terça-feira, 31 de julho de 2018

Empresário pode ser libertado esta semana




O destino, ou liberdade do micro empresário Josilane Silva dos Santos, o Cupu depende da juíza Renata Guerreiro Milhomen. Repousa na mesa da magistrada um pedido de revogação de prisão preventiva em favor do acusado, preso desde o dia 14 de julho deste ano, sob acusação de ter quebrado medidas protetivas.

Cupu responde processo por estupro de vulnerável, uma vez que aparentemente se envolveu com uma adolescente, que agora tem 17 anos, mas que este suposto relacionamento iniciou quando a jovem tinha apenas 12 anos.
A promotora da infância e adolescência, Liliane Carvalho Rodrigues de Oliveira, se pronunciou favorável à revogação da prisão preventiva, após analisar a petição formulada pelo advogado criminal, Arnaldo Ramos.

Diante deste pronunciamento da promotora, a magistrada tende a optar em libertar o micro empresário. Entre os argumentos apresentados pelo advogado, consta o fato de o cliente dele ter endereço fixo e que nunca deixou de prestar nenhum tipo de informação a respeito do caso.

Mais recentemente, diálogos foram anexados ao processo, onde a jovem insinua, ou pressiona o empresário para que ele lhe der uma moto, mais uma cota mensal para custear despesas pessoais como salão de beleza e até mesmo pagamento de contas de telefone celular, entre outras.

Como o caso tramita em segredo de Justiça é praticamente impossível de obter maiores detalhes acerca deste suposto envolvimento extraconjugal entre o acusado Cupu e a adolescente, exceto pelos diálogos, dos quais tivemos acesso.

Este, sem sombra de dúvida é um rumoroso caso e envolve interesses diversos. Independentemente da suposta tentativa de extorsão, o fato é que Cupu está preso acusado de estupro de vulnerável em processo que foi investigado pela equipe da Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), à frente a delegada Ana Paula Fernandes Trigo Mattos de Castro. Instada a se pronunciar, disse apenas que encerrou o caso quando apresentou o processo na Comarca de Marabá.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Policia tenta identificar lideranças do MST



Conflito mais recente registrado no sudeste do Pará aconteceu no final de semana. O palco, fazenda Santa Tereza, que nos últimos cinco anos está sendo alvo de constantes ataques.
Nesta segunda-feira (30), policiais civis liderados pelo titular da Delegacia de Conflitos Agrários (Deca), Vaney Alexandre França retornaram à fazenda Santa Tereza para acompanhar um perito do IML no que se convenciona chamar de perícia de local de crime.
É este documento que deve robustecer o relatório completo acerca dos danos e estragos causados durante a tentativa de ocupação da fazenda. Esta propriedade foi alvo de reintegração de posse em novembro do ano passado. A decisão foi exarada pelo juiz titular da Vara Agrária Regional, Amarildo José Mazutti.
Desde a reintegração que há uma insatisfação por parte do MST. A nova tentativa de ocupação deixou um considerável rastro de destruição.
Pelo menos nove vacas foram mortas, pastos queimados, uma máquina agrícola pá mecânica totalmente carbonizada, além de cercas destruídas. Esta é uma pequena parcial dos danos causados pelos sem terra.
A equipe da Deca, agora, além da constatação óbvia dos estragos, deve tentar identificar as pessoas que participaram desse ato de vandalismo e destruição para eventuais sanções penais e criminais.
Não foi possível conversar com o delegado Vaney França, tampouco com as lideranças, ou sem terra ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Entidades cobram liberdade de policiais



Audiência presidida pelo juiz titular da Comarca de Itupiranga, Danilo Alves Fernandes, nesta quarta-feira (25), diversas entidades representativas de classe, cobraram a soltura de vários policiais militares presos desde o final do ano passado
Os militares foram alvo de investigação conduzida pelo Ministério Publico Estadual, à frente o promotor Arlindo Jorge Cabral Junior. Seguem presos desde novembro do ano passado, Josafá Pinheiro da Silva, Jonas Cardoso Farias, Rony Marcelo Alves Paiva, Alan Douglas Branco Rodrigues, João Oliveira Santos Junior, Francisco Silva dos Santos, Welbert Santana Silva, além do acusado civil, Railson Oliveira da Luz, todos denunciados pelo Ministério Público como integrantes de organização criminosa envolvida com execuções no município de Itupiranga.
Durante a audiência, entidades como a Associação Comercial e Industrial, Sindicato dos Produtores Rurais, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, apresentaram um abaixo assinado onde pedem a liberdade dos acusados e alegam que todos são pessoas de bem e que muito contribuíram para a segurança pública de Itupiranga.
O Juiz, Danilo Alves não quis gravar entrevista informou que uma nova audiência a respeito deste caso está agendada para o dia 4 de setembro. Até lá, pretende encaminhar o caso para que chegue às mais dele na condição de decidir, se acata os argumentos do Ministério Publico, ou dos advogados de defesa.
Para o advogado Wandergleisson Fernandes, a audiência foi bastante proveitosa, pois serviu para mostrar à Justiça que os acusados nada têm a ver com organização criminosa e que por anos se dedicaram a levar segurança aos moradores de Itupiranga.

