terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Juiz mantém pistoleiro e mandante presos






O juiz titular da Comarca de São João do Araguaia, Luciano Mendes Scaliza manteve o flagrante contra os dois acusados de ser pistoleiro e mandante da morte do colono Haroldo Inácio Souza, morto a tiros na noite do último sábado dentro do assentamento Ponta de Pedras.


Os presos deste caso foram o acusado, Antonio Claudemir Cavalcante Lima e o Jose Antonio Vieira, o “Negão dos Patos”, o primeiro seria o pistoleiro e o segundo o mandante deste crime.

A vítima foi morta com um tiro de espingarda cartucheira em crime com característica de pistolagem sem que a vítima tivesse a menor chance de se defender.

a Instigação deste homicídio foi liderada pela delega Alice Lang, que contou com o apoio de investigadores de Marabá até que culminou com a prisão de ambos. O acusado de ser o mandante nega o crime.


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Marabá bate recorde negativo de mortandade

Novato foi vítima de acerto de contas na Vila do Rato





E segue a mortandade em Marabá. Até o dia 21 de janeiro deste ano, 17 pessoas foram assassinadas. Sendo que em apenas um caso, a vítima, o acusado de ser assaltante Josiel Costa do Nascimento 29 anos foi morto durante intervenção policial com evento morte, fato que aconteceu no dia 10 de janeiro deste ano em um açougue na Folha 12, Nova Marabá.


Mais recentemente foram mortas em Marabá dois acusados de roubo e de tráfico. Na última segunda-feira (19) os peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves de Marabá localizaram o corpo do ex-presidiário Jeová Peterson Matni Trindade 30 anos.

Jeová Trindade, conhecido por De Belém, costumava perambular por um movimentado posto de combustíveis na rotatória do Quilômetro Seis, onde era apontado por populares como sendo o autor de pequenos furtos em caminhões.

Ele, provavelmente foi levado pelos executores até a estrada do Limão, que dá acesso ao aterro sanitário da cidade onde foi executado, provavelmente ainda na segunda-feira à tarde tendo já que pela manhã foi visto circulando pelo posto.

A outra vítima, o “Novato”, ou “Papa léguas” foi morto com cinco tiros. O crime aconteceu na Vila Nova Canaã, comumente chamada de “Vila do Rato”, prolongamento da avenida Getúlio Vargas, Marabá Pioneira. 

Oficiosamente o crime teria sido cometido por dois acusados de ser traficantes, o “Tripa” e o “Maluco”, este, inclusive seria foragido do Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes (Crama). 

Desde a criação da Divisão de Homicídios de Marabá, em agosto do ano passado, são pelo menos 40 homicídios, e destes há dois pedidos de busca e apreensão e um de prisão. Tais pedidos hibernam nas gavetas da 3ª Vara Penal de Marabá sem que haja um pronunciamento formal do juiz do feito.


“Ratinho” exterminado a tiros


No final da tarde desta quarta-feira, mais uma vez é morta uma pessoa. Desta vez o alvo foi o ajudante de pedreiro Jacson da Silva Costa, o “Ratinho”, 26 anos. 

O crime, com características de acerto de contas ocorreu em um bar na rua Araguaia, bairro de mesmo nome. O matador estava tão à vontade e tranquilo, que entrou no bar, perguntou quanto custava uma lata de cerveja, pagou com R$ 5,00, recebeu de troco R$ 2,5, tomou a cerveja de um gole só e em seguida, deu meia volta, sacou uma arma e efetuou três tiros na vítima, sendo dois no tórax e um na cabeça.

No momento do crime estavam algumas pessoas estavam no bar, inclusive um amigo do “Ratinho”, identificado pela alcunha “Tufão” seria o segundo alvo do matador.

Contudo, ao perceber que o amigo estava sendo baleado, “Tufão” saiu em desabalada carreira. O pistoleiro ainda correu atrás dele, efetuou alguns disparos, mas aparentemente não acertou o alvo.

O crime foi registrado ao delegado plantonista Rayrton Carneiro dos Santos, que informou ter poucos detalhes acerca do caso, salvo o fato de a vítima ser conhecida no bairro como uma pessoa afeita à confusões e brigas.

Vale lembrar, porém que caso o “Tufão” seja identificado e interrogado, pode ajudar na elucidação deste crime, já que aparentemente ele seria um segundo alvo.

Todos os outros casos soam como execução envolvendo o tráfico de drogas, ou execução pura e simples, sendo que todas as vítimas, de algum modo tinham envolvimento, direto, ou indireto com o mundo do crime.


