na Folha 11, madrugada de domingo foi morto a tiros no rosto, o ex-presidiário, Cássio  Sousa dos Santos 27 anos, morto com pelo menos três tiros no rosto em plena via publica.
Quem ouviu, ou viu alguma coisa, preferiu o silêncio no que pode comprometer o trabalho de investigação da Polícia face à escassez de informações. 

A outra vítima de homicídio foi o também ex-presidiário Alesy Franckrai Mamolla Souza Fernandes, 21 anos, morto com vários tiros de pistola calibre 380.

Ele foi morto na porta da casa dele, na rua Pará, bairro Liberdade, em plena terça-feira de carnaval. Era por volta das 21 horas quando um pistoleiro, armado com uma pistola calibre 380 se aproximou dele e efetuou vários tiros, sendo que Alesy Fernandes não teve a menor chance de se defender.

Em Boletim de Ocorrência, a mãe da vítima, Maria Goreth Souza Fernandes, contou que o pistoleiro seria um  homem moreno, baixo, forte, sem barba, ou bigode e estava protegido com um boné escuro.

A vida pregressa do acusado pode servir de base para a investigação policial. Alesy Fernandes gozava de livramento condicional por conta de várias acusações, entre elas a de homicídio e de roubo, processos que tramitam na Comarca de Marabá.

Inclusive ele ficou preso quase um ano, acusado de tentar matar a tiros João Pinto Viana, fato que aconteceu no dia 25 de março do ano passado em frente a um pagode no bairro Liberdade. 

Em princípio os crimes estão sendo tratados como execuções e estão sendo investigados pelo delegado Jorge Gilson Silveira Carneiro que informou não ter maiores detalhes acerca de mais estes dois homicídios em Marabá.