terça-feira, 22 de maio de 2018

Acusado de triplo homicídio absolvido




Ele foi processado, indiciado, julgado e absolvido de um triplo homicídio que aconteceu no dia 4 de fevereiro do ano passado numa propriedade rural de Murumuru, zona rural de Marabá.

Trata-se do acusado Marcio Zacarias da Silva Pires, acompanhado dos amigos: Eduardo Barbosa Magela e Izanilton Morais Sousa, este falecido, foram acusados de matar pai, mãe e filho, que são a saber: José Gunegundes Pereira 82 anos, Maria Romana Sousa Barros, 74 e Valdimar Sousa Barros 54 anos.

Pelo que consta na denúncia oferecida pelo Ministério Público que os três, mataram com diversos golpes de arma branca as vítimas e não satisfeitos, atearam fogo na casa e ainda tentaram ocultar os corpos.

O crime teria sido motivado por conta de uma dívida por conta de uma prestação de serviço no fabrico de carvão, sendo que o Valdimar Sousa Barros teria se negado em pagar aos três, apenas R$ 150,00.

À época do crime, os três já não trabalhavam mais com o Valdimar Sousa Barros. Ele ingeriram muita bebida alcoólica e combinaram em cobrar a dívida e caso este não pagasse eles o matariam.

E assim o fizeram. Valdimar Barros foi amarrado e morto com diversos golpes de arma branca e sem seguida os três mataram o casal de idosos. Não satisfeitos, os três atearam fogo na casa dos idosos numa tentativa de ocultar o crime.

Porém a Polícia Militar foi acionada, uma vez que as vítimas eram bastante conhecidas na região e toda a trama foi descoberta.

Contudo, apesar dos diversos depoimentos e provas contundentes, a maioria dos jurados entendeu que o acusado não cometeu o crime e por este motivo, Márcio Zacarias, que sequer compareceu ao julgamento, foi absolvido.

A tese de defesa, sustentada pelo defensor publico Alysson George Alves de Castro foi de negativa de autoria, enquanto o promotor público Samuel Sobral Furtado pediu a condenação pelo triplo homicídio e ocultação de cadáver.

Por conta deste resultado, a absolvição, o promotor deve recorrer junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE), uma vez que contrariou as provas dos autos.


sexta-feira, 18 de maio de 2018

Aeroporto completa 40 anos de operação



Há quatro décadas o aeroporto de Marabá “João Correa da Rocha” contribui com o desenvolvimento regional, afinal, atende diversos municípios do sul e sudeste do Pará.
É bem verdade que há quatro anos o movimento, ou fluxo de passageiros era bem maior. Girava em torno de 28 mil passageiros por mês e pelo menos 12 empresas operavam.
Atualmente, a quantidade de passageiros gira em torno de 23 mil passageiros por mês sendo que apenas seis empresas exploram esta rota. Praticamente todos os vôos acontecem na madrugada numa espécie de adequação dos horários e conexões.
Do ponto de vista estrutural, o aeroporto de Marabá, segundo o superintendente da Infraero de Marabá Wigson Diego Saturnino Santos 34 anos está numa condição relativamente boa.
Nos últimos cinco anos o aeroporto passou por considerável reforma e ampliação visando melhorar o atendimento à população.

História – Neste período, 12 executivos se encarregaram de administrar o aeroporto. Tudo começou com a nomeação, por meio de decreto da Força Aérea Brasileira (FAB) exarado no dia 20 de maio de 1978.

Nos dois primeiros anos, a FAB assumiu o controle, porém a administração foi repassada à Infraero sob forte influência militar.

Tanto, que por décadas, os superintendentes foram frutos de indicações políticas, ou militares.
Por reconhecimento e meritocracia Wigson Santos iniciou a carreira na Infraero como Profissional de Serviços Portuário (PSA), um dos cargos mais baixos na empresa. A partir de 2011 galgou outros cargos até o atual cargo de superintendente.

Em se tratando do atual nome, uma homenagem ao jornalista João Corrêa da Rocha, in memorian, foi uma indicação do também falecido senador Nilson Pinto (PSDB-PA). O Diário Oficial da União publicou a lei nº 12 220 de 12 de abril de 2010.

Para quem não sabe, a homenagem é mais do que justa: o empresário e jornalista João Correa da Rocha, em seu periódico Notícias de Marabá, empreendeu, na década de 1970, uma campanha corajosa na qual defendeu a ampliação do Aeroporto de Marabá, para que este viesse a fazer frente às necessidades da população e do empresariado de transporte aéreo regular.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Preso ao tentar sacar seguro desemprego em Marabá


Acusado mora em São Luis, no Maranhão, mas se deslocou até Marabá, no final da semana passada, para tentar sacar uma parcela do seguro desemprego na agência da Caixa Econômica Federal (CEF) da avenida 7 de Junho, na Marabá Pioneira, onde foi preso por agentes da Polícia Federal.