Criminoso segue impune


Ainda sem muitas informações acerca de um crime que aconteceu no final de semana em Marabá, tendo como vítima a usuária de drogas Patrícia Pereira da Silva 22 anos.

O corpo dela foi localizado dentro de uma construção na avenida Sororó, bairro Liberdade. A mulher sofreu várias pancadas na cabeça e teve o pescoço amarrado com uma blusa.

Ela saiu da casa dela no sábado (17) e iria se encontrar com um namorado, ou amante, contudo, pela manhã o corpo foi encontrada morta. 

Dentro de um dos bolsos da vítima, peritos do Centro de Perícia Científica Renato Chaves de Marabá apreendeu um cachimbo usado para aspirar pedras de crack.

Uma das linhas de investigação da Polícia é o provável envolvimento da jovem Patrícia da Silva no tráfico de drogas.

Outra provável linha de investigação é de que o amante pode tê-la matada após um desentendimento, talvez por conta do consumo de drogas.

Independentemente das linhas de investigações que a Divisão de Homicídios deve seguir, o fato é que mais uma mulher é assassinada impunemente e por se tratar de uma vítima anônima, pouca repercussão houve em torno do caso.

Associação Brasileira de Angus apresenta demandas à ministra Katia Abreu



O presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber, levou demandas ligadas à produção e à exportação de carne bovina à reunião com a nova ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Katia Abreu, realizada nesta semana, em Brasília. Também participaram outras entidades da cadeia produtiva, como ABIEC, ABRAFRIGO, ABEG e representantes da indústria frigorífica.

Weber solicitou atenção especial da ministra à implantação da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), que objetiva a criação de banco de dados único das cadeias produtivas do agronegócio de todos os estados. A entidade foi a primeira na pecuária a se inscrever na PGA.

Além disso, o presidente da Angus pediu o empenho do MAPA para a abertura da cota 481, para exportação de carne bovina em condições especiais à União Europeia. “A cota 481 – High Quality Beef conta com tarifas especiais e excelente valorização para a carne de alta qualidade, oriunda de animais terminados em sistemas intensivos, e se encaixa perfeitamente no Angus produzido em nosso país, especialmente na região centro-oeste, onde predomina o sistema de confinamento” afirmou o dirigente.

“Também nos posicionamos a favor da rastreabilidade bovina como instrumento de boas práticas produtivas e pela liberação das avermectinas para bovinos. Além disso, acompanhamos os pleitos de outros agentes da cadeia da carne bovina em prol do fortalecimento da atividade, a segunda mais representativa do agronegócio brasileiro, e endossamos pedido dos frigoríficos para que o Governo Federal trabalhe na abertura de novos mercados para a carne brasileira”, assinalou José Roberto Pires Weber, ressaltando que a Associação Brasileira de Angus foi a única entidade de raça bovina presente à reunião com a ministra Katia Abreu.

“A ministra se mostrou extremamente receptiva às demandas da cadeia da carne e pediu algumas semanas para se posicionar sobre os temas mais urgentes, como a Instrução Normativa 13, que proibiu a comercialização de avermectinas”, explica o presidente da Angus.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Usuária de drogas espancada até a morte


Pat saiu com um suposto namorado e acabou morta


Entre os dois corpos oriundos do município de Marabá consta o corpo da jovem Patrícia Pereira da Silva 22 anos, que saiu de casa no sábado e o corpo dela foi localizado numa construção no final da avenida Sororó, bairro Liberdade.

A jovem, que seria usuária de drogas, segundo informações de parentes dela à Polícia saiu de casa, na travessa São Francisco, bairro Independência no sábado pela manhã acompanhado de um homem que seria amante dele e foi a última vez que foi vista com vida.

Ela foi morta por conta de fortes pancadas que sofreu na cabeça e lhe causou Traumatismo Crânio Encefálico (TCE). Quem a matou, ainda colocou uma blusa no pescoço da jovem como se quisesse confirmar a morte.

Dentro de um dos bolsos da vítima, peritos do Centro de Perícia Científica Renato Chaves de Marabá apreendeu um artefato do tipo cachimbo usado para aspirar pedras de crack.

Aliás, uma das linhas de investigação da Polícia é o provável envolvimento da jovem Patrícia da Silva no mundo do tráfico e eventualmente pode ter sido morta devido ao vício.

