terça-feira, 6 de agosto de 2013

Irmãos matam desafeto no Filadélfia



O delegado Rayrton Carneiro dos Santos investiga o crime que aconteceu neste final de semana e teve como vítima o braçal Francisco Ferreira Barbosa, 26 anos, morto com vários golpes de arma branca.

O crime aconteceu na rua 5, bairro Filadélfia e teve como acusados os irmãos de prenomes: Juvenal e Roberto. Estes teriam matado a vítima após uma discussão banal. Os acusados podem ser presos a qualquer momento.

Outros - Ainda em Marabá morreu neste final de semana, morreu Elivan de Melo Dias, 34 anos, vítima de acidente de trânsito às proximidades da ponte rodoferroviária do rio Tocantins.

Em Canaã dos Carajás faleceram três pessoas neste final de semana. Vítima de homicídio, por meio de arma de fogo, o jovem Márcio Lima de Souza, 27. 

O delegado Paulo Vanderlei Mascarenhas Carvalho investiga o caso, mas até o fechamento desta matéria nenhum acusado foi identificado, ou preso.
Também em Canaã dos Carajás faleceram Valdete Gonçalves da Cruz, 38 anos, vítima de acidente de trânsito e Leonardo Lessa de Oliveira, 20 anos, vítima de homicídio por meio de arma branca.
Sem identificação alguma, deu entrada no IML de Marabá o corpo de um homem vítima de acidente de trânsito em Eldorado do Carajás.

Diferentemente de outros finais de semana, em Parauapebas ocorreu apenas um homicídio e teve como vítima Sivirino Pereira de Sousa 55 anos, vítima de arma de fogo.


Ex-presidiário assassinado a facadas



Entre os crimes que movimentaram o plantão policial neste final de semana em Marabá consta a morte do ex-presidiário Fredson Campos da Silva 31 anos. 

Ele foi esfaqueado no sábado à noite no bairro Nossa Senhora Aparecida, conhecido por Invasão da Coca, ainda foi socorrido, mas  morreu no Hospital Municipal de Marabá (HMM). O crime está sendo investigado pelo delegado Jorge Carneiro.

Ele informou tomar conhecimento deste caso por meio de parentes da vítima, mas até o fechamento desta edição o nome do matador ainda não havia sido repassado ao delegado. 

A vítima teria falado o nome do algoz aos parentes, que por sua vez, devem ser ouvidos a fim de esclarecer de uma vez por todas e quem sabe até prender o acusado para que possa responder judicialmente.

O passado da vítima deve ser levantado a fim de que a Polícia possa traçar alguma linha de investigação e que possa auxiliar no trabalho policial.

Vale lembrar, porém que a vítima respondia a dois processos na Comarca de Marabá. Entre um dos processos seria de ordem criminal. Ele teria matado uma pessoa em julho de 2008. 


Sem terra presos na fazenda Maria Bonita




Dois trabalhadores rurais sem terra vinculados ao MST foram presos em flagrante pela equipe de segurança que presta serviço à Agro Santa Bárbara (Agrosb) na fazenda Maria Bonita.

Em princípio a acusação da segurança seria que os sem terra estariam furtando gado na propriedade, mas ambos alegaram estar pescando para se alimentarem.

A prisão aconteceu no último sábado (3). Os dois acusados foram encaminhados para a delegacia de Curionópolis onde foram autuados por porte ilegal de armas e disparo de arma de fogo pelo delegado Manoel Fernandes Paiva.

Um dos acusados, Valdemar Negreiros Sousa Filho foi autuado por porte ilegal de armas e contra ele foi lavrado um flagrante e arbitrada fiança no valor de R$ 200,00 e ele deve responder ao crime em liberdade.

Por sua vez, o sem terra Josiclei Soares de Santana foi autuado por porte ilegal de arma e disparo de arma de fogo, cujo crime é afiançável em juízo. Ele segue preso. 


A Agrosb adianta que desde as ocupações das fazendas no sul e sudeste do Pará em 2008, foram mais de 5 mil cabeças de gado abatidas. 

