O Ibama já aplicou cerca de R$ 2,5 milhões em multas durante a operação Feliz Ano Novo, deflagrada na última segunda-feira (03), em Altamira, no oeste do Pará.
Entre os principais alvos dos fiscais estão ilícitos ambientais como extração ilegal de argila, transporte e exploração irregular de madeira, falta de inscrição no Cadastro Técnico Federal e ausência de licenciamento ambiental.
Na primeira investida da operação, o Sindicato dos Oleiros de Altamira foi autuado em R$ 1 milhão por extrair argila e fabricar tijolos sem licença do órgão ambiental.
O negócio, que acabou embargado, funcionava irregularmente havia anos no centro do município, às margens do Igarapé Panela, uma área de proteção permanente.
A proprietária do terreno também foi multada em R$ 42 mil, pelo desmatamento de oito hectares de mata ciliar.
Dez fazendas já autuadas pelo Ibama por desmatamento foram novamente penalizadas, agora por quebra de embargo, por não ter interrompido a atividade pecuária na área ilegalmente desflorestada.
Desta vez, juntas, elas foram multadas em R$ 1,2 milhão. Todos os proprietários foram notificados a retirar o gado das terras em 60 dias, sob pena de novas autuações, além da apreensão do rebanho. Um pecuarista de Brasil Novo, a 50 quilômetros de Altamira, ainda foi multado em R$ 210 mil por desmatar 42 hectares de florestas nativas.
“Este ano, vamos intensificar todas as ações de repressão aos crimes ambientais na região”, promete o chefe do Escritório Regional do Ibama em Altamira, Lisarbson Messias. Segundo ele, a operação Feliz Ano Novo prossegue sem prazo para terminar.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Assaltantes de banco não esquentam cadeia
Foi breve a estadia de dois assaltantes de banco, Itamar Arcanjo de Seixas, 46 e Edmilson Nascimento dos Santos, vulgo “Negão”, presos no dia 19 de dezembro quando se preparavam para roubar a Reinarda Mineração em Rio Maria, sul do Pará.
Fonte segura do Núcleo de Inteligência da Polícia (NIP) informou que os dois assaltantes fugiram da Delegacia de Rio Maria na última terça-feira (28).
O delegado superintendente substituto do sul do Pará, delegado Paulo César Melo Silva ao ser indagado a respeito do assunto negou a fuga.
A negativa, talvez indique total desconhecimento dos fatos que acontecem no âmbito de superintendência sul paraense.
Os dois assaltantes, segundo o investigador Couto serraram as grades de uma cela precária da Delegacia de Tucumã e fugiram. Um acusado de homicídio que estava nessa cela não fugiu.
Em Rio Maria, desde a transferência do delegado Francisco Eli só há um único investigador, o Couto. A carceragem não tem as mínimas condições de custodiar preso algum, ainda se tratando de dois assaltantes de banco da mais alta periculosidade.
Pra se ter uma idéia, os dois foragidos, Itamar e “Negão” foram presos pela elite da Polícia Civil, o NIP e GPE, que durante praticamente o mês todo de dezembro permaneceu na região e prenderam 14 assaltantes de banco em Rio Maria, Marabá e Parauapebas.
Durante todo esse período as quadrilhas de roubo a banco não agiram no Pará, fruto desse trabalho de prevenção.
Para uma fonte do NIP a fuga dos dois assaltantes coloca em xeque o sistema de segurança das delegacias e causa um desgaste muito grande diante da opinião pública, pois suscita diversos questionamentos a respeito da custódia dos dois presos que são considerados de alta periculosidade nas cadeias do Pará.
Os dois pretendiam cometer dois assaltos na modalidade “sapatinho”, que é o assalto onde pessoas ligadas aos bancos são seqüestradas e os ladrões roubam o dinheiro.
Os bancos seriam em Parauapebas e Canaã dos Carajás, porém agentes do NIP e GPE agiram antes dos assaltantes e efetuaram a prisão deles.
Contra eles pesa também a morte do vigilante Salviano Neto, morto no dia 16 de dezembro em Redenção. Itamar Seixas seria o mandante desse crime e o “Negão” seria o pistoleiro.
Fonte segura do Núcleo de Inteligência da Polícia (NIP) informou que os dois assaltantes fugiram da Delegacia de Rio Maria na última terça-feira (28).
O delegado superintendente substituto do sul do Pará, delegado Paulo César Melo Silva ao ser indagado a respeito do assunto negou a fuga.
A negativa, talvez indique total desconhecimento dos fatos que acontecem no âmbito de superintendência sul paraense.
