quarta-feira, 19 de junho de 2013

Dois incêndios na Cedro em uma semana


Rebanho estaria sendo alvo constante dos sem terra do MST 



Sem terra, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra estão sendo apontados como os autores de um novo incêndio nos pastos da fazenda Cedro, zona rural de Marabá, na tarde da última terça-feira (18). Este foi o segundo incêndio em menos de uma semana nesta propriedade.
No final da semana passada, este mesmo grupo de sem terra que estão acampados na propriedade desde o dia 1º de maio de 2009, foi apontado como o autor de outro atentado que resultou na morte de um boi, o baleamento de outro animal que ficou com uma das patas quebradas.
Naquela ocasião equipes da Deca e do Grupo Tático Operacional (GTO) estiveram no local, mas os agentes foram hostilizados pelos sem terra que estão no acampamento “Helenira Resende”.
“A conversa é da corrente pra lá, aqui a Polícia não entra”, teria dito um dos líderes dos sem terra da Cedro ao delegado Victor Costa Lima Leal, titular da Deca e que não permitiu o acesso dos policiais ao acampamento.
Naquela ocasião os sem terra negaram ser os autores do atentado, bem como da queimada dos pastos e que todos se intitularam líderes campesinos.
Nestes dois atentados o delegado Victor Leal ficou de abrir inquérito policial para apurar as circunstâncias dos casos, bem como identificar os líderes do MST, que possivelmente podem ser indiciados por esbulho, dano e ameaça.

Por meio de nota, a Agropecuária Santa Bárbara (Agrosb) atribuiu os dois ataques ao sem terra do MST.

Para debelar as chamas, a empresa mobilizou um considerável contingente de funcionários e de tratores e no final daquele dia o incêndio foi controlado.
Os dois ataques foram denunciados á Secretaria Estadual de Segurança Pública, Delegacia de Conflitos Agrários (Deca), Incra e Ouvidoria Agrária Nacional.

Nestes dois ataques o MST, até então, não se pronunciou oficialmente, bem como a respeito da suposta hostilização dos sem terra para com os policiais.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Fazenda Belauto: Fetagri repudia decisão de desembargador

Entidade critica decisão de desembargador federal e pontua que se o despejo acontecer pode causar conflito no campo




A Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri), por meio de nota pública repudia decisão da justiça federal que prevê o despejo de trabalhadores rurais do assentamento São Francisco no município de São Félix do Xingu, no sul do Pará.
Criado em 1993 dentro da reserva
indígena Apyterewa e foram assentados cerca de 250 famílias de agricultores sem terra.

Por conta deste assentamento, outras dezenas de famílias se deslocaram para a região, e em poucos anos, mais de 400 famílias passaram a viver na área indígena.

Em 2011 foi iniciado um processo para reassentar as famílias que após dezenas de audiências, a Funai, MPF e Incra chegaram a um acordo de retirar todas as famílias, não índias, que moram na terra indígena Apyterewa.
Àquela época ficou acordado que as famílias seriam reassentadas na fazenda Belauto localizada no município de São Félix do Xingu.

A propriedade, segundo a Fetagri, é composta de pelo menos 26 mil hectares e é formada por terras públicas federais e confiscado pela justiça federal de Goiás, por ter supostamente pertencer ao narcotraficante Leonardo Mendonça, preso no Mato Grosso.
Ainda em setembro 2011 a Justiça Federal de Marabá, garantiu liminarmente, a imissão de posse do Incra na fazenda Belauto, sendo que o excedente de famílias só foi assentado em 18 de julho de 2012 com a ampliação do assentamento que saltou para 412 famílias.
Neste ínterim, porém, segundo a nota da Fetagri, por absoluta inoperância do Incra o processo foi transferido da Vara Federal de Marabá para a Vara Federal de Redenção.
Ainda de acordo com a nota, o juiz de Redenção suspendeu o processo de imissão de posse do Incra na fazenda Belauto, impedindo a continuidade do assentamento e agravando assim os conflitos na área.
Para agravar ainda mais a situação, no final de 2012, o desembargador federal Jirair Aran Meguerian
expediu liminar em favor dos supostos herdeiros dos antigos donos da fazenda Belauto, garantindo a eles mais de metade do imóvel e determinando o despejo imediato das 412 famílias assentadas pelo Incra.

Os sem terra têm até o próximo dia 25 de junho deste ano para saírem pacificamente da área. Caso não saiam, o Estado deve pedir apoio de forças policiais para realizar o despejo.