Ainda de acordo com a Agrosb é na Maria Bonita, onde aconteceram os conflitos mais graves. Em novembro de 2009, sem terra teriam atacado casas de funcionários da fazenda na calada da noite e os funcionários expulsos e as casas destruídas.

O MST ainda não se pronunciou a respeito do episódio que teria ocorrido na fazenda Maria Bonita. Por sua vez, os sem terra informaram ao delegado Paiva que estava caçando e pescando para se alimentarem e não matando, ou furtando gado como a Agrosb estava acusando.

MPF investiga violência contra manifestantes em Santarém




O Ministério Público Federal iniciou uma investigação para apurar as denúncias, veiculadas em sites e redes sociais, de possível violência policial contra manifestantes durante evento da Igreja Assembleia de Deus em Santarém, oeste do Pará.
O evento no último dia 29 incluiu um culto religioso. Os manifestantes tentaram abrir bandeira de apoio aos direitos dos homossexuais e foram abordados por seguranças da igreja, que tentou tomar a bandeira. De acordo com relatos dos manifestantes, os seguranças os agrediram com tapas, socos e armas de choque. Nesse momento, o pastor, que era o deputado Marco Feliciano, começou a pedir, do palanque, que policiais agissem contra os manifestantes. 
Os pedidos do pastor estão registrados em vídeos que circulam na internet.
Os relatos dos manifestantes dizem que novas agressões se seguiram a isso, dessa vez por policiais militares, que teriam usado força desproporcional. 
Um manifestante que filmava os acontecimentos foi preso, de acordo com Boletim de Ocorrência que registra o fato. O MPF pediu a identificação dos policiais que participaram da segurança do evento, vai ouvir os manifestantes e requisitou laudos dos exames de corpo de delito realizados após as agressões.


terça-feira, 30 de julho de 2013

Delsão nega tudo


Durante oitiva informal à Polícia Civil, especificamente a agentes do Núcleo de Inteligência da Polícia (NIP), o pecuarista Décio José Barros Nunes, o Delsão, negou as supostas ameaças de morte contra o juiz Jonatas dos Santos Andrade, bem como ao advogado Romoaldo José de Oliveira a um ex-funcionário dele, nome não fornecido para a imprensa.

Tais ameaças vieram à tona, na semana passada, ocasião em que o advogado Romoaldo de Oliveira relatou ao juiz ter ouvido uma conversa onde Delsão pretendia mandar matar os três citados nas reportagens.

Por conta da ampla repercussão que o caso tomou em nível estadual, os agentes do NIP se deslocaram de Belém para Marabá ainda na sexta-feira e no sábado foram até Rondon do Pará, onde ouviram o Delsão.

Para os agentes, Delsão contou que em momento algum comentou qualquer coisa neste sentido e que nunca lhe passou pela cabeça mandar matar alguém.

Negou que possua armas, ou que anda armado, bem como não usa e nem precisou andar acompanhado de seguranças e que leva uma vida de trabalho.

 A mesma denúncia citada pelo juiz Jonatas Andrade está sendo investigada pela Polícia Federal. À frente dos casos os delegados Leonardo e Juliana. Ambos não comentam a respeito do caso.

Por fim, Delsão deve responder a Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por conta de tais denúncias. Até lá, o juiz Jonatas Andrade anda com segurança pessoal, por tempo indeterminado.

Foi este juiz, que em fevereiro do ano passado, arrestou 18 veículos e 892 cabeças de gado do pecuarista Delsão por conta de uma dívida trabalhista da ordem de R$ 3,2 milhão.