Os dois assaltantes, segundo o investigador Couto serraram as grades de uma cela precária da Delegacia de Tucumã e fugiram. Um acusado de homicídio que estava nessa cela não fugiu.
Em Rio Maria, desde a transferência do delegado Francisco Eli só há um único investigador, o Couto. A carceragem não tem as mínimas condições de custodiar preso algum, ainda se tratando de dois assaltantes de banco da mais alta periculosidade.
Pra se ter uma idéia, os dois foragidos, Itamar e “Negão” foram presos pela elite da Polícia Civil, o NIP e GPE, que durante praticamente o mês todo de dezembro permaneceu na região e prenderam 14 assaltantes de banco em Rio Maria, Marabá e Parauapebas.
Durante todo esse período as quadrilhas de roubo a banco não agiram no Pará, fruto desse trabalho de prevenção.
Para uma fonte do NIP a fuga dos dois assaltantes coloca em xeque o sistema de segurança das delegacias e causa um desgaste muito grande diante da opinião pública, pois suscita diversos questionamentos a respeito da custódia dos dois presos que são considerados de alta periculosidade nas cadeias do Pará.
Os dois pretendiam cometer dois assaltos na modalidade “sapatinho”, que é o assalto onde pessoas ligadas aos bancos são seqüestradas e os ladrões roubam o dinheiro.
Os bancos seriam em Parauapebas e Canaã dos Carajás, porém agentes do NIP e GPE agiram antes dos assaltantes e efetuaram a prisão deles.
Contra eles pesa também a morte do vigilante Salviano Neto, morto no dia 16 de dezembro em Redenção. Itamar Seixas seria o mandante desse crime e o “Negão” seria o pistoleiro.
Idoso apanha no meio da rua após acidente
Agressor de idoso pode pagar multa na Justiça
O truculento Janailson Rocha Xavier, responsável por agredir o idoso Francisco das Chagas Gonçalves 53 anos quando for acertar as contas com a justiça pode ter que desembolsar uma grana em benefício de alguma instituição de caridade.
Ele está sendo processado por tamanha violência contra Francisco Gonçalves, que apanhou violentamente dele em plena via pública.
O caso se registrou no último domingo (26), sendo que um amigo de Janailson Xavier se envolveu num acidente com Francisco Gonçalves.
A discussão poderia encerrar com um simples aperto de mão entre as duas partes envolvidas no acidente de pequenas proporções, na avenida Boa Esperança, Liberdade, porém acabou se transformando numa agressão física contra o idoso.
O caso revela o quão o ser humano anda com o espírito armado, pois Janailson Xavier sequer estava envolvido diretamente no acidente e acabou agredindo violentamente o idoso que ficou mais de 40 horas internado.
Esse tipo de crime praticado por Janailson Xavier é que se convenciona chamar de “menor potencial ofensivo”, que enseja na formatação de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), e caso ele seja condenado, a Justiça impõe que pague ou doe algum móvel, ou pensão a determinada entidade filantrópica.
À vitima resta o consolo de saber que saiu vivo, embora a imagem sofra um desgaste diante da opinião pública, um vez que apanhou no meio da rua o que não é nada agradável para um pai de família.
O truculento Janailson Rocha Xavier, responsável por agredir o idoso Francisco das Chagas Gonçalves 53 anos quando for acertar as contas com a justiça pode ter que desembolsar uma grana em benefício de alguma instituição de caridade.
Ele está sendo processado por tamanha violência contra Francisco Gonçalves, que apanhou violentamente dele em plena via pública.
O caso se registrou no último domingo (26), sendo que um amigo de Janailson Xavier se envolveu num acidente com Francisco Gonçalves.
A discussão poderia encerrar com um simples aperto de mão entre as duas partes envolvidas no acidente de pequenas proporções, na avenida Boa Esperança, Liberdade, porém acabou se transformando numa agressão física contra o idoso.
O caso revela o quão o ser humano anda com o espírito armado, pois Janailson Xavier sequer estava envolvido diretamente no acidente e acabou agredindo violentamente o idoso que ficou mais de 40 horas internado.
Esse tipo de crime praticado por Janailson Xavier é que se convenciona chamar de “menor potencial ofensivo”, que enseja na formatação de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), e caso ele seja condenado, a Justiça impõe que pague ou doe algum móvel, ou pensão a determinada entidade filantrópica.
À vitima resta o consolo de saber que saiu vivo, embora a imagem sofra um desgaste diante da opinião pública, um vez que apanhou no meio da rua o que não é nada agradável para um pai de família.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Sanguinário matou e enfiou pedaço de madeira na vítima
Para quem pensa que já viu de tudo nessa vida, há sempre algo novo para se indignar quando o assunto é a maldade que um ser humano pode fazer a outro.