“Agora vamos aguardar e acreditamos que a Justiça vai ser feita, restabelecer a verdade. Nossos clientes são bons policiais e que se dedicaram para levar um pouco de paz aos moradores de Itupiranga, tanto que se fossem pessoas más, dificilmente as entidades iriam pedir a soltura deles”, salienta.

Empresário pode ter sido alvo de chantagem



Preso desde o início desta semana, por força de mandado judicial, onde responde pelo crime de estupro de vulnerável, Josilane dos Santos Silva, o Cupu pode ter sido alvo de chantagem e tentativa de extorsão.
As investidas, segundo o advogado criminal Arnaldo Ramos, partiu da adolescente de 17 anos, que o acusa de estupro. Ambos teriam um relacionamento quando a jovem tinha pouco mais de 12 anos, daí o motivo da prisão dele.
Há uma transcrição de diálogos, entre ambos que devem ser acostados nos autos do processo, e, segundo o causídico, revelam a intenção da jovem em refazer o depoimento dela à delegada Ana Paula de Matos Trigo Fernandes, mediante o pagamento de dez mil reais, mais uma moto para a jovem. Ocorre, porém que o caso está concluído por parte da Polícia.
Em se tratando de crimes de estupro envolvendo adolescente, o caso tramita em segredo de Justiça o que dificulta o acesso às informações. Esta é a segunda vez que o empresário é preso num intervalo de cinco anos.
Agora se diz vítima de uma tentativa de extorsão e que deve provar em juízo tal trama, bem como se diz inocente da acusação de estupro de vulnerável. Ele segue preso na Centro de Triagem Masculino de Marabá (CTMM).
Por sua vez, o advogado Arnaldo Ramos confirma que o cliente dele é inocente que se afastou da adolescente tão logo tomou conhecimento que se tratava de uma adolescente e que desde então vem sofrendo ameaças por parte da jovem. “Vamos provar a inocência dele”, garante


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Caso Rondinelli pode ter reviravolta


https://www.youtube.com/watch?v=doKzUsvpNdw




Uma testemunha inocenta militares presos acusados de envolvimento na morte do conselheiro Rondinelli Wagner Salomão Maracaípe, assassinado no dia 11 de janeiro de 2017, em Itupiranga.
A mulher, identificada por Claudia de Sousa da Silva, gravou um vídeo recentemente, do qual este pôster teve acesso com absoluta exclusividade onde, entre outras afirmações, a mulher nega que tenha citado o nome dos sargentos: Josafá Pinheiro, Francisco Santos e o cabo da reserva Jonas Cardoso e de Railson Oliveira da Luz em supostos crimes naquele município.
Entretanto, eles seguem presos por força de ordem judicial exarada pela juíza Alessandra Rocha da Silva Sousa, fruto de uma investigação deflagrada pelo Ministério Publico.
Advogados de defesa manusearam recursos junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Pará. O mais recente foi julgado no final de janeiro deste ano, ocasião em alegaram “constrangimento ilegal por falta de justa causa na decretação da prisão preventiva, negando a participação no grupo de extermínio, afirmando ainda tratar-se de pessoas idôneas, contudo a relatora do Habeas Corpus, juíza Rosi Maria Farias, manteve o status quo.
Entretanto, os advogados de defesa, entre eles, Wandergleisson Fernandes, que defende os interesses do sargento Josafá Pinheiro, acredita que o testemunho desta cidadã pode esclarecer muitas dúvidas neste processo.
Diante de fatos novos, em função deste vídeo publicado por Claudia da Silva, o caso pode ter uma reviravolta, uma vez que o nome dela é citado como uma das testemunhas, porém a mulher nega qualquer envolvimento, direto, ou indireto.
Ela imputa tais comentários a terceiros, dos quais ela não citou nomes em um vídeo gravado e que este pôster teve acesso com absoluta exclusividade. “Nunca citei o nome de ninguém policial envolvido em milícia, ou que estivessem me ameaçado de morte, então quero deixar bem claro”, afirma.
A mulher contou que ainda que está com a consciência tranqüila e que não prestou nenhum depoimento a nenhuma autoridade policial. “Eu nunca vi, ou testemunhei nenhum homicídio”, reafirma, dizendo que quer viver em paz e que nunca teve nada contra os militares e que não sente ameaçada de morte. 