A Fetagri afirma que o desembargador Jirair Meguerian ignorou todas as decisões anteriores da própria Justiça Federal e todos os acordos que visaram resolver o conflito.
O juiz garantiu ainda a posse dos supostos herdeiros sobre terra pública federal, contrariando a Constituição Federal, e pior ainda, tornou definitiva uma decisão liminar que tem caráter provisório.
Para a Fetagri, a atuação do juiz federal de Redenção e do desembargador Jirair Meguerian tem sido desastrosa, desumana e contrária à Constituição Federal. “Nossa lei maior não admite posse em terra pública, mesmo assim, o desembargador insiste em entregar mais de 13 mil hectares para uma meia dúzia de supostos herdeiros e manda despejar 412 famílias assentadas”, comenta a nota.

A luta dos sem terra precede a década de 1.993 e a Fetagri acredita que tais medidas judiciais contribuem para o aumento dos conflitos agrários em uma região marcada por violentos conflitos agrários e mortes no campo.
Por conta desta situação de tensão a entidade lembra que as famílias pretendem resistir ao despejo, pois sabem que se sair da propriedade não têm pra onde ir.

Por fim a Fetagri exige que seja suspensa a liminar de reintegração de posse a fim de se evitar mais um conflito no campo e que o Incra solucione a situação das famílias.

Confinadores serão premiados durante a Feicorte

 
 
 
A 19ª Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne (Feicorte), que acontece dos dias 17 a 21 de junho, no Centro de Eventos Imigrantes, em São Paulo (SP) terá a participação da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), entidade que em parceria com a Scot Consultoria e a idealizadora Agrocentro fará a entrega do 3º Prêmio Nelson Pineda.
 
A solenidade de premiação será nesta terça-feira (18), a partir das 20 horas, seguido de jantar de confraternização com a entrega de 40 troféus destaques do confinamento de 2012 no Brasil, de acordo com o índice Excon (Excelência no Confinamento), que agrega para cada propriedade participante soma de pontuações referente a sanidade, a eficiência e a produção e, destes finalistas, os 10 destaques em práticas sustentáveis no processo produtivo respeitando o meio ambiente.
 
“A homenagem vai ao encontro com o modelo atual da pecuária, que busca competitividade e qualidade, melhora nos índices e o bem-estar dos animais e daqueles que trabalham e vivem do setor”, destaca a gerente do Agrocentro, promotora da Feicorte, Carla Tuccilio.
 
O prêmio que foi criado para valorizar produtores que buscam a excelência na produção de carne e homenageia o pecuarista venezuelano Nelson Pineda, um dos grandes exemplos entre os criadores e selecionadores brasileiros, pelos serviços prestados à pecuária brasileira, tem como novidade deste ano o oferecimento de homenagem especial a um produtor de gado a pasto estreando nova categoria ao Prêmio, o de Boi a Pasto.
 
A Assocon também vai validar durante a 19ª Feicorte, a abertura das inscrições para a 6ª Conferência Internacional dos Confinadores – Interconf pela internet através do endereço eletrônico www.interconf.org.br com divulgação dinâmica e itinerante por meio de folders e panfletos informativos. Este trabalho de divulgação da Conferência se estenderá também durante o Congresso Mundial da Carne, dos dias 25 a 27 de junho, em Goiânia (GO).
 
A programação da 6ª INTERCONF que acontece entre os dias 09 a 12 de setembro, no Oliveira’s Place, em Goiânia (GO) foi totalmente revitalizada e este ano contará com um dia adicional de atividades com o primeiro dia dedicado especificamente para minicursos.
 
Conforme destaca o gerente executivo da Assocon, Bruno de Andrade, o tema central da edição deste ano será ‘O Confinamento de Precisão’, sob a ótica do Aumente o Peso do seu Negócio. “Teremos ainda três painéis com destaques para a Segurança alimentar e flexibilidade de produção para abrir mercados; a Cadeia Produtiva e em específico, Confinamento onde será enfatizado o Conceito PDCA: Planejamento, Desenvolvimento, Controle e Avaliação de Dados, ferramenta importante na estratégia de gestão numa propriedade de pecuária intensiva”, diz Andrade.
 
O ex-presidente do Banco Central e atual presidente do Conselho da J&F Investimentos, Henrique Meirelles, fará a palestra inaugural das plenárias prevista para um público aproximado de mil pessoas. Meirelles destacará o Cenário macroeconômico brasileiro: quais são nossas oportunidades, desafios, fraquezas e forças diante de outros mercados.
 