Entre os corpos necropsidados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Marabá neste feriado prolongado de Natal, consta o corpo da dona de casa Joana Alves Rodrigues, de 45 anos.
Ela foi morta com o que se pode chamar de requintes de perversidade e crueldade. O matador usou um pedaço de paralelepípedo, usado para pavimentar ruas, cujo objeto desferiu alguns golpes na cabeça da vítima.
Não satisfeito com tamanha crueldade, o sanguinário enfiou um pedaço de madeira na genitália da mulher.
O crime aconteceu em plena madrugada de Natal e o corpo da vítima foi localizado dentro de uma construção na “Invasão da Lucinha”, área de difícil acesso até mesmo para a Polícia Militar.
Policiais militares que estavam de plantão naquela madrugada disseram que nunca tinham visto algo semelhante numa cena de crime, tamanha foi a barbaridade.
A vítima em questão mora no bairro do Amapá e recentemente estaria namorando uma pessoa de prenome Francisco, com o qual estava nesse “namorico” havia cerca de dois meses.
Para uma policial militar que esteve na cena do crime, naquela madrugada pode ter ocorrido que Joana Rodrigues deve ter sido forçada a ir até essa construção e lá deve ter se recusado em fazer sexo com o acompanhante e acabou assassinada.
Outra versão aponta para a possibilidade da mulher ser lésbica e ter sido vítima de homofobia e teria sido forçada a ir até essa construção.
No local pode ter se recusado a fazer sexo com o matador, que, por sua vez, se indignou com a recusa e acabou sendo morta.
Vale lembrar que este é mais um homicídio entre tantos outros que acontecem diariamente em Marabá sem que os acusados sejam presos e pode engrossar o rol dos crimes insolúveis.
Entre os corpos necropsidados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Marabá neste feriado prolongado de Natal, consta o corpo da dona de casa Joana Alves Rodrigues, de 45 anos.
Ela foi morta com o que se pode chamar de requintes de perversidade e crueldade. O matador usou um pedaço de paralelepípedo, usado para pavimentar ruas, cujo objeto desferiu alguns golpes na cabeça da vítima.
Não satisfeito com tamanha crueldade, o sanguinário enfiou um pedaço de madeira na genitália da mulher.
O crime aconteceu em plena madrugada de Natal e o corpo da vítima foi localizado dentro de uma construção na “Invasão da Lucinha”, área de difícil acesso até mesmo para a Polícia Militar.
Policiais militares que estavam de plantão naquela madrugada disseram que nunca tinham visto algo semelhante numa cena de crime, tamanha foi a barbaridade.
A vítima em questão mora no bairro do Amapá e recentemente estaria namorando uma pessoa de prenome Francisco, com o qual estava nesse “namorico” havia cerca de dois meses.
Para uma policial militar que esteve na cena do crime, naquela madrugada pode ter ocorrido que Joana Rodrigues deve ter sido forçada a ir até essa construção e lá deve ter se recusado em fazer sexo com o acompanhante e acabou assassinada.
Outra versão aponta para a possibilidade da mulher ser lésbica e ter sido vítima de homofobia e teria sido forçada a ir até essa construção.
No local pode ter se recusado a fazer sexo com o matador, que, por sua vez, se indignou com a recusa e acabou sendo morta.
Vale lembrar que este é mais um homicídio entre tantos outros que acontecem diariamente em Marabá sem que os acusados sejam presos e pode engrossar o rol dos crimes insolúveis.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
O Dia da Caça
GPE detona assaltante em Rio Maria
Um assaltante morto e dois presos. Esse foi o resultado de uma operação desencadeada por Agentes do Núcleo de Inteligência da Policia (NIP) e Grupo de Pronto Emprego (GPE) na manhã de domingo (19) que evitaram assalto a uma mineradora de Rio Maria, sul do Pará.
O assaltante, morto foi identificado por “Velho”, ou Joaquim que seria de Canaã dos Carajás, enquanto os dois assaltantes presos são o ex-presidiário mineiro Itamar Arcanjo de Seixas, 46 e Edmilson Nascimento dos Santos, vulgo “Negão” que também é de Canaã dos Carajás.
“Velho” foi baleado no braço e morreu após ter tido a veia artéria atingida pelo disparo, enquanto Edmilson foi atingido na perna esquerda, mas passa bem.
De acordo com o delegado Eliseu Brasil, coordenador do GPE, o tiroteio ocorreu por volta das 11h00. Os policiais foram informados pelo NIP, que o trio pretendia seqüestrar um dos gerentes da empresa Reinarda Mineração Ltda, com o objetivo de abrir o cofre da empresa para roubar ouro.