Pará é destaque no mercado de touros



Gado nelore eleva a balança comercial do país


O Norte brasileiro está entre as regiões onde a pecuária de corte segue prosperando e em franco desenvolvimento, seja em estrutura de fazenda ou
mesmo em qualidade de rebanho.
Atenta a esta importante fronteira em desenvolvimento, a Agro-Pecuária CFM também vem estendendo sua participação por lá, principalmente no estado do Pará. Em levantamento realizado pela empresa - maior projeto pecuário com rebanho Nelore certificado no País -, divulgado recentemente, o estado do Pará representa atualmente 22% da destinação dos touros CFM para a região Norte e com um percentual de 9% da clientela ativa da CFM, seja em aquisições anuais durante o Megaleilão, na Megaloja ou por meio de vendas diretas.

Segundo Luís Adriano Teixeira, coordenador de pecuária da CFM, o histórico da empresa com a pecuária do Pará, com o passar dos anos, é cada vez mais bem sucedido com o aumento da procura por genética provada a pasto por parte do criador local.

“A CFM é a pioneira a trabalhar com touros Nelore de produção com CEIP provados a pasto e, portanto, animais avaliados, selecionados e aptos a produzir filhos mais precoces e com melhor ganho de peso a pasto, que é o desempenho econômico que também interessa ao pecuarista paraense”, destaca Teixeira.

A CFM disponibiliza atualmente cinco entrepostos estratégicos de entrega de touros, entre os quais: Aquidauana (MS), Correntina (BA), Gurupi (TO), Goianésia (GO) e Cuiabá (MT). Para os clientes do PA, tanto Cuiabá como Gurupi, servem de elo de distribuição dos touros da CFM adquiridos para trabalharem nas fazendas do Pará. E para cargas fechadas de touros (16 ou 24 touros) a CFM disponibiliza o frete rodoviário gratuito livre de quilometragem, o que facilita e muito aos investidores do estado do Pará.

Este procedimento, de entrega de touros via entrepostos sem custo adicional de frete, tem validade exclusiva nas comercializações durante o 15º Megaleilão Nelore CFM, que acontece no dia 15 de Agosto, no Recinto Anísio Haddad em São José do Rio Preto (SP), com transmissão ao vivo pelo Canal do Boi (SBA).

Neste próximo Megaleilão serão ofertados 1.000 touros Nelore CFM com CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção) e cerca de 500 fêmeas entre novilhas abertas e vacas prenhes com a expectativa renovada para que nesta edição de 2013 haja novamente uma boa participação de produtores do estado.

Novidade – Neste 15º Megaleilão os pecuaristas de todo o Brasil terão o Desconto Dobrado. O sistema funciona da seguinte forma: para o pecuarista que adquirir animais de duas baterias consecutivas, a CFM dobrará o desconto, que passará a ser de 6% nos touros ‘opção’ das duas baterias. A modalidade deste desconto dobrado é válida somente para as baterias indicadas no catálogo.

O desconto dobrado vem agregar as outras vantagens comerciais já tradicionalmente conhecidas pelos neloristas de produção, tais como: descontos progressivos, comissões reduzidas, parcelamento em 14 (Megaleilão) e 7 vezes (Megaloja) fixas e sem juros, além de frete gratuito para cargas fechadas de touros (16 ou 24 touros) ou ainda, frete grátis para a entrega nos entrepostos localizados em Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Bahia e Mato Grosso.

Para mais informações sobre o Megaleilão Nelore CFM ligue 0800 127 111 ou acesse o site www.megaleilaocfm.com.br. Ou pelo e-mail: faleconosco@agrocfm.com.br e ainda Siga a CFM no twitter pelo @agrocfm.