Serviço: Interconf 2013
Evento: 6ª Conferência Internacional de Confinadores Data: Dias 09 a 12 de setembro,
Local: Centro de Eventos Oliveira’s Place, em Goiânia (GO)
Informações: (62) 3432-0395 www.interconf.org.br
 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Juiz solta atirador, mas mediante fiança alta



O juiz titular da 9ª Vara Penal de Marabá, Murilo Lemos Simão arbitrou uma fiança considerada bastante alta para soltar o boiadeiro Jaime José de Souza Neto, preso na madrugada da última terça-feira.
O boiadeiro ficou de ser liberado ainda hoje, desde que recolha fiança no valor de 150 salários mínimos que somam R$ 101.700,00.
Assim que ficou sabendo da fiança o acusado determinou que o boleto fosse impresso e que irmãos dele providenciasse o pagamento imediatamente, pois não suportaria mais dormir na cadeia.
Remember – Para quem não se lembra Jaime Neto protagonizou um episódio inusitado, quando num ataque de fúria, invadiu a casa do pecuarista José Miranda Cruz e efetuou vários disparos no imóvel.
Para tanto ele teria usado dois revólveres que descarregou toda a munição. Ele entrou no imóvel, uma suntuosa mansão, no bairro Quilômetro Sete que ficou bastante danificada.
O boiadeiro foi preso ainda na madrugada da última terça-feira (11), após protagonizar este ato de fúria.
Assim que ficou sabendo do valor da fiança, na manhã desta quinta-feira, Jaime Neto determinou que os familiares dele providenciasse o pagamento, pois não suportaria dormir mais uma noite na cadeia.
Para a imprensa local ele comentou que estava muito nervoso por conta da demora no recebimento do dinheiro dele e que estava tendo dificuldades para honrar pagamentos com credores, motivo pelo qual acabou cometendo este atentado à casa do pecuarista José Miranda Cruz, que até o momento não foi localizado para comentar a respeito do assunto.
Cansado de esperar pelo pagamento de uma dívida da ordem de R$ 4 milhões, o pecuarista Jaime José de Sousa Neto virou o “cavalo do cão” na madrugada desta terça-feira (11) e cobrou a conta na base da truculência.
A invasão aconteceu na casa do pecuarista José Miranda Cruz, no Km 7, bastante conhecido em Marabá e que estaria devendo os R$ 4 milhões por conta da compra de gado.
Jaime Neto, em entrevista ao rádio repórter Elvan do Vale, contou que nos últimos dois anos, tentou de todas as formas negociar a dívida a fim de receber o dinheiro, mas todos os apelos foram em vão.
Por conta deste aborrecimento, Jaime Neto, num ataque de fúria, apanhou o caminhão boiadeiro dele, um Mercedes Bens de cor vermelha, placa MXG-4790 Marabá-PA, e arrebentou a lateral da casa por onde entrou e efetuou vários tiros no imóvel.
O ataque aconteceu por volta das cinco horas da madrugada e tão logo os estampidos ecoaram a Polícia Militar foi acionada e o acusado foi preso em flagrante.
Com o acusado os militares localizaram dois revólveres calibre 38, modelo TA, com seis projéteis deflagrados em cada uma das armas.
No imóvel dormia a esposa e um filho menor do pecuarista, cujos nomes não foram repassados para a reportagem. José Miranda Cruz não foi localizado para comentar a respeito do ataque e da suposta dívida que teria com James Neto.
“Peço desculpas ao senhor José Miranda e à família dele, pois não tive a intenção de matar ninguém, mas estava nervoso por conta da dívida e tento há dois anos receber o dinheiro e não consegui”, relata James Neto.
Ele contou ainda que está tendo dificuldade para honrar alguns compromissos financeiros que têm na região.
“Sou um homem trabalhador, moro em São Domingos e todos e conhecem e não é da minha índole, mas a minha situação é desesperadora”, justificou.
Independentemente das justificativas, ou alegações o acusado foi autuado por tentativa de homicídio, porte ilegal de armas e dano.
Por sua vez, o advogado Antonio Lopes Filho requereu o relaxamento do flagrante do flagrante na 9ª Vara Penal por entender que não houve indícios suficientes de tentativa de homicídio. O juiz Murilo Lemos Simão deve decidir hoje a respeito desta petição.
Antonio Filho considerou que houve excesso na capitulação penal do cliente dele, pois poderia ser autuado por porte ilegal de armas e por dano.
“Ele não tinha a intenção de matar ninguém, pois não atingiram nenhuma pessoa estava nervoso, afinal é uma quantia considerável que têm pra receber e acabou se excedendo”, relata o advogado dizendo que vai provar em juízo que não houve a intenção de matar.
Independentemente das alegações do advogado o fato é que a casa do pecuarista ficou toda perfurada de tiros, vidros estilhaçados e um rastro de destruição em todo o imóvel.