O confronto aconteceu próximo à entrada da mineradora, distante cerca de 40 km do centro de Rio Maria. “Velho” estava com um revólver calibre 38 e levou a pior.
Os outros dois assaltantes tentaram fugir para o mato, mas acabaram sendo alcançados pelos policiais. A dupla também estava de posse de um revólver calibre 38.
De acordo com o chefe de operações do GPE, que pediu para não ser identificado, o trio comete roubos na modalidade “vapor”, quando ocorre a invasão no município e os ladrões atiram para todos os lados, ou “sapatinho”, rendem tesoureiros e roubam os bancos de forma discreta.
Como na região há bastante policial, os assaltantes estão optando pela segunda modalidade, porém se deram mal, pois estavam sendo monitorados pelo NIP.
Há dez dias em que o GPE e NIP estão no sul e sudeste do Pará. Os agentes têm como objetivo evitar roubos a banco e a ação de quadrilhas, que geralmente costumam agir em municípios de pequeno porte e que têm poucos policiais.
O último assalto ocorrido este ano nas regiões sul e sudeste do Pará aconteceu no dia 20 de outubro em Bom Jesus do Tocantins, sudeste do Pará.
Praticamente todos os assaltantes estão identificados e quatro deles estão presos. “É essa a nossa intenção, identificar e prender os envolvidos em assaltos na região”, comentou uma fonte do NIP.
Durante dez dias de operação do NIP e GPE, pelo menos dezesseis pessoas foram presas em Marabá, Parauapebas e Rio Maria. A maioria é composta de assaltantes que integram quadrilhas de roubo a banco.
GTO detona assaltante fujão
Uma guarnição do Grupo Tático Operacional (GTO), comandada pelo cabo Estevão Souza abateu a tiros o acusado de ser assaltante Estefânio Pereira Barros, 22 anos. O confronto aconteceu na noite de sábado, por volta das 20 horas.
O acusado circulava pela Estrada de Ferro Carajás (EFC) quando se deparou com os militares. Estefânio Barros tinha acabado de cometer um assalto à bilheteria da EFC em Marabá de onde levou quase R$ 3 mil.
Ele foi morto com três tiros, sendo que um deles atingiu a virilha e outros dois projéteis atingiram o tórax dele à altura do coração.
Os militares do GTO, segundo o cabo Souza, estavam encerrando o expediente quando receberam um comunicado de que havia ocorrido um assalto na Estação Ferroviária.
O militar contou que se deslocou com a equipe dele até o local, efetuou os primeiros levantamentos e seguiu em direção ao lixão, que fica atrás da EFC.
Por volta das 20 horas, ainda de acordo com o militar, avistou duas pessoas caminhando nos trilhos, sendo que os dois acusados, ao perceberam os militares atiraram contra os policiais.
Assim os militares acertaram o acusado de ser assaltante, Estefânio Barros, porém o comparsa dele fugiu se embrenhando em um matagal.
Esse suspeito, segundo o cabo Souza, conseguiu fugir após se atirar em penhasco próximo da EFC, porém mesmo em fuga o assaltante atirou várias vezes contra os militares, inclusive descarregou e recarregou uma arma de fogo e continuou atirando. Nenhum militar, porém foi atingido.
A ação dos militares foi tão rápida que a antes mesmos dos vários funcionários de uma empresa prestadora de serviço da Vale registrarem ocorrência do assalto foram informados que um dos assaltantes teria sido morto.
Eles contaram que duas pessoas, um moreno baixo, e um homem branco e gordo, chegaram armados e renderam os funcionários.
Da bilheteria roubaram R$ 2.620,000, além de dinheiro de diversos funcionários e três aparelhos de telefone celular, sendo que os assaltantes estavam tão à vontade que permitiram às vitimas retirar os chips dos aparelhos.
Quando estes funcionários viram o corpo do acusado não tiveram dúvida em reconhecê-lo como sendo um dos assaltantes.
Além do mais, os militares localizaram com o acusado três celulares, um revólver calibre 38, com seis projéteis, sendo três deflagrados. O outro assaltante teria fugido com uma sacola contendo todo o dinheiro roubado da Estação Ferroviária. (E.S.)
Assaltantes de banco presos em Marabá
Fruto de buscas e investigações do Núcleo de Inteligência da Polícia (NIP) e do Grupo de Pronto Emprego (GPE) resultou na prisão de quatro pessoas em duas situações distintas em Marabá neste final de semana.
Três suspeitos teriam envolvimento com o assalto ao Banco do Brasil de Bom Jesus do Tocantins e um quarto que seria traficante, porém um dos acusados foi solto e outros três autuados por porte e posse ilegal de armas, com base nos artigos 14 e 16 do Estatuto do Desarmamento.