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Acusados de roubar Banpará em Bom Jesus presos




Seis presos acusados de roubar Banpará em Bom Jesus do Tocantins. O assalto aconteceu na madrugada da última terça-feira (10), ocasião em que pelo menos cinco assaltantes invadiram o município, seqüestraram várias pessoas e dinamitaram os caixas eletrônicos do banco.

A quantidade de dinheiro levada pelos assaltantes não foi divulgada, entretanto, tão logo aconteceu o roubo, um grande cerco policial foi montado, envolvendo militares do Grupo Tático Operacional (GTO), Graer, DRCO, agentes do NAI e da Superintendência Regional do Sudeste do Pará.

Esta caçada policial resultou na prisão de seis pessoas, sendo três acusados civis e três militares, dois sargentos e um cabo, todos lotados no município de Nova Ipiixuna, vizinho à Bom Jesus do Tocantins.

Os nomes dos acusados não foram divulgados pela Policia, tampouco as eventuais participações deles neste roubo.

De igual modo, a Polícia não divulgou as circunstâncias das prisões. O delegado Evandro Araújo, um dos titules da Divisão de Repressão ao Crime Organizado, se limitou em informar, que somente o delegado geral Rilmar Firmino deve se pronunciar a respeito deste roubo.

Assalto à CEF de Ourilândia do Norte

Enquanto a Polícia Civil prendia os acusados de roubar o Banpará de Bom Jesus, outra quadrilha de roubo a banco atacava na região.
Desta vez o algo foi o banco da Caixa Econômica Federal de Ourilândia do Norte. O bando, quantidade não informada pela Polícia, atacou na modalidade ‘sapatinho’.
Eles seqüestraram o gerente da CEF, colocaram dinamites no corpo da vítima e obrigaram a sacar uma considerável quantidade em dinheiro.
No meio da manhã desta quarta-feira (11), um grande aparato policial foi mobilizado para as cercanias do banco, entretanto, os ladrões já tinham fugido.
A Divisão de Repressão a Roubo a Banco (DRB) à frente do delegado Fausto Bulcão, deve abrir inquérito policial para tentar identificar e prender os ladrões.




sexta-feira, 6 de julho de 2018

Vias principais do Amapá recapeadas



 
Obra visa minimizar custos
Uma obra além da aparência, afinal, uma parte da história de Marabá está sendo preservada. Trata-se do recapeamento da avenida do Espírito Santo com a avenida do Aeroporto, bairro Amapá.
São pelo menos 850 metros de recapeamento que está sendo aplicados pela construtora Fox, por determinação da atual gestor, no trecho que começa próximo à BR-230, à altura da Passarela, até  avenida Beira Rio, às margens do rio Itacaíunas.
O bairro Amapá tem origem histórica em 1894, ocasião em que o coronel Carlos Gomes Leitão, em 1894 instalou o primeiro acampamento. Era início daquele, que é dos mais antigos bairros Marabá. O primeiro bairro é o Francisco Coelho, o popular “Cabelo Seco”.

No bairro Amapá, há 58 ruas, 44 empresas, este eixo de via é o principal. O recapeamento, sem sombra de dúvidas é um resgate, uma maneira de devolver aos moradores maior mobilidade.

As duas vias foram pavimentadas em administrações pretéritas. Por elas trafegam um grande numero de máquinas e caminhões que se deslocam até a margem do rio Itacaíunas e fazem o transporte de areia e seixo.
Por conta deste intenso fluxo de caminhões, invariavelmente, as vias se desgastam a ponto de ficarem quase que intrafegáveis, ante a quantidade de buracos.
Segundo o engenheiro João Alberto, o recapeamento, a obra está sendo executado em duas etapas. A primeira se deu pela aplicação de uma camada de CBUQ, espalhada sobre o leito da pista visando a correção de algumas imperfeições.
No início da próxima semana, segunda e terça, a previsão da Sevop é dar continuidade na obra com a execução da segunda camada do recapeamento. Nesta fase a maquina
Vibroacabadora é utilizada para dar um acabamento perfeito.
A propósito, a Sevop está concluindo pavimentação de 13 ruas, na Agrópolis Incra, bairro Alvorada, todas com drenagem e meio fio, bem como o arruamento e canteiro próximo ao INSS.
Consta nos planos da Sevop, recapear outra rua, igualmente importante no contexto histórico de Marabá, a rua do antigo Porto das Balsas, também no bairro Amapá.