terça-feira, 11 de junho de 2013

Juiz firma parcerias com a iniciativa privada



Cristiano: "Parcerias visam melhorar a qualidade de vida dos servidores"

O juiz diretor do Fórum de Marabá, Cristiano Magalhães Gomes visando a valorização dos funcionários deste órgão está ultimando uma série de parcerias com empresas locais que vão desde academia a posto de combustíveis e até mesmo de qualificação por meio de cursos ofertados pela OAB.
A primeira parceria está sendo realizada entre o Fórum, o Sindicato dos Funcionários e um posto de combustíveis e visa a obtenção de descontos especiais no abastecimento dos veículos dos servidores e de seus familiares.
O segundo convênio é com um conhecido restaurante cujo nome alude à Rota 66, que tem estabelecimento em Belém e em Marabá.
Esta parceria, segundo o magistrado já está praticamente fechada e os servidores que quiserem realizar festas no local, terão descontos especiais e até o próximo final de semana, estarão habilitados para receber descontos em todas as refeições que realizarem neste restaurante.
Igualmente definida está uma parceira com uma badalada academia de ginástica da Folha 32, Nova Marabá. Nesta, que é considerada a maior de Marabá, os servidores terão desconto de mais de 30% nas mensalidades, independente do número de servidores que se matricularem.
Outra parceria não menos importante e que dará um ganho significativo de realizada pelo magistrado foi com a OAB-Marabá, que irá disponibilizar gratuitamente diversos mini cursos para os servidores do Tribunal de Justiça do Estado (TJE) da Prefeitura que trabalham no Fórum de Marabá.
E não para por ai as parcerias, pois visando uma diversificação do conhecimento, estão sendo alinhavados convênios com escolas de inglês, tendo algumas demonstrado interesse na participação do projeto, além da Faculdade Metropolitana com sede em Marabá, que concederá tratamento especial aos funcionários para cursos de graduação e pós graduação.
O magistrado informa ainda que muitos outros projetos e convênios estão sendo estudados a fim de melhorar a qualidade de vida dos servidores.
O sucesso do procedimento adotado pelo Juiz de Marabá, que deixa de ser um simples organizador de tarefas para ser um verdadeiro gestor e já atraiu a atenção dos municípios vizinhos e o Juiz de Itupiranga, Alexandre Hiroshi Arakaki pretende estabelecer parcerias semelhantes naquele município.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Índios desobstruem rodovia



Sompré: índios não aceitam a Danielle Cavalcante


No início da noite da última terça-feira, índios de várias etnias do sul e sudeste paraense, desmontaram o bloqueio na rodovia 153, à altura da aldeia Suruí Sororó em São Geraldo do Araguaia.
As manifestações dos índios iniciaram no dia 7 de maio com a ocupação da rodovia BR-222 à altura da reserva Mãe Maria, em Bom Jesus do Tocantins.
O protesto se deu em função da precariedade do sistema de saúde indígena e por conta da coordenadora do Distrito Guamá Tocantins, Danielle Cavalcante a quem acusa de má gestão e assédio moral aos funcionários da Secretaria de Especial de Saúde Indígena (Sesai).
O desmonte do bloqueio aconteceu em função de um compromisso de que uma reunião entre lideranças indígenas e representantes do Ministério da Saúde no início da próxima semana a fim de que a situação seja resolvida e que Danielle Cavalcante não permaneça no cargo.
Apesar da manifestação ser justa, causou estragos na economia regional e pelo menos sete municípios foram diretamente atingidos, São Geraldo, Piçarra, São Domingos, Palestina do Pará, São João do Araguaia, Brejo Grande do Araguaia e Marabá.
O setor de construção civil foi um dos mais atingidos, uma vez que faltou cimentou durante uma semana no comércio marabaense.
Quem confirma é o micro empresário Anilton Dall Alba. Por semana ele compra pelo menos 250 sacas de cimento. A mercadoria é carregada em Xambioá-TO e transportada via BR-153.
“Deixamos de faturar neste período pelo menos R$ 10 mil e isso significa prejuízo, pois os nossos compromissos são diários e em muitos casos tenho de devolver o dinheiro para o cliente que comprou o cimento adiantado, pois não tenho a mercadoria para entregar”, lamenta.
Igualmente no prejuízo ficou o empresário Jorge Dutra, pois mesmo não dependendo do transporte única e exclusivamente pela rodovia 153, ficou sem cimento desde o final do mês de maio e só deve ser reabastecido no final desta semana.
“Compramos cimento da Paraíba e uma carreta está retida em São Geraldo do Araguaia”, comenta dizendo que amarga um prejuízo considerável não só pelo fato de não vender o cimento, mas de certa forma a escassez do produto provoca a evasão de clientes.
De outra parte o empresário lembra que há outra rota de entrada de mercadoria, por Redenção, no sul do Pará, contudo encarece o frete em pelo menos 10%”, garante.