Foram presos: Clebson Oliveira de Souza, o “Goe” 23, José Roberto Alves de Oliveira, Pierre Santis Barreto, estes envolvidos no assalto e Augusto Cezar Souza de Oliveira, o Sandro, acusado de tráfico.
As prisões ocorreram em vários lugares. Pierre e José Roberto estavam bebendo em um bar no bairro São Félix 3, enquanto Sandro foi apanhado na casa dele, na Folha 29, Nova Marabá.
Por conta destas prisões o NIP praticamente esclareceu o assalto ao Banco do Brasil de Bom Jesus do Tocantins, ocorrido no dia 20 de outubro, próximo passado.
O mentor intelectual deste roubo teria sido Clebson Oliveira de Souza, o Goe, inclusive teria mantido contato com quatro assaltantes de banco de Altamira que se deslocaram daquele município para Marabá e trouxeram as armas de fogo dias antes do assalto e em seguida foram até Bom Jesus.
As reuniões de preparação do assalto, segundo o NIP foram realizadas na casa do acusado de ser assaltante, Reginaldo Magalhães, o Fifi, 28, que foi preso no dia 22 de outubro, juntamente com Kleverson Adriano Dias Cardoso 20.
O roubo seguiu uma estratégia meticulosamente bem planejada. As armas, segundo o NIP foram levadas num carro velho até Bom Jesus do Tocantins e teriam sido levadas pelo Goe.
Os assaltantes seguiram de madrugada para Bom Jesus, se esconderam próximo de uma ponte, na vicinal “Carne de Sol” e renderam uma equipe de funcionários servidores de uma empresa terceirizada da Vale e retornaram até Bom Jesus, ocasião em que fizeram o assalto.
A fuga aos assaltantes teria sido dada pelo Goe, inclusive ele teria ido ao município num carro gol, que foi apreendido, porém ele foi liberado e uma semana após o assalto conseguiu liberar o carro.
Mesmo como todos os indícios contra esse acusado ele acabou sendo liberado, uma vez que não havia mandado de prisão contra ele.
Ao passo que os outros acusados foram autuados por posse e porte ilegal de armas, porém devem ser atuados, pelo menos, o Pierre e José Roberto pelo assalto ao Banco do Brasil e Bom Jesus. (E.S.)
Assaltantes aterrorizaram Bom Jesus
A quadrilha chegou numa camionete L-200, branca, renderam o vigilante, sendo que uma parte ficou do lado de fora e outros assaltantes entraram e roubaram o banco.
Dentre os assaltantes que ficaram aterrorizando do lado de fora estava Pierre Barreto, Alan e outro identificado por “Corcunda”
Após quase meia hora de intenso tiroteio, os ladrões fugiram em direção à Carne de Sol e se embrenharam na mata.
Dois dias após foram presos, Reginaldo Magalhães, o Fifi, 28 e Kleverson Adriano Dias Cardoso 20. Eles contaram uma história “cabulosa” que não convenceu a Polícia. Com os acusados os militares localizaram parte do armamento e dinheiro.
Mesmo assim os assaltantes disseram que estavam “passarinhando” no mato quando encontraram uma sacola contendo armas e o dinheiro.
Vale lembrar, porém que três acusado ficaram presos, porém por posse ilegal de arma e munição. No caso do Goe, ele foi ouvido em depoimento, negou que tivesse qualquer participação no assalto e foi liberado.
O delegado José Lênio Ferreira Duarte ficou de novamente colher o depoimento dele e provavelmente deve pedir a prisão preventiva do acusado.
Quanto aos detidos, o advogado Hildebrando Barros ficou de pedir o arbitramento de fiança, uma vez que porte, ou posse ilegal de armas é crime afiançável. (E.S.)
Assaltante morre após fugir do Crama
Dentre os corpos necropsiados no Instituto Médico Legal de Marabá (IML), consta o do acusado de ser assaltante, Márcio Ribeiro da Silva 21 anos. Ele foi morto a tiros em assalto ocorrido no Quilômetro 21, sentido rodovia Transamazônica.
A reportagem apurou que ele cumpria pena por roubo qualificado no Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes (Crama) e fugiu juntamente com Herbert Ricardo Rodrigues Rocha 19 anos.
Ambos fugiram na tarde de domingo e foram até a Vila do Quilômetro 21 onde assaltaram uma pessoa. Ambos foram baleados e Herbert Rocha está internado no Hospital Municipal de Marabá (HMM).
Neste caso, antes mesmo da ocorrência da fuga ter sido registrada, agentes do Crama tomaram conhecimento de que o detento tinha sido detonado e Herbert havia sido baleado.