Outra provável linha de investigação é de que o amante pode tê-la matada após um desentendimento, talvez por conta do consumo de drogas.

Independentemente das linhas de investigações que a Divisão de Homicídios deve seguir, o fato é que mais uma mulher é assassinado impunemente e por se tratar de uma vítima anônima, pouca repercussão houve em torno do caso, no que provavelmente pode ser mais um crime para entrar nos rol dos insolúveis.
Outros – Em Marabá, neste final de semana a dona de casa Marilda Pereira Falcão. Ele seguia pela rodovia BR-222, na garupa da moto com o marido dela e estaria retornando para o bairro São Félix com um balde de leite, contudo acabou falecendo por conta de um acidente de trânsito.

O marido dela, que não teve o nome fornecido para a reportagem, teria perdido o controle da moto e batido num automóvel que seguia no sentido contrário.

A mulher sofreu tantos os impactos que o corpo sofreu várias luxações e traumas a ponto de falecer no local, enquanto o marido foi socorrido e internado no Hospital Municipal de Marabá e aparentemente não corre risco de morte.

Outra vítima de acidente, no final de semana, desta vez no município de Curionópolis foi o jovem Rekson Leda Santos de apenas 27 anos.


Homicídios prevaleceram na região



Em Rondon do Pará foi morto a tiros o jovem Widolan da Silva Rodrigues, cujo foi encontrado próximo ao Clube é do Pará.

A vítima foi morta a tiros, mas tem pouquíssimas informações a respeito deste crime que tem todas as chances de se tornar mais um caso impune.

Já em Dom Eliseu foi morto a tiros José Maria Ferreira Pinto, 24 anos, enquanto que em Parauapebas foram assassinadas duas pessoas.

São elas: Alexandre Gonçalves Pena, 17 anos, morto a tiros e Ermerson Hiago Santos Barbosa, também morto a tiros.

Enquanto que em Canaã dos Carajás, munícipio vizinho à Paraupebas, foi morto a tiros Wandson Neres 27 anos e por fim, Erliton Teles Gomes 32 anos, morto com vários golpes de arma branca. (E.S.)



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Acordo evita bloqueio de rodovia





Indígenas da aldeia Itahy, dos Suruí, em São Geraldo do Araguaia e a direção da Coopasul à frente Josseli Silva Souza, ‘fumaram’ o cachimbo da paz e alinhavaram um acordo que visa um repassem financeiro àquela comunidade da ordem de R$ 59 mil a título de indenização por eventuais danos causados a quando da prisão do cacique Elton Jhon Oliveira Surui.

O acordo pôs fim a um impasse que já durava uma semana, sendo que os índios ameaçavam interditar a BR-153 e evitar que as vans da Coopasul transitassem pela rodovia já que atribuía à cooperativa a denúncia que resultou na prisão do cacique.

Para quem não se lembra, Elton Jhon Suruí foi preso no dia 29 de outubro do ano passado quando participava de uma reunião na Funai de Marabá e foi surpreendido por agentes da Polícia Federal que lhes apresentaram um mandado de prisão preventiva expedido pelo juiz titular da 2ª Vara Federal de Marabá, Heitor Moura Gomes.

O cacique está sendo processado pelos crimes de sequestro, cárcere privado e dano ao patrimônio publico federal. Tais crimes teriam sido cometidos por ordem do líder indigenista a quando dos protestos em abril do ano passado nas rodovias BR-230, 153 e na sede da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) na Folha 32 Nova Marabá.

Teria sido na BR-153 que os índios Surui teriam impedido um motorista e um cobrador da Coopasul de transitar além de conduzi-los até a sede da aldeia onde permaneceram por algum tempo sob a guarda dos índios, e, por conta disto a Coopasul teria denunciado os índios à Justiça Federal, no que resultou na expedição de prisão preventiva e o consequente encarceramento por trinta e cinco dias.

Durante este período, a aldeia Itahy teria tido vários prejuízos por conta da ausência do cacique, como cimento, sementes além de despesas de deslocamento da aldeia em São Geraldo até Belém, onde Elton Suruí permaneceu preso.


Como atribuíam tal situação à Coopasul e considerando que havia um acordo de cessão de duas gratuidades para os índios, que fazem o deslocamento diário para Marabá e São Geraldo do Araguaia os índios devolveram as carteiras e determinara que a Cooperativa fizesse o reembolso ante a possibilidade real de ser impedida das vans passarem pela rodovia, cuja estrada corta a reserva indígena.