“Tudo fica mais dispendioso, pois por esse trecho a rodovia é péssima e as empresas transportadoras não querem vir por esta rota, pois têm prejuízo, pois os caminhões estão mais suscetíveis às panes”, salienta.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Vale e Fundação Vale premiam ações de desenvolvimento social no Pará



No próximo dia 4 de junho, a Vale e a Fundação Vale lançam no Pará, o Prêmio Reconhecer 2013, iniciativa com objetivo de incentivar práticas sociais que contribuem para o desenvolvimento do Estado. Serão premiados programas, projetos e ações que estejam promovendo a melhoria da qualidade de vida da população, com foco nas áreas de saúde em comunidade e geração de trabalho e renda.
Para concorrer, as iniciativas da categoria saúde devem ter foco em educação em saúde, aprimoramento profissional e mobilização comunitária para a promoção da saúde infantojuvenil, bem como em prevenção e enfrentamento da violência sexual infantojuvenil. Já as iniciativas da categoria geração de trabalho e renda devem estar focadas em ações que promovam preparação profissional e inserção de grupos socialmente vulneráveis no mercado de trabalho, proporcionando autonomia e inclusão social. As instituições deverão concorrer com uma só iniciativa, em apenas uma das categorias.
Podem se inscrever pessoas jurídicas privadas, sem fins lucrativos, e legalmente constituídas como: associações, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIP) e organizações sociais. E para participar do Prêmio, a ação, o projeto ou programa deverá estar em atividade há pelo menos um ano ou ter sido concluído a menos de seis meses, a contar da data de abertura das inscrições para o Prêmio Reconhecer.
Premiação
Os 14 primeiros colocados, sendo sete de cada categoria, receberão como prêmio recursos financeiros destinados à ampliação e aprimoramento de suas atividades com as comunidades locais. Para o primeiro colocado serão destinados R$ 25 mil. Já o segundo receberá R$ 20 mil, enquanto o terceiro colocado será contemplado com R$ 15 mil. Os projetos classificados entre a quarta e a décima colocação receberão, cada um, R$ 5 mil.
Para explicar os critérios do Prêmio Reconhecer, a Vale e Fundação Vale realizarão uma série de oficinas em diferentes municípios do Estado entre os dias 19 e 27 de junho.
Serviço:
Dia 04/06 - Lançamento/publicação do Edital Prêmio Reconhecer 2013
Dia 01/08 - Início das inscrições no Edital
Dia 02/09 - Encerramento das inscrições
De 07 a 14/10 - Visitas técnicas às iniciativas selecionadas (previamente agendadas)
Dia 18/10 - Divulgação das iniciativas selecionadas
Dia 12/11 - Previsão para realização do Evento de Premiação
Realização das oficinas:
Município Data Horário Local Endereço
Marabá 19/06 9h às 13h Auditório da Associação Comercial de Marabá (ACIM) Rua Norberto de Melo, 1123, Velha Marabá, Marabá - PA
Belém 20/06 9h às 13h Prédio do Instituto Tecnológicos da Vale (ITV) Rua Ventura da Silva nº 955 - Bairro Nazaré, Belém/PA
Parauapebas 25/06 14h às 18h Auditório da Associação de Comércio, Indústria e Serviços de Parauapebas - ACIP Rua 24 de março nº 02 - Bairro: Rio Verde - Parauapebas/PA
Canaã dos Carajás 26/06 9h às 13h Auditório da Casa de Cultura Rua das Esmeraldas, s/nº - Bairro Jardim das Palmeiras - Canaã dos Carajás/PA
Ourilândia do Norte 27/06 9h às 13h Colégio Pitágoras Rua Melro S/N - Ourilândia /PA
Mais informações:
www.premioreconhecervale.com.br