A rigor, fugiu da Crama não é tarefa difícil. Sistematicamente a imprensa marabaense noticia as constantes fugas de detentos. “Eles ficam preso por consciência, pois não é mesmo difícil fugir do regime semi-aberto”, comentou um agente prisional.
A propósito do episódio que teve esse desfecho, não é de hoje que detentos do Crama que cumprem pena no regime semi-aberto, saem para cometer assaltos e depois retornam para a penitenciária.
O próprio comandante da 26ª Zona de Policiamento Militar, major Denner Eudes Favacho da Rocha denunciou essa situação recentemente na imprensa, porém os presos continuam saltando os muros do Crama sem nenhum problema. Até quando? (E.S.)
Um assaltante morto e dois presos. Esse foi o resultado de uma operação desencadeada por Agentes do Núcleo de Inteligência da Policia (NIP) e Grupo de Pronto Emprego (GPE) na manhã de domingo (19) que evitaram assalto a uma mineradora de Rio Maria, sul do Pará.
O assaltante, morto foi identificado por “Velho”, ou Joaquim que seria de Canaã dos Carajás, enquanto os dois assaltantes presos são o ex-presidiário mineiro Itamar Arcanjo de Seixas, 46 e Edmilson Nascimento dos Santos, vulgo “Negão” que também é de Canaã dos Carajás.
“Velho” foi baleado no braço e morreu após ter tido a veia artéria atingida pelo disparo, enquanto Edmilson foi atingido na perna esquerda, mas passa bem.
De acordo com o delegado Eliseu Brasil, coordenador do GPE, o tiroteio ocorreu por volta das 11h00. Os policiais foram informados pelo NIP, que o trio pretendia seqüestrar um dos gerentes da empresa Reinarda Mineração Ltda, com o objetivo de abrir o cofre da empresa para roubar ouro.
O confronto aconteceu próximo à entrada da mineradora, distante cerca de 40 km do centro de Rio Maria. “Velho” estava com um revólver calibre 38 e levou a pior.
Os outros dois assaltantes tentaram fugir para o mato, mas acabaram sendo alcançados pelos policiais. A dupla também estava de posse de um revólver calibre 38.
De acordo com o chefe de operações do GPE, que pediu para não ser identificado, o trio comete roubos na modalidade “vapor”, quando ocorre a invasão no município e os ladrões atiram para todos os lados, ou “sapatinho”, rendem tesoureiros e roubam os bancos de forma discreta.
Como na região há bastante policial, os assaltantes estão optando pela segunda modalidade, porém se deram mal, pois estavam sendo monitorados pelo NIP.
Há dez dias em que o GPE e NIP estão no sul e sudeste do Pará. Os agentes têm como objetivo evitar roubos a banco e a ação de quadrilhas, que geralmente costumam agir em municípios de pequeno porte e que têm poucos policiais.
O último assalto ocorrido este ano nas regiões sul e sudeste do Pará aconteceu no dia 20 de outubro em Bom Jesus do Tocantins, sudeste do Pará.
Praticamente todos os assaltantes estão identificados e quatro deles estão presos. “É essa a nossa intenção, identificar e prender os envolvidos em assaltos na região”, comentou uma fonte do NIP.
Durante dez dias de operação do NIP e GPE, pelo menos dezesseis pessoas foram presas em Marabá, Parauapebas e Rio Maria. A maioria é composta de assaltantes que integram quadrilhas de roubo a banco.
GTO detona assaltante fujão
Uma guarnição do Grupo Tático Operacional (GTO), comandada pelo cabo Estevão Souza abateu a tiros o acusado de ser assaltante Estefânio Pereira Barros, 22 anos. O confronto aconteceu na noite de sábado, por volta das 20 horas.
O acusado circulava pela Estrada de Ferro Carajás (EFC) quando se deparou com os militares. Estefânio Barros tinha acabado de cometer um assalto à bilheteria da EFC em Marabá de onde levou quase R$ 3 mil.
Ele foi morto com três tiros, sendo que um deles atingiu a virilha e outros dois projéteis atingiram o tórax dele à altura do coração.
Os militares do GTO, segundo o cabo Souza, estavam encerrando o expediente quando receberam um comunicado de que havia ocorrido um assalto na Estação Ferroviária.
O militar contou que se deslocou com a equipe dele até o local, efetuou os primeiros levantamentos e seguiu em direção ao lixão, que fica atrás da EFC.
Por volta das 20 horas, ainda de acordo com o militar, avistou duas pessoas caminhando nos trilhos, sendo que os dois acusados, ao perceberam os militares atiraram contra os policiais.