Trata-se de Kayque Benati Silva e Silva. Ele pode integrar uma quadrilha especializada em fraudar o seguro desemprego em vários estados brasileiros. A quadrilha, cooptou funcionários do Sine de Marabá e Redenção, onde  tinha acesso   ao sistema do Ministério do Trabalho e a partir daí, desenrolaram o golpe.

De acordo com levantamentos realizados pelo Ministério do Trabalho, o prejuízo causado pelas fraudes investigadas, de agosto de 2016 até março de 2018, foi de R$ 4.630 milhões. O rombo poderia ter sido maior, de aproximadamente R$ 26.886 milhões, mas o sistema antifraude do ministério bloqueou os pagamentos. Os hackers sacaram os valores nos estados de São Paulo (SP), Aparecida de Goiânia (GO), Belém (PA) e São Luís (MA).

Basicamente, os ladrões acessavam os dados, cujos servidores públicos permitiam, uma vez que deixavam logados os computadores onde trabalhavam o tempo necessário para que os ladrões cibernéticos agissem e realizassem a fraude. Por conta desta colaboração os servidores recebiam uma parte do dinheiro desviado na fraude.

Pra se ter uma idéia do quanto o golpe estava sendo vantajoso, um dos investigados, o Charlisson Aladin Braga, que inclusive foi preso na semana passada a quando da deflagração da operação Entice (seduzir), ostentava nas redes sociais os mais variados roteiros turísticos por onde viajou por conta do dinheiro fácil que aparentemente granjeou com o golpe.

Estava tão fácil, que o jovem de apenas 25 anos, comprou um carro, cujo valor de mercado orbita em torno de R$ 75 mil, à vista numa concessionária de Marabá. Além do carro, o jovem tinha uma coleção de perfumes importados e jóias diversas. Ele foi preso temporariamente e já está solto por força de ordem judicial.

Além do jovem, outras duas servidoras do Sine de Marabá, Sara Mendes da Silva e Jacirene Amaral Pinto foram ouvidas formalmente pela Polícia Federal e foram liberadas. Os três estão afastados das respectivas funções, ou cargos no Sine de Marabá. 

Em relação ao Kayque Benati, ele foi autuado em flagrante por uso de documento falso e aguarda preso na Central de Triagem de Marabá à disposição da Justiça.

Para a Polícia Federal os três acusados têm participação direta e indireta na fraude do Seguro Desemprego e podem sofrer novas sanções penais caso a Justiça Federal decrete as respectivas prisões preventivas deles, o que deve acontecer em breve.

A reportagem tentou, sem sucesso, conversar com o delegado chefe da PF em Marabá, Ricardo Viana, mas o policial adiantou que não poderia repassar mais detalhes acerca deste caso além do que já foi veiculado oficialmente sob pretexto de atrapalhar o trabalho policial e que assim que tiver fatos novos, deve tornar públicos.

quinta-feira, 10 de maio de 2018



Laudo e GPS dizem que aeronave não pulverizou herbicida em acampamento do MST



A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá (Deca), ainda não divulgou o resultado de um laudo emitido pela aeronáutica dando conta que a aeronave da Agropecuária Santa Bárbara (Agrosb) não pulverizou herbiciada em acampamento do MST, na fazenda Fortaleza, vizinha à fazenda Cedro, zona rural de Marabá.

A reportagem teve acesso ao resultado do laudo por meio de fonte segura, onde, entre outras informações, atesta que o avião pulverizou o herbicida a uma distância mínima de 1,5 mil metros do acampamento Helenira Rezende.

O MST denunciou o caso em março deste ano, ocasião em que os sem terra disseram que o avião pulverizou o herbicida no acampamento, inclusive, várias matérias postadas em redes sociais há depoimentos de sem terra que dizem ter passado mal após a pulverização do herbicida Glifosato Potássico, o agrotóxico com maior volume de vendas no Brasil.

A reportagem manteve contato breve com o titular da Deca, Waney Alexandre, entretanto o policial não quis adiantar o resultado do laudo, mas confirmou que o inquérito policial está bastante adiantado e que deve enviar o relatório ao juiz titular da Vara Agrária Regional, Amarildo José Mazutti, na próxima semana.