segunda-feira, 29 de julho de 2013

Redução drástica da violência em Itupiranga

Medidas simples de combate ao crime contribuíram para redução





Itupiranga, no sudeste do Pará, em 2011 foi divulgada como a cidade mais violenta do Brasil, no entanto, semana passada, o Mapa da violência divulgou que Itupiranga não faz mais parte sequer das 200 cidades mais violentas do Brasil, pois teve queda de 50 % no índice de mortes violentas. 
Mortes violentas incluem as causadas por armas e também por acidentes de trânsito. Para o comandante do Destacamento da Polícia Militar, Antonio Kojak, a queda na violência significa muito trabalho aos policiais, que em muitos casos ficam várias noites sem dormir, carga horária de 270 horas mensais, sem folga, sobretudo nos finais de semana e risco de vida a todo momento.
O site http://mapadaviolencia.org.br/mapa2013_jovens.php informa que Itupiranga caiu do 1º lugar, em 2011 para 226º no Ranking da Violência.
Prevenção – Esta redução, segundo o oficial, se deu em função de algumas medidas simples, entre elas o combate à corrupção policial, combate ao tráfico de drogas, abordagens intensivas, policiamento ostensivo constante, o apoio e ajuda incondicional da população nas denúncias e da imprensa local e, do apoio logístico da Prefeitura Municipal, com a cessão de combustível, alimentação e até manutenção de viaturas.
Serviço: Para quem desejar denunciar algum crime pode fazê-lo por meio do telefone: (94) 9138-3910.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Jonatas Andrade na alça de mira na pistolagem
Delsão é acusado de tramar contra a vida do juiz, ele nega




Juiz ameaçado de morte em Marabá
Acusado é o fazendeiro Delsão, de Rondon. Advogados e trabalhadores também estariam na “lista”


Edinaldo Sousa


O juiz titular da 2ª Vara do Trabalho, Jônatas Andrade, se diz ameaçado de morte e em comunicado enviado à desembargadora Odete de Almeida Alves, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da Oitava Região, relatou que tanto ele, quanto trabalhadores e advogados estariam ameaçados de morte. O magistrado disse que tomou conhecimento das ameaças na terça-feira (23).
O mesmo relato com as ameaças foi enviado à Procuradoria da República e à PolíciaFederal para adoção das medidas pertinentes.
Sobre o teor das ameaças, o juiz evitou manifestações tendo em vista que, por conta de tais fatos, diz que enfrenta dezenas de medidas processuais em curso no Tribunal Regional, na Corregedoria Geral e na Corregedoria Nacional. “Em 13 anos de magistratura já superei outros momentos difíceis, com provas materiais de ameaças que até hoje guardo comigo. Não pedi proteção individual adicional por não considerar as ameaças sérias. Também não a solicitei pela ciência do custo e da complexidade que tal envolve, para além de limitar nossa liberdade individual”, comentou.
“Entretanto, neste momento não posso sacrificar a segurança dos que comigo caminham, na vida pessoal e profissional, nem tampouco ignorar as constantes advertências que recebo há 2 anos e meio de exercício da jurisdição em Marabá”, completa o magistrado.
Andrade considera temerário desta vez não dar publicidade a tais ameaças aos diversos segmentos sociais e segue recomendação da Procuradoria da República como melhor forma de seu enfrentamento e maximização da segurança pessoal e coletiva de magistrados, servidores e familiares.
Por fim, o magistrado disse contar com o apoio e compreensão do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, das entidades associativas às quais é filiado, Amatra, Anamatra, AMB, AJD, Ipeatra, ALJT.
De igual forma o magistrado deve enviar o comunicado com as ameaças de morte à CNJ e à SDH da Presidência da República, pois considera que desta vez as ameaças são graves e consistentes.
O magistrado Jonas Andrade pede ainda que as ameaças sejam investigadas bem como pede proteção - escolta - policial 24 horas, por tempo razoável. 