Assim os militares acertaram o acusado de ser assaltante, Estefânio Barros, porém o comparsa dele fugiu se embrenhando em um matagal.
Esse suspeito, segundo o cabo Souza, conseguiu fugir após se atirar em penhasco próximo da EFC, porém mesmo em fuga o assaltante atirou várias vezes contra os militares, inclusive descarregou e recarregou uma arma de fogo e continuou atirando. Nenhum militar, porém foi atingido.
A ação dos militares foi tão rápida que a antes mesmos dos vários funcionários de uma empresa prestadora de serviço da Vale registrarem ocorrência do assalto foram informados que um dos assaltantes teria sido morto.
Eles contaram que duas pessoas, um moreno baixo, e um homem branco e gordo, chegaram armados e renderam os funcionários.
Da bilheteria roubaram R$ 2.620,000, além de dinheiro de diversos funcionários e três aparelhos de telefone celular, sendo que os assaltantes estavam tão à vontade que permitiram às vitimas retirar os chips dos aparelhos.
Quando estes funcionários viram o corpo do acusado não tiveram dúvida em reconhecê-lo como sendo um dos assaltantes.
Além do mais, os militares localizaram com o acusado três celulares, um revólver calibre 38, com seis projéteis, sendo três deflagrados. O outro assaltante teria fugido com uma sacola contendo todo o dinheiro roubado da Estação Ferroviária. (E.S.)
Assaltantes de banco presos em Marabá
Fruto de buscas e investigações do Núcleo de Inteligência da Polícia (NIP) e do Grupo de Pronto Emprego (GPE) resultou na prisão de quatro pessoas em duas situações distintas em Marabá neste final de semana.
Três suspeitos teriam envolvimento com o assalto ao Banco do Brasil de Bom Jesus do Tocantins e um quarto que seria traficante, porém um dos acusados foi solto e outros três autuados por porte e posse ilegal de armas, com base nos artigos 14 e 16 do Estatuto do Desarmamento.
Foram presos: Clebson Oliveira de Souza, o “Goe” 23, José Roberto Alves de Oliveira, Pierre Santis Barreto, estes envolvidos no assalto e Augusto Cezar Souza de Oliveira, o Sandro, acusado de tráfico.
As prisões ocorreram em vários lugares. Pierre e José Roberto estavam bebendo em um bar no bairro São Félix 3, enquanto Sandro foi apanhado na casa dele, na Folha 29, Nova Marabá.
Por conta destas prisões o NIP praticamente esclareceu o assalto ao Banco do Brasil de Bom Jesus do Tocantins, ocorrido no dia 20 de outubro, próximo passado.
O mentor intelectual deste roubo teria sido Clebson Oliveira de Souza, o Goe, inclusive teria mantido contato com quatro assaltantes de banco de Altamira que se deslocaram daquele município para Marabá e trouxeram as armas de fogo dias antes do assalto e em seguida foram até Bom Jesus.
As reuniões de preparação do assalto, segundo o NIP foram realizadas na casa do acusado de ser assaltante, Reginaldo Magalhães, o Fifi, 28, que foi preso no dia 22 de outubro, juntamente com Kleverson Adriano Dias Cardoso 20.
O roubo seguiu uma estratégia meticulosamente bem planejada. As armas, segundo o NIP foram levadas num carro velho até Bom Jesus do Tocantins e teriam sido levadas pelo Goe.
Os assaltantes seguiram de madrugada para Bom Jesus, se esconderam próximo de uma ponte, na vicinal “Carne de Sol” e renderam uma equipe de funcionários servidores de uma empresa terceirizada da Vale e retornaram até Bom Jesus, ocasião em que fizeram o assalto.
A fuga aos assaltantes teria sido dada pelo Goe, inclusive ele teria ido ao município num carro gol, que foi apreendido, porém ele foi liberado e uma semana após o assalto conseguiu liberar o carro.
Mesmo como todos os indícios contra esse acusado ele acabou sendo liberado, uma vez que não havia mandado de prisão contra ele.
Ao passo que os outros acusados foram autuados por posse e porte ilegal de armas, porém devem ser atuados, pelo menos, o Pierre e José Roberto pelo assalto ao Banco do Brasil e Bom Jesus. (E.S.)
Assaltantes aterrorizaram Bom Jesus
A quadrilha chegou numa camionete L-200, branca, renderam o vigilante, sendo que uma parte ficou do lado de fora e outros assaltantes entraram e roubaram o banco.
Dentre os assaltantes que ficaram aterrorizando do lado de fora estava Pierre Barreto, Alan e outro identificado por “Corcunda”
Após quase meia hora de intenso tiroteio, os ladrões fugiram em direção à Carne de Sol e se embrenharam na mata.