De fato, a peça deve confirmar o que a reportagem apurou, a pulverização aconteceu, mas somente na área de pasto da fazenda e não no acampamento. A intenção da Agrosb é preparar o solo para cultivo de soja e milho, tanto que máquinas e implementos estão de prontidão.

Inclusive, parte do rebanho bovino foi remanejado da Cedro e tão logo cessarem os conflitos agrários a atividade agrícola começa e deve movimentar e aquecer a economia local.



sexta-feira, 4 de maio de 2018

Policiais militares de Itupiranga seguem presos




Decisão recente da juíza Alessandra Rocha da Silva Sousa manteve os nove acusados de homicídios diversos em Itupiranga e região, presos.

Os policiais militares presos são os soldados: Railson Oliveira da Luz, Allan Douglas Branco Rodrigues, Welbertt Santana Silva e Elvis Fernandes da Silva.

Os cabos: Jonas Cardoso Farias, este da reserva remunerada, Josafá Pinheiro da Silva e Rony Marcelo Alves Paiva, além dos sargentos: João Oliveira dos Santos Junior e Francisco Santos.
Para quem não se lembra os militares foram presos em novembro do ano passado em Marabá e Itupiranga e são acusados de diversos homicídios.

Entre eles, as mortes do conselheiro tutelar de Itupiranga, Rondinele Vagner Salomão Maracaípe, assassinado no dia 11 de janeiro de 2017 e do advogado Danilo Sandes, morto dia 25 de julho daquele mesmo ano, no estado do Tocantins. Todos acusados negam os crimes a quando da prisão deles.


De forma genérica, a magistrada Alessandra Rocha, disse na sentença que negou a liberdade provisória deles que não houve nenhum fato novo que justificasse a soltura e que o processo está em fase de instrução, e, portanto, sendo montado.

Assim, os nove seguem custodiados no presídio Anastácio das Neves à disposição da Justiça.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Foragido passa menos de 60h livre




Ele fugiu no domingo pela manhã, mas foi recapturado nesta quarta-feira pela manhã. Trata-se do detento Matheus Ferreira de Almeida.

Detalhe, o “esperto” fugiu do Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes (Crama), porém ficou passeando pelas ruas de Marabá como se não devesse nada para a Justiça.

Enquanto passeava pela praça São Francisco, bairro Cidade Nova foi reconhecido por uma guarnição da Polícia Militar, comandada pelo soldado Ricardo Pereira Izoton e evidentemente, preso.

Assim, o foragido Mateus Ferreira de Almeida foi conduzido até a Seccional Urbana da Nova Marabá e de lá, deve retornar até o Crama, de onde fugiu.

Lei Seca – Por sua vez, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prenderam Luelson Silva Feitosa.

Ele foi preso quando trafegava pela rodovia Transamazônica e ao ser abordado, os agentes perceberam que ele estava visivelmente embriagado.

Por esse motivo foi conduzido até a Seccional Urbana da Nova Marabá onde ficou de ser autuado com base na Lei Seca e também por violência doméstica, já que a esposa dele, nome não fornecido para a imprensa, o denunciou à Polícia.


segunda-feira, 30 de abril de 2018

Parceiros do crime presos




A guarnição da Polícia Militar composta pelo cabo Neves, sargento Koute e comandada pela tenente Gabriele, prendeu dois acusados de tráfico e de posse ilegal de armas, na tarde desta segunda-feira (30) em Marabá.

 Os dois acusados são:  Luís Fernando Rodrigues Gomes e Oziel de Sousa Simão. este foi preso primeiro, no bairro Liberdade. Já Luís Fernando foi preso na Folha 11, Nova Marabá.

Com estes dois acusados, os militares localizaram 26 pacotes de maconha, um revólver calibre 38, com seis projéteis e um simulacro de pistola, além de dois celulares.

As prisões aconteceram apos uma sucessão de eventos, que em verdade, começaram ainda no domingo, ocasião em que o Luis Fernando teve um desentendimento com o sogro dele, nome não divulgado, ocasião em que prometeu atirar no idoso.

Nesta segunda-feira, novas ameças aconteceram até que a Polícia foi acionada. Oziel e Luís, segundo o cabo Neves, são parceiros de crime, e, aparentemente, além do tráfico de drogas, os dois estariam envolvidos em vários roubos.

Por conta desta situação flagrancial, os dois ficaram de ser autuados por posse ilegal de armas, no caso o Luís Fernando, já o Oziel Simão deve ser autuado por tráfico de drogas, já que a droga lhe pertencia. O caso foi apresentado ao delegado plantonista Timóteo Oliveira.