De acordo com Josseli Silva Souza, o “Jussa”, houve um grande mal entendido, pois a Coopasul nada tem contra os indígenas e tampouco fez denúncia contra eles. Ele informou que boa parte das informações veiculadas na imprensa não corresponde aos fatos, mas não quis, ou exigiu retratação.

“De certo é que a situação está resolvida e não queremos mais ter nenhum tipo de desentendimento com os índios que nos receberam muito bem, conversamos e chegamos a um entendimento”, comentou, admitindo, porém que as direções anteriores da Coopasul, prometeram e não cumpriram muitas destas promessas. 

Nunca é demais lembrar que os protestos dos índios visavam melhorias no sistema de atendimento à saúde indígena que consideram precário e foram encabeçados por várias lideranças indígenas do sul e sudeste do Pará, contudo apenas o cacique Elton Suruí experimentou a ‘ponta da lança’, foi ‘espetado’ pela Justiça e permaneceu trinta e cinco dias preso no que considera uma grande injustiça. (Chagas Filho e Edinaldo Sousa)


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

CFM vende 150 touros Nelore CEIP

Bezerros top,  oportunidade de otimizar lucros  



O cenário positivo da pecuária, com manutenção dos preços do boi gordo e dos bezerros em patamares elevados, aponta para mais um bom ano para a atividade em 2015. Assim, a reposição dos reprodutores para aumentar a produção de bezerros mais pesados e precoces é a certeza de bom retorno econômico para os criadores.

A CFM quer contribuir para o sucesso dos pecuaristas e, para tanto, colocará à venda um lote especial de 150 touros Nelore CEIP CFM no seu primeiro leilão virtual de 2015. O evento está marcado para o dia 17 de março, a partir de 20:30h e terá transmissão pelo Canal do Boi.

“O momento é perfeito para o investimento em touros novos, devidamente avaliados e com potencial genético comprovado”, ressalta Luis Adriano Teixeira, coordenador de pecuária da Agro-Pecuária CFM.

“Este leilão é uma ótima oportunidade para os pecuaristas que preferem comprar os touros da CFM mais erados, com mais idade média de 30 meses. Também é uma ótima ocasião para repor os touros que saíram da estação de monta mais velhos e pesados, aproveitando as altas cotações da arroba”, explica Luis Adriano.

O leilão será comandado pela Central Leilões e terá condições especiais para os compradores, como pagamento em 20 parcelas (2+2+16), além do frete rodoviário grátis para todo o Brasil para cargas fechadas (16 ou 24 touros) ou qualquer quantidade de touros nas praças de entrega (Aquidauana/MS), (Cuiabá/MT), (Goianésia/GO), (Correntina/BA).

A Agro-Pecuária CFM é a maior fornecedora de touros com CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção – outorgado pelo MAPA) do Brasil, com produção histórica de mais de 35mil touros. Para saber mais sobre o Leilão Virtual CFM acesse www.agrocfm.com.br, ligue 0800 127 111 ou envie e-mail para faleconosco@agrocfm.com.br. Siga a CFM no twitter pelo @agrocfm. Contato com a Central Leilões: 18 3608-0999.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Indios Surui interditam passagem de vans



Elton Suruí, cocá Azul acusa Coopasul de tê-lo denunciado à PF 


Liderados por Cleiton Suruí, índios da aldeia Itahi em São Geraldo do Araguaia estão inclinados a interditar a passagem de vans da Coopasul pela rodovia 153 a partir da tarde desta terça-feira.

Eles cobram da empresa um reembolso por conta de eventuais prejuízos que os índios tiveram durante os 35 dias em que o cacique Elton Jhon Suruí. Ele foi preso no dia 29 de outubro do ano passado.

Durante este período os índios alegam que perderam sementes, cimento, tiveram que arcar os custos de deslocamento até Belém onde o índio ficou preso.

E por que cobram da Coopasul. Alegam que foi esta cooperativa quem denunciou os índios de ter mantido em cárcere privado um motorista e um cobrador a quando de um protesto na rodovia ainda em 2012.

Seria esta denúncia que teria motivado a prisão do cacique, além é claro de outro protesto que vários indígenas realizaram na sede da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) em Marabá em abril do ano passado.

Por conta desta situação os índios abriram mão de um acordo que cedia duas gratuidades dentro das vans da Coopasul para o deslocamento da aldeia para Marabá, São Geraldo e vice versa e agora cobram radicalmente o reembolso e caso não o faça, as vans não devem passar na rodovia e novos protestos podem acontecer.