Dois dias após foram presos, Reginaldo Magalhães, o Fifi, 28 e Kleverson Adriano Dias Cardoso 20. Eles contaram uma história “cabulosa” que não convenceu a Polícia. Com os acusados os militares localizaram parte do armamento e dinheiro.
Mesmo assim os assaltantes disseram que estavam “passarinhando” no mato quando encontraram uma sacola contendo armas e o dinheiro.
Vale lembrar, porém que três acusado ficaram presos, porém por posse ilegal de arma e munição. No caso do Goe, ele foi ouvido em depoimento, negou que tivesse qualquer participação no assalto e foi liberado.
O delegado José Lênio Ferreira Duarte ficou de novamente colher o depoimento dele e provavelmente deve pedir a prisão preventiva do acusado.
Quanto aos detidos, o advogado Hildebrando Barros ficou de pedir o arbitramento de fiança, uma vez que porte, ou posse ilegal de armas é crime afiançável. (E.S.)
Assaltante morre após fugir do Crama
Dentre os corpos necropsiados no Instituto Médico Legal de Marabá (IML), consta o do acusado de ser assaltante, Márcio Ribeiro da Silva 21 anos. Ele foi morto a tiros em assalto ocorrido no Quilômetro 21, sentido rodovia Transamazônica.
A reportagem apurou que ele cumpria pena por roubo qualificado no Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes (Crama) e fugiu juntamente com Herbert Ricardo Rodrigues Rocha 19 anos.
Ambos fugiram na tarde de domingo e foram até a Vila do Quilômetro 21 onde assaltaram uma pessoa. Ambos foram baleados e Herbert Rocha está internado no Hospital Municipal de Marabá (HMM).
Neste caso, antes mesmo da ocorrência da fuga ter sido registrada, agentes do Crama tomaram conhecimento de que o detento tinha sido detonado e Herbert havia sido baleado.
A rigor, fugiu da Crama não é tarefa difícil. Sistematicamente a imprensa marabaense noticia as constantes fugas de detentos. “Eles ficam preso por consciência, pois não é mesmo difícil fugir do regime semi-aberto”, comentou um agente prisional.
A propósito do episódio que teve esse desfecho, não é de hoje que detentos do Crama que cumprem pena no regime semi-aberto, saem para cometer assaltos e depois retornam para a penitenciária.
O próprio comandante da 26ª Zona de Policiamento Militar, major Denner Eudes Favacho da Rocha denunciou essa situação recentemente na imprensa, porém os presos continuam saltando os muros do Crama sem nenhum problema. Até quando? (E.S.)
Homicida beneficiado por recesso judicial
Apesar de ser réu confesso da morte do braçal Edmilson Gonçalves de Sousa 46, crime ocorrido na noite de sábado em Morada Nova, o acusado Marcos Braga Costa 19 anos está livre para quem sabe matar novamente.
Ele matou a golpes de arma branca Edmilson de Sousa que seria padrasto dele, porém foi preso na noite de domingo, em Nova Ipixuna, entretanto como a prisão não se deu durante o período de flagrante que é de até 24 horas após o crime acabou sendo liberado.
Ele confessou o crime para a delegada Adriana Sacramento Silva, que na segunda-feira pediu a prisão preventiva do acusado. Porém nesse caso é preciso parecer do Ministério Público, o que até então não foi possível e assim o acusado foi liberado e está longe da Polícia.
Ele contou à imprensa que Edmilson de Sousa batia na mãe dele, Luiza Braga Costa e assediava uma irmã dele menor de idade.
Por seu turno, Luiza Costa confirmou tais agressões e que tentou evitar o crime, porém não conseguiu, uma vez que o marido estava drogado e partiu pra cima do filho dela. “Foi uma tragédia”, lamentou.
Ele matou a golpes de arma branca Edmilson de Sousa que seria padrasto dele, porém foi preso na noite de domingo, em Nova Ipixuna, entretanto como a prisão não se deu durante o período de flagrante que é de até 24 horas após o crime acabou sendo liberado.
Ele confessou o crime para a delegada Adriana Sacramento Silva, que na segunda-feira pediu a prisão preventiva do acusado. Porém nesse caso é preciso parecer do Ministério Público, o que até então não foi possível e assim o acusado foi liberado e está longe da Polícia.
Ele contou à imprensa que Edmilson de Sousa batia na mãe dele, Luiza Braga Costa e assediava uma irmã dele menor de idade.
Por seu turno, Luiza Costa confirmou tais agressões e que tentou evitar o crime, porém não conseguiu, uma vez que o marido estava drogado e partiu pra cima do filho dela. “Foi uma tragédia”, lamentou.
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