Advogados relatam trama mortal

O juiz Jonatas Andrade não comenta abertamente em relação à origem das denúncias, mas a reportagem levantou que o pecuarista José Décio Barros Nunes, o “Delsão”, teria comentando, na última sexta-feira (19), em um bar de Marabá, que pretendia mandar matar o juiz.
Além do juiz, outras duas pessoas seriam assassinados. Uma delas, o advogado Romoaldo José Oliveira da Silva, que seria patrono de uma ação trabalhista contra a empresa de Delsão, a Barroso Nunes, em Rondon do Pará.
A ira do pecuarista seria por conta de um processo que tramita na 2ª Vara do Trabalho, onde o magistrado Jonatas Andrade, em fevereiro de 2012, confiscou diversos bens entre caminhões, tratores e gado do pecuarista por conta de uma ação de combate ao trabalho escravo.
Os advogados Romoaldo José Oliveira da Silva e Raimundo Nonato Gonçalves relataram este diálogo, onde “Delsão” teria dito que mandaria matar o juiz, o advogado e o trabalhador para o próprio juiz Jonas Andrade, nesta terça-feira (23).
O diálogo foi ouvido pelo advogado Phillipe Barbalho Ferreira e este, por sua vez, repassou aos dois advogados, que por fim, relataram ao juiz Jonatas Andrade.
Entre os comentários, “Delsão” teria dito que não iria mandar fazer nada contra o juiz neste momento, pois o desentendimento entre ambos estaria recente. 

A advogada Marli Fronchetti, que defende os interesses do pecuarista Delsão, informou que o cliente negou qualquer comentário no sentido de mandar matar o juiz.

Confirmou, porém que Delsão denunciou o juiz Jonatas Andrade no Conselho Nacional de Justiça e Corregedoria e que optou pelos meios legais como forma de resolver pendencias judiciais e numa por meios escusos.


Juiz pediu para ser investigado




Sem dúvida alguma, um dos processos que mais causou repercussão nacional foi o arrestamento de bens de “Delsão”.
Seria por conta deste processo que surgiram diversos comentários, entre eles de uma provável extorsão que o juiz Jonatas Andrade seria o responsável.
Contudo, o próprio magistrado se colocou à disposição da Corregedoria Regional, TRT 8ª Região, para eventual investigação.
“Este magistrado recebeu informações, correntes nessa jurisdição, de que estaria sendo acusado de corrupção (ativa e passiva) no desempenho de atividades de execução de títulos judiciais, muito especialmente no Processo nº 001053-26.2011.5.08.117, em conluio com arrematantes, em benefício próprio”, relatou o juiz.
Ainda de acordo com o magistrado, “não se tem qualquer notícia oficial dos referidos procedimentos e do teor das acusações. Entretanto e de pronto, apresento-lhe, anexadas em formato zipado, as minhas declarações e movimentação fiscal dos últimos cinco anos, incluindo a de minha esposa.
De igual forma, o juiz disponibilizou a quebra de sigilo telefônico e citou dois números fixos que usa diariamente tanto na casa dele, quanto no gabinete.
“Não tenho ciência dos termos dos procedimentos opostos contra este magistrado. Não fui notificado até o presente momento, mas a notícia é corrente e do domínio público nesta jurisdição, gerando no mínimo apreensão e constrangimento dos jurisdicionados”, relata o juiz.
Por fim, o magistrado deixa claro que a antecipação da quebra de sigilo telefônico e bancário visa dar maior celeridade à investigação por parte da Corregedoria. 


Justiça penhorou e vendeu bens de “Delsão”


Em fevereiro de 2012, operação policial coordenada pelo juiz Jonatas Andrade resultou na penhora de 18 veículos e 892 cabeças de gado do fazendeiro e madeireiro “Delsão”.
A penhora de bens serviu para pagamento de dívidas trabalhistas. O montante da dívida é de R$ 3.267.525,36, oriunda de direitos trabalhistas não pagos aos trabalhadores nas fazendas e serrarias de “Delsão”.
No ano passado a 2ª Vara do Trabalho de Marabá já tinha penhorado e leiloado um terreno urbano do pecuarista.
“Delsão” é acusado de ser um dos mandantes do assassinato do sindicalista José Dutra da Costa, o “Dezinho”, crime ocorrido em Rondon em 21 de novembro de 2000. 
No final de 2011, o STJ julgou um recurso impetrado pelos advogados do fazendeiro no qual pleiteavam a revogação de sua prisão preventiva e a decisão de pronúncia proferida pelo TJ Pará. 
Os ministros do STJ revogaram a prisão, mas, mantiveram a pronúncia, determinando que ele seja julgado por júri popular pela morte do sindicalista.